Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS Jane Fonda

Jane Fonda

Gretchen e Pixote batem recordes de bilheteria

Um dado para o mais empertigados executivos das multinacionais do cinema examinarem com atenção: um modesto filme produzido na chamada Boca do Lixo, em São Paulo, conseguiu quebrar todas os recordes de bilheteria, em uma semana de exibição. “Aluga-se Moças”, em 7 dias no cine Condor faturou exatamente Cr$ 2.400.000,00 – Cr$ 900 mil a mais do que a superprodução “Caçadores da Arca Perdida” (Raiders at the lost ark, 1981, Steven Spielberg), que ali, na primeira semana, rendeu Cr$ 1.500.000,00.

Medo de Amar (I)

"e eu sinto o corpo mole e eu faleço quando você me bole e bole e mexe e mexe e me bate na cara, e em dobra os joelhos e me vira a cabeça mas eu não sei se quero ou se não quero esse insensato amor que eu desconheço e que nem sei se é falso ou se é sincero que me despe e me vira pelo avesso "(Suely costa, "Medo de Amar Nº 2", 1978) Personagens comuns, uma história como tantas outras, ambientes despojados e até um happy end. Com tantos elementos convencionais e que pode fazer de um filme como "Frankie & Johnny" (cine Lido I, 5 sessões) uma pequena obra prima?

"JFK", mentiras e verdades que o mundo quer conhecer desde 63

Quando um superstar da construção cinematográfica se dispõe a se cansar num périplo internacional para promover a estréia de seu último filme - seja um intérprete, diretor ou mesmo produtor - a imprensa desconfia. No mínimo, é uma estratégia de luxo para reforçar o marketing promocional de uma produção que consumiu milhões de dólares e que no lançamento nos Estados Unidos fracassou.

Airto e Flora ganham Grammy mas o Brasil fica sem saber

Nem Milton Nascimento ("Txai"), nem Dory Caymmi ("Brazilian Serenade"). Quem levou o Grammy de "Best World Music" foi o quase curitibano Airto Moreira. O que? Por certo muitos indagarão. Afinal, toda a imprensa nacional só falou em Milton e Dory como os candidatos brasileiros à esta premiação máxima de indústria fonográfica americana e mesmo quem acompanhou atentamente as três horas em que durou a festa no Rádio City Music Hall, via Rede Globo, não viu o percussionista Airto ser mencionado entre os vitoriosos.

Autorizadas ou não, biografias para quem gosta da vida alheia

Enquanto Katharine Hepburn aos 83 anos, prefere confessar sua vida em "My: Stories of my Life", autobiografia que lançada nos Estados Unidos em agosto último lhe rendeu, antecipadamente, US$ 4,3 milhões, biografias não autorizadas de gente famosa continuam a aparecer nas livrarias brasileiras, alcançando vendagens impressionantes para um gênero que até há pouco era visto com restrições pelos diretores.

O filme inédito de Martin Ritt

Falecido no final do ano passado, Martin Ritt foi uma das grandes perdas do cinema. Ao longo de 34 anos e desde sua estréia no maravilhoso "Um Homem tem Três Metros de Altura" (Edge of City, 1956) - o filme que consolidaria as carreiras dos então jovens John Cassavets (1929-1989) e Sidney Potier - Ritt desenvolveu uma filmografia séria e profunda.

Diana Moreira já segue o seu caminho musical

Filho de peixe, peixinho é. O refrão é antigo, mas sempre válido. E se aplica mais uma vez em relação à bela Diana, 18 anos completados a 15 de agosto último, única filha de Airto Moreira e Flora Purim, nascida na Califórnia mas que sempre que pode vem passar férias no Brasil. Ainda recentemente esteve algumas semanas, visitando sua avó Zelinda, a tia Onilda e os primos Emerson e Gustavo.

Ritt, um cineasta com três metros de altura

De toda uma geração que chegou a Hollywood nos anos 50 trazendo um aprendizado nos tempos pioneiros da televisão e com algumas passagens pelo teatro, Martin Ritt, um nova-iorquino que comemorou no dia 2 de março seus 71 anos, está entre os que mais se ajustaram a um cinema que, em três décadas e meia, tem se mostrado com a maior coerência intelectual sem desprezar um sucesso que lhe permitiu realizar 30 filmes que merecem no mínimo a classificação de bom - mas chegando várias vezes a obter a categoria de excelente.

No romance e na realidade, os ótimos filmes estão chegando

Ora, viva! Afinal um filme de primeira categoria, candidato sério a entrar na lista dos melhores do ano, ganha uma segunda semana de exibição: "Stanley e Iris", de Martin Ritt - um exemplo de obra emotiva, suave, falando de gente como a gente, com dois excelentes intérpretes - Robert de Niro e Jane Fonda, uma belíssima trilha sonora de John Williams e, principalmente, um roteiro esplêndido, permanece em cartaz no Condor. Uma chance de quem ainda não assistiu, conhecer um exemplo de bom cinema.

"Descalços no parque", agora no palco, 23 anos mais tarde

Neil Simon, 63, é aquilo que se pode classificar como um dos mais newyorkers dramaturgos. Assim como Woody Allen não se afasta por nada da Big Apple - e faz dela uma aldeia universal, ali colocando seus personagens de empatia universal - Simon também tem no universo da grande metrópole matéria prima para uma obra imensa. Até que ponto as suas peças, tão americanas em alguns aspectos intrínsecos, podem atingir um público de países do terceiro mundo como o Brasil?
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br