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Johnny Alf

Os melhores nacionais e do jazz segundo Caetano

Caetano Cerqueira Rodrigues, 57 anos, presidente do Blue Note Jazz Clube; produtor de programas de jazz e bossa nova para a rádio Ouro Verde-FM - e também é dono de uma das maiores coleções de CDs, especializados em jazz, música instrumental brasileira, Bossa Nova e grandes vocalistas americanos. Assim, sua relação dos 10 lançamentos e reedições exclusivamente em CDs feitos no Brasil é importante referencial sobre uma faixa altamente sofisticada na produção nacional e internacional. Os 10 melhores lançamentos nacionais

Os melhores nacionais e do jazz segundo Caetano

Caetano Cerqueira Rodrigues, 57 anos, presidente do Blue Note Jazz Clube; produtor de programas de jazz e bossa nova para a rádio Ouro Verde-FM - e também é dono de uma das maiores coleções de CDs, especializados em jazz, música instrumental brasileira, Bossa Nova e grandes vocalistas americanos. Assim, sua relação dos 10 lançamentos e reedições exclusivamente em CDs feitos no Brasil é importante referencial sobre uma faixa altamente sofisticada na produção nacional e internacional. Os 10 melhores lançamentos nacionais

OS 10 MELHORES DISCOS DE MPB - 1991 (produções de gravadoras)

1- Todo Sentimento -Elizeth Cardoso/Rafael Rabello (Columbia/Sony Music); 2- João - João Gilberto (Philips/Polygram); 3- Olhos Negros - Johnny Alf e convidados (BMG); 4- Zona de Fronteira - João Bosco (Columbia/Sony Music); 5- Circuladô - Caetano Veloso (Philips/Polygram); 6- O Planeta Blue na Estrada do Sol, - Milton Nascimento (show acústico gravado ao vivo) - (Columbia/Sony); 7- Vai Meu Samba Vai - Martinho da Vila (Columbia/Sony); 8- Canções - Pericles Cavalcanti (Philips/Polygram); 9- Fronteiras Abertas - Luiz Carlos Borges/Antônio Tarrago Ros (RGE);

Revival bossa-novista com Rita, Tim e show ao vivo

Os bons fluídos de "Chega de Saudade", de Ruy Castro (Companhia das Letras) continuam no ar. Houve uma saudável reavaliação do mais feliz período da MPB nos últimos 40 anos, Johnny Alf e os Cariocas voltaram a gravar e Rita Lee e Tim Maia também reapareceram com álbuns "soft", no astral da harmonia e o romantismo da Bossa Nova.

O grande retorno de Johnny Alf

Entramos no último mês do primeiro semestre de 91 e as perspectivas musicais continuam limitadas. Difícil será relacionar dez lançamentos de MPB que mereçam destaque feitos nestes cinco primeiros meses do ano e, entre eles, estariam, sem dúvida, apenas gravações de gente já conhecida - até obras póstumas, como os dois belíssimos elepês deixados por Elizeth Cardoso (1920-1990), produzidos pelo incansável Hermínio Bello de Carvalho e que só agora estão chegando às lojas graças a Sony Music (ex-CBS).

Fio Terra quer por no ar quem tenha talento

Passam-se os anos, sucedem-se os modismos, modificam-se regras do mercado, mas os festivais musicais continuam a ser promovidos - todos, idealisticamente, abertos a revelar "novos talentos". Infelizmente, há muitos anos que as centenas de eventos competitivos que se realizam em todos os Estados não trazem, realmente, compositores da força daqueles garotos que, há um quarto de século, deram uma sacudida em nossa MPB. Mas afinal não é em toda geração que se encontra gente da dimensão de um Chico, Caetano, Sérgio Ricardo, Johnny Alf e outros.

A brisa do talento com Johnny e Miúcha

"Ah! Se a juventude que essa brisa canta Ficasse aqui comigo mais um pouco Eu poderia esquecer a dor de ser tão só Pra ser um sonho".

Uma rua para o maestro Gaya

Depois de dois esplêndidos nomes da melhor MPB no último fim de semana - Johnny Alf no Teatro Paiol e Miúcha no distante Auditório Antônio Carlos Kraide (Centro Cultural do Portão), além de duas apresentações da Orquestra de Câmara de Blumenau, abrindo a temporada oficial do Auditório Maria José Andrade Vieira - novas atrações para dividir o próximo fim de semana. No Paiol, a compositora-intérprete Joyce, que só hoje, aos 40 anos - e 22 de vida artística - começa a ter um reconhecimento internacional, com temporadas e discos lançados no Japão, Itália, França e Estados Unidos.

No campo de batalha

Um destaque que deve ser feito em relação aos músicos que estiveram no Paiol, no último fim de semana, acompanhando Johnny Alf: o saxofonista Idris Boudrioun (Nancy, França, 05/01/1958), radicado há 8 anos no Brasil e que já fez dois esplêndidos elepês como solista. Junto com Idris, vieram o baterista Ivo Caldas, 43 anos e o baixista Lúcio Maciel, 34. xxx

As 5 décadas na voz daquele que tudo sabe sobre coisas musicais

João Gilberto sempre foi único na seleção de seus repertórios. Ao longo dos 10 elepês que gravou em quase 40 anos de carreira, pode-se notar sempre que esteve antenado com o que existe de melhor, mais importante e bem feito em termos de música. Mais do que isto!
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