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Hermínio Bello de Carvalho

Divina Elizeth, cantadeira do amor em sua despedida musical

Finalmente, um ano e meio após ter sido gravado, temos o documento final daquela que foi a maior cantora deste país: Elizeth Cardoso. Infelizmente, a Divina, a Enluarada, e Cantadeira do Amor - e tantos outros objetivos que foram cunhados para definir sua presença maior em nosso cancioneiro, não está mais entre nós. Em 7 de maio de 1990, Elizeth morria, às vésperas de completar seus 70 anos. (16/7/1920). Que dizer perante a perda desta que foi a grande e definitiva cantora de amores e desamores, encontros e partidas, que traduziu em suas canções todo o sentimento do mundo?

"Bastidores" é classificada para o Festival Carrefour

Duas canções extremamente emotivas, falando de relacionamentos humanos, interpretadas com garra e máxima sensibilidade por duas jovens intérpretes que poderão ter um espaço nacional foram as músicas classificadas na etapa paranaense do Festival Carrefour de MPB, realizado domingo, no estacionamento da loja-Pinhais.

Adeus, Stelinha!

Com a morte de Stelinha Egg, na segunda-feira, 17, o Paraná perdeu sua única cantora que obteve uma real projeção nacional. A verdade é que Stelinha, mesmo afastada da vida artística há mais de 10 anos, era a única intérprete nascida em Curitiba que conseguiu tornar-se um nome popular em termos nacionais, excursionando ao Exterior e gravando mais de uma centena de músicas em 78 rpm, 45 rpm e elepês.

O Paraná na voz de Stelinha foi longe

Algumas horas de gravações - quatro delas com imagens - e lembranças de muitos amigos, além de pesquisas que envolveriam demoradas consultas em coleções de jornais e revistas da Divisão de documentação da Biblioteca Pública - para rastrear seu início de carreira (e os posteriores registros cada vez que voltava a Curitiba, já com a carreira consolidada) poderão subsidiar num estudo de maior profundidade sobre Stelinha Egg - seu pioneirsimo como mulher, filha de família protestante de rígidos princípios, a enfrentar preconceitos e se tornar a primeira cantora profissional do Paraná.

As últimas gravações deixadas por Cazuza

Edições póstumas oferecem sempre riscos. Se o artista deixa trabalhos concluídos, produzidos exatamente como haviam sido idealizados - como foi o caso dos dois magníficos álbuns póstumos de Elizete Cardoso, produzidos por Hermínio Bello de Carvalho e lançados em maio pela Sony Music, os mesmos se constituem em documentos indispensáveis, fechando a carreira de uma artista maior.

O documentário que não pode ser feito

A Associação dos Pesquisadores da Música Popular Brasileira distribuiu ontem uma nota oficial a propósito da morte de Gonzaguinha, assinada pelos seus ex-presidentes Zuza Homem de Mello (São Paulo) e Aramis Millarch (Curitiba), mais o atual presidente, Albino Pinheiro (Rio de Janeiro), e os membros Edson Otto, de Porto Alegre e Hermínio Bello de Carvalho, ex-diretor da Divisão de Música Popular da Funarte e que organizou o segundo e terceiro encontro da entidade.

Mentiras oficiais para justificar a violência

Roberto Nascimento, amigo de Gonzaguinha desde seu início de carreira no final dos anos 60, músico e arranjador da Rede Globo de Televisão, foi, com sua noiva curitibana, a psicóloga Silvana Marchesini, convidada especial do artista para assistir ao seu show na noite de sábado, 20, no Teatro Paiol. Ao nosso lado - onde também se encontrava o radialista, animador cultural e compositor Cláudio Ribeiro e sua esposa, Gracinha, tínhamos reservado espaço para que o cinegrafista Rafael Brenner Silva, pudesse fazer o registro do espetáculo "Cavaleiro Solitário".

Hoje é dia de aplaudir um brasileiro maior: Tapajós

Caso Maurício Tapajós tenha se lembrado de trazer algumas (últimas) cópias do disco que gravou há sete anos (selo Saci, produção independente), eis a oportunidade de quem ama a nossa melhor música adquirir aquele que foi, em nosso entendimento, a melhor produção fonográfica em 1984. Dividindo composições e interpretações com Aldir Blanc, 45 anos, Maurício Tapajós, carioca da Rua Voluntários da Pátria, ali reuniu uma das mais importantes coleções do que de melhor soube criar na música.

E já vai longe o tempo das grandes orquestras

Tomando uma cerveja com o poeta Hermínio Bello de Carvalho, no bar do Hotel Araucária, o músico e maestro Roberto Gnatalli, 41 anos - um dos 34 professores que há duas semanas orientam aulas para 850 alunos da IX Oficina de Música de Curitiba (Solar do Barão, até o dia 25), lamentava:

A grande família Queirolo

Nos (bons) tempos em que Hermínio Bello de Carvalho dirigia a divisão de Música Popular da Fundação Nacional das Artes, uma de suas preocupações era marcar as efemérides ligadas a nossa cultura popular na área musical com eventos alusivos.
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