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Jaime Lerner

No Carrefour, faltou torcida para "Bastidores" dos Gersons

Na semana passada, o engenheiro e animador cultural Sérgio Bittencourt, dono do bar Habbeas Coppus, gastou Cr$ 150 mil em dois anúncios, conclamando amigos e admiradores dos compositores Sérgio Bertinez, 43 anos, e Gerson Fisbein, 34, a se integrarem numa caravana que, em São Paulo, formaria uma torcida organizada pela participação do Paraná no maior festival de música popular realizada nos últimos anos do Brasil - o MPB Carrefour.

"Cortesia" demagógica com filmes alheios

Se não fosse a dignidade e coerência dos realizadores Fernando Severo e Fernanda Morini, a "coordenadoria" (sic) de cinema da Fucucu teria criado um constrangedor atrito entre o prefeito Jaime Lerner e a secretária Gilda Poli.

O filme que a ecológica (sic) Curitiba não soube assistir

Exibido durante um mês em Curitiba o mais importante filme brasileiro realizado nestes últimos anos - "Césio 137 - Pesadelo em Goiânia" não teve sequer 500 espectadores. Em cerca de 90 sessões realizadas nas duas primeiras semanas, a partir do dia 13 de setembro, no cine Ritz e depois do dia 27, no distante cine Guarani, a média de ocupação não atingiu ao menos 5 espectadores/sessão.

Lei Vanhoni aprovada para estimular nossos artistas

Por uma feliz coincidência, exatamente seis dias após o Programa Nacional de Financiamento da Cultura (PNFC) ter sido encaminhado pelo presidente Fernando Collor ao Congresso, os vereadores de Curitiba deram um exemplo de maturidade e inteligência ao aprovarem, em duas discussões, na terça e quarta-feira, dias 13 e 14, o projeto de lei 16/91, já chamada Lei Vanhoni que cria incentivos fiscais para a realização de projetos culturais, a ser concedida a pessoa física ou jurídica domiciliada no município.

Césio 137, um alerta de utilidade pública

Há dois anos, ainda sob o impacto do "Césio 137", premiado nos festivais de Cinema de Natal e Brasília, em 1970, sugerimos numa conversa informal ao prefeito Jaime Lerner que mais do que todo o blá-blá que se faz para dar a Curitiba uma dimensão de Capital Ecológica do Brasil, a exibição do filme de Roberto Pires seria o gancho ideal para todo um evento ligado ao cinema (e vídeo) ecológico.

No campo de batalha

Em carta de 46 linhas, Jaime Lechinski, secretário de comunicação da Prefeitura de Curitiba, procura mostrar - repetindo números e argumentos que tem sido veiculados nos releases e anúncios oficiais do município - que Curitiba é ecológica graças a projetos como "Lixo que não é lixo", linha Ligeirinho (?) e programas de valorização do trabalho dos catadores de lixo. Tudo ótimo, muito simpático - mas esta argumentação oficial não responde a uma simples questão: já que há tanta preocupação pela ecologia, porque a badalada Universidade Livre do Meio Ambiente (?

Dedetização indispensável

Teve início segunda-feira, por determinação pessoal do prefeito Jaime Lerner, o processo de dedetização do velho prédio que abriga a Fundação Cultural de Curitiba. Um problema que se agravou nos últimos 120 dias finalmente começa a ser resolvido com a iniciativa firme do alcaide Lerner em eliminar os insetos que vinham ameaçando toda a estrutura cultural do município. A dedetização agora deslanchada - e que na terça-feira já conseguiu desalojar da centenária edificação o principal foco de contágio, deverá prosseguir em outros setores.

Cortesia demagógica com filmes alheios

Apesar das 144 linhas ocupadas em nossa coluna de ontem pelo "Direito de Resposta" do sr. Francisco Carlos Nogueira, Coordenador de Cinema da Fundação Cultural de Curitiba, nenhuma das colocações feitas na edição de 10 do corrente ("Cortesia demagógica com filmes alheios) foi contestada. Ao contrário, o coordenador (sic) reconhece que a ajuda que a FCC liberou foi realmente "irrisória" frente aos valores atualizados dos filmes e que a Mostra Internacional de Curta-metragens só veio a Curitiba graças a sra.

Lei Mendonça preocupa a nossa "Lei Vanhoni"

Embora todo o expediente da sessão de hoje na Câmara de Curitiba deva ser dedicada a um assunto explosivo - a discussão do bonde, num investimento de quase US$ 300 milhões de dólares - com a presença do presidente do IPPUC, engenheiro Cassio Taniguchi (*), ao menos um dos vereadores do PT Angelo Vanhoni, tentará, no finalzinho da tarde, fazer contato telefônico com colega de São Paulo para saber os resultados de um outro assunto que tornará histórica a sessão da Câmara na capital paulista.

A Lei Vanhoni foi vetada. Lerner propõe Lei Vanhoni

Há exatamente uma semana, a classe artística curitibana teve o maior choque. Quando o crítico e professor Edelcio Mostaço, presidente da comissão que coordena a aplicação dos recursos advindos da aplicação da lei de incentivos fiscais em São Paulo (*) encontrava-se numa reunião com lideranças culturais de Curitiba, no Solar do Barão, revelou-se que, na tarde daquele dia, 10 de setembro, o prefeito Jaime Lerner havia vetado integralmente o projeto de lei semelhante apresentado pelo vereador Angelo Vanhoni, que aprovado por unanimidade na Câmara, um mês antes, aguardava a sanção do burgomestre.
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