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Jorge Furtado

A crise não impede que curta-metragistas atuem

São Paulo, graças a vários programas oficiais - tanto da Secretaria Municipal da Cultural (lá dirigido por uma intelectual e executiva realmente eficiente e criativa, a filósofa e professora Marilene Chui) é a secretária estadual de Cultura, desde o período em que o jornalista Fernando Moraes (atualmente na Secretaria de Educação), ali desenvolveu um admirável trabalho está dando exemplo.

Dorival de Ruas ganhou a fama graças ao curta

Quando assumiu a presidência da Fundação Cultural de Curitiba, na administração Maurício Fruet, o advogado Carlos Frederico Marés de Souza procurou formar um bom staff de assessores. Assim, entre outros intelectuais que convidou para auxiliarem em sua administração (que, embora tenha merecido algumas restrições de nossa parte na época, comparada aos desmandos dos dias atuais foi extraordinariamente superior) Marés trouxe um gaúcho que, como ele, havia amargado o exílio político em terras distantes: Tabajara Ruas, agora com 50 anos.

No ano da crise do cinema, crescem os curtas-metragens

No pior ano da história da cinematografia brasileira - com a produção reduzida a níveis mínimos (*) - e apesar de expulso do circuito comercial pelo descumprimento da chamada Lei do Curta, contraditoriamente a este panorama desolador, os realizadores de curtas (e alguns médias) metragens mostraram um notável vigor, credenciando-se para mostras internacionais - pois, com a desativação da produção em longas, só através de curtas é que o Brasil vem tendo alguma presença no Exterior.

A relação dos premiados

Longas-metragens - MELHOR FILME: "Não Quero Falar Sobre Isso Agora"; MELHOR FILME JÚRI POPULAR: "Vai Trabalhar Vagabundo II: A Volta"; MELHOR DIRETOR: Neville D'Almeida ("Matou a Família e foi ao Cinema"); MELHOR ROTEIRO: Mauro Farias e Malanie Diamantas ("Não Quero Falar Sobre Isso Agora"); MELHOR ATOR: Hugo Carvana; MELHOR ATRIZ: Marisa Orth/Eliana Fonseca ("Não Quero Falar Sobre Isso Agora"); MELHOR FOTOGRAFIA: Nonato Estrela ("Sampaku - O Olho da Ambição"); MELHOR MÚSICA: Sérgio Sarraceni "Vai Trabalhar Vagabundo II: A Volta"); MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: Cristiano Amaral ("Vai

O piano maravilhoso nas teclas de Geraldo Flach

Geraldo Flach é um gaúcho generoso, amigo e, sobretudo, talentoso. Está hoje para a moderna música instrumental brasileira no Rio Grande do Sul como, no passado, Lupiscínio Rodrigues estava como compositor: um criador dos mais competentes ao fazer - e interpretar a sua música. Se o inesquecível Lupe mal batia uma caixa-de-fósforos - mas deixou obras antológicas - Flach, na maturidade de seus quase 50 anos, é um artista que domina o instrumento (piano), arranjador de primeira linha e sobretudo compositor dos mais inspirados.
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