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Perfil - Zé Maria, um delegado apaixonado pelo cinema

Uma das poucas frustrações de José Maria de Paula Correia de sua experiência de vereador em Curitiba é o fato de que um de seus mais bem intencionados projetos de lei, embora aprovado pela Câmara e sancionado pelo então prefeito Roberto Requião, acabou virando letra-morta.

Graças a lei de Tulio, o teatro é José Maria

Nem o deputado (e vice-prefeito) Algaci Tulio, nem o governador Roberto Requião foram amigos íntimos do ator José Maria dos Santos. Conheceram, naturalmente, o mais profissional dos homens de teatro que o Paraná já teve, admiravam sua resistência e independência artística, e como milhares de outras pessoas, sentiram a sua morte há 19 meses passados.

Zé Maria, a ajuda para ouvir melhor

Embora nunca tivessem se encontrado, José Maria dos Santos e José Maria Santos (1934-1990), homem de teatro, tinham muito em comum além do mesmo nome - entre os 12 outros homônimos existentes na cidade. Ambos aprenderam a lutar(em) pelo(s) seu(s) espaços desde a infância, deram duro para alcançar uma posição e, principalmente, cultivaram sempre a honestidade, a simpatia e aquela capacidade de fazer amigos.

Fundo de cinema, a lei que o município está sabotando

Há exatamente cinco anos - 13 de agosto de 1985 - o então presidente da Câmara de Curitiba, Horácio Rodrigues, assinava o documento pela qual era aprovada a lei nº 6.692/85, instituindo o Fundo Municipal de Cinema e dava outras providências.

Tributo a Zé Maria, o grande homem do teatro

José Maria Santos não morreu. Oito meses após aquele trágico 4 de janeiro que, tão tristemente, marcou o início do ano, quando o mais estimado profissional de nossos homens de teatro foi sepultado no Jardim da Saudade, seus amigos e discípulos reúnem-se neste sábado, para lembrá-lo em seus grandes momentos artísticos e, principalmente, promover uma grande manifestação para que o seu nome seja, definitivamente, dado ao teatro que idealizou e construiu na Rua 13 de Maio.

Luzes perfeitas para o vídeo sem palavras

Quando Valêncio Xavier concebeu "Mal" como um vídeo de trabalho o fez pensando dentro do curso que Dante Lecioli estava dando sobre uma técnica fundamental mas com poucos especialistas: a iluminação. Assim, como os recursos eram pequenos - apesar do apoio da Secretaria da Comunicação Social, na cessão de equipamento (o Sir-Laboratório de Som & Imagem também colaborou) não havia condições de desenvolver uma história sofisticada, que exigisse tomadas em locação e mesmo diálogos dos intérpretes.

Lá, entre as estrelas, Zé Maria, um homem de teatro

São muitos os aspectos que fazem de José Maria Santos um trabalhador cultural da maior importância. De origens humildes, sem maiores pretensões intelectuais, encarnou o próprio aspecto de nossa arte subdesenvolvida e desprotegida. Pertencente a uma geração de Curitiba dos anos 50 que fazia teatro com idealismo e amor, sem qualquer possibilidade de sobreviver com as peças que eram encenadas na época, José Maria encontrou nas aulas do curso que Aristides Teixeira coordenava no Sesi um primeiro embasamento para a carreira que acabaria por abraçar integralmente.

No campo de batalha

Uma demonstração da importância de "O Urso": "Première", uma das mais sofisticadas revistas do cinema dos Estados Unidos, dedica três páginas, a cores, em sua edição de dezembro último, ao filme de Jean-Jacques Annaud. xxx Ilustrado com fotos de cenas, mostrando as dificuldaes na realização deste filme que teve como "astros" dois ursos, a repórter Kathy Bishop descreve, detalhadamente, como muitas cenas foram feitas. Por exemplo, a seqüência final, na qual o ursinho Douce é perseguido por uma feroz puma, rio abaixo, custou semanas de preparo e muita habilidade dos treinadores.

Zé, tiro no pé e aplausos no palco

Num dos mais divertidos momentos de "Um Casal do Barulho" (auditório Salvador de Ferrante, 21h), o personagem "o homem" (José Maria Santos), irritado com as discussões com sua mulher, Antônia (Regina Bastos), apanha um "38" e atira em sua direção. Há uma semana, na última quinta-feira, apesar de toda sua experiência teatral - mais de 30 anos - Zé atrapalhou-se e errou o alvo: acabou acertando em seu pé esquerdo. Naturalmente, o tiro era de pólvora seca, mas suficiente para provocar rápidas queimaduras.
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