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Ingrid Bergman

"Eu", uma grande vida da atriz Katherine Hepburn

Sete anos após a jornalista Anne Edwards ter esmiuçado a vida de Katherine Hepburn em "A remarkable woman" (edição no Brasil da Francisco Alves Editora, "Uma mulher fabulosa", 498 páginas, tradução de Roberto de Cleto), chegou a vez da própria atriz contar a sua vida. E o fez num dos best-sellers de 1991, "Me: stories of my life", que agora chega na tradução de Beth Vieira ("Eu: histórias de minha vida", 384 páginas, Siciliano).

Artigo em 08.03.1992

A exemplo da Paris, a Mundial Filmes também criou uma publicação bem editada para anunciar seus lançamentos. Em papel couche, ilustrações bem escolhidas, a edição de fevereiro anuncia o lançamento no Brasil de pelo menos dois clássicos: "Alphaville", 65, de Jean Luc Godard - já nas locadoras e do famoso - mas pouquíssimo visto - "As Estranhas Coisas de Paris" (Elena et les Hommes) que o mestre Jean Renoir (1894-1979) dirigiu em 1956, com Ingrid Bergman e Jean Marais. xxx

Um encontro (des)marcado pela paixão de Zélia, Fernando e poder temporário

Não se fala há duas semanas em outra coisa: o livro da Zélia. Nunca um livro foi tão comentado, discutido, xingado. Há ameaça até de uma (quase) burra unanimidade: fazer da ex-ministra da Economia mulher mais criticada deste país - justamente agora, quando ela deixou o poder. Nem quando foi anunciado o Plano Collor II - com o sequestro das poupanças - Zélia Cardoso e Mello esteve em tanta evidência.

Autorizadas ou não, biografias para quem gosta da vida alheia

Enquanto Katharine Hepburn aos 83 anos, prefere confessar sua vida em "My: Stories of my Life", autobiografia que lançada nos Estados Unidos em agosto último lhe rendeu, antecipadamente, US$ 4,3 milhões, biografias não autorizadas de gente famosa continuam a aparecer nas livrarias brasileiras, alcançando vendagens impressionantes para um gênero que até há pouco era visto com restrições pelos diretores.

Paulinha Abdul, coreógrafa e cantora e a sensual Christine

Para não ficarmos apenas no machismo eletrificado, registre-se o novo álbum de um nome conhecido: Paula Abdul ("Spellbound"), vocalista, compositora e que também tem se destacado como coreógrafa em filmes como "Coming America", com Eddie Murphy, "Running Man", com Arnold Scwarzeneger e o recentíssimo "The Doors", de Oliver Stone.

O cinema para ler

Após anos de indigência editorial nas áreas das artes, começamos a entrar em dias melhores. Ano a ano, cresce a produção editorial de obras que se voltam ao cinema, música, teatro e artes plásticas - incluindo edições de arte. Mesmo com os tempos bicudos que enfrentamos, e, no caso de edições-brinde de obras de arte tenha havido uma natural recessão com o fim da Lei Sarney (que estimulava investimentos culturais), aliada aos rigores do Plano Collor, ainda se publicou bastante em 1990.

Igreja e cinema, um tema a ser examinado

Aos fãs de Alfred Hitchcook (1899-1980), ao menos um aspecto da trama desenvolvida por Anthony Shaffer em "Absolvição" lembrará um dos melhores clássicos do chamado mestre do suspense: o segredo da confissão. Assim como o sacerdote interpretado por Montgomery Cliff em "A Tortura do Silêncio" (I Confess, 1952), para não romper o voto do segredo da confissão acaba sendo envolvido num assassinato, também o padre Goddard (Richard Burton) neste "Absolvição" é, praticamente, levado ao crime devido a não poder denunciar o que ouviu no confessionário de um dos seus alunos.

Videonotas

A Look Vídeo está lançando um dos 10 melhores filmes do ano, exibido durante semanas no Ritz: "Sexo, Mentiras e Videotape", de Steven Solderberg, vencedor de três prêmios em Cannes, no ano passado: Filme, prêmio da crítica e ator (James Spader). Pela sua concepção, é um filme que não perde na redução para a telinha. Por sua criatividade e audácia, está entre os exemplos do cinema de autor que se faz hoje nos Estados Unidos. Um belo filme que merece ser visto. xxx

As memórias sexuais da bela Joan e Ingrid sem santidade

Dentro do gênero de biografias de artistas, as revelações de (ou sobre) superstars são as que mais se aproximam do que se poderia chamar de best-sellers. Assim é que Elizabeth Taylor, 58 anos, já tem pelo menos três livros a seu respeito traduzidos - um dos quais, em que ela própria revela os segredos de sua permanente beleza, que nem a proximidade dos 60 anos, ameaça. Jane Fonda já mereceu duas diferentes biografias. Bárbara Stanwyck, Bette Davis, Candice Bergen, Katherin Hepburn, entre outras também tiveram biografias lançadas no Brasil nestes últimos anos.
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