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Rubinho, o homem que vive dentro do vídeo

O boom do vídeo provocou não só o ressurgimento do interesse pelo cinema - e a prova disto são as inúmeras revistas que vem circulando, com grande aceitação - com também abriu campo para novos profissionais. Assim, as locadoras mais organizadas passaram a buscar consultores que conheçam cinema, para orientar tanto as aquisições como a própria clientela, enquanto a função do crítico ou jornalista especializado passou também a ser valorizada.

No campo de batalha

Sérgio Biarritez (ex-Badep) fazendo das tripas coração para tentar resgatar o Teatro do Paiol do abandono a que foi relegado. Assim criou um horário alternativo - 19,30 horas - e conseguiu, afinal, um show musical atraente para o teatro que já foi o mais movimentado da cidade e hoje vive às moscas: Titane, mineira bonita, 26 anos, ali se apresentou neste fim-de-semana. xxx

Afinal um "happy end" no romance de Sérgio

A primeira exibição de "Romance", o novo (segunda) longa-metragem de Sérgio Bianchi, ocorrido há pouco mais de uma semana, para um pequeno grupo de críticos paulistas, arrancou elogios. Edmar Pereira, do "Jornal da Tarde" - normalmente rigoroso e cáustico - se entusiasmou e na edição da última sexta-feira, 5, escreveu:

Morre o super 8, viva o vídeo

Paralelamente aos últimos suspiros do Super 8 - melancolicamente representados em Gramado - o vídeo se impõe. Se há três anos era impossível aos poucos cineastas que traziam trabalhos nesta nova bitola, encontrar um aparelho de projeção, este ano um amplo espaço no Centro de Convenções Serrano foi reservado para expositores em vídeo cassete.

A Nau que trouxe a bela voz de Vange

Há uma geração de novas e excelentes cantoras, inéditas ou não em discos, mas ainda pouquíssimo conhecidas: Eliana Estevão, Eliete Negreiros (fez no ano passado, no projeto Bom Tempo, um dos melhores discos do ano), Vanias Bastos (primeiro LP recém-lançado também pela Copacabana, mas ainda não divulgado no Paraná); Nó Ozetta e Fortuna, da qual se falam maravilhas, mas que até agora só ficaram nos palcos (Fortuna, teria feito um disco independente, que não saiu por falta de vinil).

Os Goulart, uma família no palco

Quando "A Megera Domada" foi produzida pelo Teatro de Comédia do Paraná há 23 anos passados, dentro das comemorações dos 400 anos do nascimento de William Shakespeare, nada menos que 3 atrizes daquela superprodução dirigida por Cláudio Correa e Castro estavam grávidas: sua então esposa, a curitibana Ileana Kwasinski; Jane Martins, esposa de Maurício Távora e Nicete Bruno, mulher de Paulo Goulart - todos no elenco da comédia que foi o maior êxito da época de ouro do TCP.

O ótimo jazz nas rádios (Rio/SP, naturalmente)

Para quem - e são milhares de pessoas - gosta de jazz mas não pode dispor de Cz$ 200,00 a Cz$ 1.000,00 para comprar discos (entre os nacionais ao compact disc laser), os programas de rádio especializados seriam uma opção. Excetuando-se a Scala, só a Estadual do Paraná é que mantém o "Jazz Time", mas limitando-se a rodar velhas gravações, cheias de chiados, de seu precário acervo, sem qualquer informação a respeito dos temas e dos intérpretes.

Belo canto de gatas sonoras

Agradáveis vozes femininas, de diferentes estilos. De princípio, Nana Mouskouri, grega, radicada na França, agora tornando-se conhecida no Brasil. No ano passado, no disco "Liberdade" já cantava em português. Sua música "Only Love", tema da minissérie de TV "Quando Pinta o Amor" e trilha sonora da novela "Selva de Pedra" emplacou nas paradas de sucesso. Agora, voltou ao Rio de Janeiro para lançar seu novo elepê ("Why Worry", Polygram), com um repertório variado - e cuja faixa título (de Mark Knopfler) está sendo bem executada.

Chico na comissão que trará filmes de arte

Francisco Alves dos Santos, coordenador da área de cinema da Fundação Cultural, integra a comissão especial de seis membros que opina sobre os filmes de arte que merecem os benefícios da Resolução nº 128 do Concine, liberando-os da copiagem obrigatória no Brasil. Voltada há um ano e um mês (depois de dois anos de negociações), a Resolução permite a importação de até três cópias por título e foi saudada com entusiasmo pelos cinéfilos: afinal, assim filmes de arte, famosos, mas de pouquíssimas possibilidades comerciais, podem chegar até os circuitos comerciais.
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