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José Maria Santos

Requião, videomaker, uma esperança visual

A intimidade que o governador eleito Roberto Requião tem hoje com modernas técnicas de comunicação - um dos campos ao qual sempre se dedicou, desde os tempos de aluno do curso de jornalismo - inclui um especial interesse pelo vídeo. Tanto é que quando prefeito de Curitiba montou um ágil estúdio de produção, com câmeras e ilha de edição, no qual, pessoalmente, supervisionava várias produções publicitárias de sua administração.

Videonotas

Mesmo com todas as limitações orçamentárias e técnicas, Valêncio Xavier está conseguindo produzir vídeos através do Museu da Imagem e do Som. Depois de "Mal", que marcou a última aparição como ator de José Maria Santos o MIS mostrou na semana passada o curioso vídeo desenvolvido a partir de fotografias de Daniel Katz, o darling das imagens que divide seu tempo entre Curitiba e Paris. O próximo vídeo do MIS vai documentar a técnica de fazer balões - que apesar de ser proibido - é mantido pelos curitibanos. xxx

Eddy, o intelectual que o Paraná perdeu

"Não se pode morrer na metade do quinto ato" (Henryk Ibsen - 1828-1906; "Peer Gynt", ato V) A primeira peça que assisti no auditório Salvador de Ferrante foi "Seu Nome Era Joana". Verão de 1958. No palco, a história da donzela de Orleans - num magnífica atuação de uma jovem amadora, Astrid Rudner (por onde andará hoje?) tinha uma luminosidade e vibração ao meu provinciano olhar de quem começava a ver o que era uma montagem teatral. Guardei não só o impacto daquele peça encenada pelo então ativíssimo grupo de teatro mantido pelo Sesi como o nome do autor.

Os documentários que a Prefeitura poderia ajudar a fazer em Curitiba

O pintor Theodoro De Bona faleceu, dia 19 último, sem assistir o vídeo "De Bona - Caro Nome" que os irmãos gêmeos Werner e Willy Schumann fizeram em sua homenagem. Embora concluído no início do mês, este documentário narrando de forma didática a vida e obra do pintor nascido em Morretes, não teve condições de ser exibido para De Bona, já gravemente enfermo.

Tributo a Zé Maria, o grande homem do teatro

José Maria Santos não morreu. Oito meses após aquele trágico 4 de janeiro que, tão tristemente, marcou o início do ano, quando o mais estimado profissional de nossos homens de teatro foi sepultado no Jardim da Saudade, seus amigos e discípulos reúnem-se neste sábado, para lembrá-lo em seus grandes momentos artísticos e, principalmente, promover uma grande manifestação para que o seu nome seja, definitivamente, dado ao teatro que idealizou e construiu na Rua 13 de Maio.

No campo de batalha

Devido a um erro de digitação, a abertura do Cine Ópera foi "atrasada" em 6 anos, conforme registro em nossa coluna de ontem: o luxuoso cinema na Avenida João Pessoa (hoje Luiz Xavier), no térreo do edifício Eloísa - construído pelo professor David Carneiro no final dos anos 30 - foi aberto em julho de 1941 (e não em 1947, como saiu) com o filme "Tudo Isto e o Céu Também" (All This and Heaven Too), que o russo mas radicado nos EUA, a partir de 1936) Anatole Litvak (1902-1975) realizou há 50 anos, com Bette Davis (1908-1989) no auge de sua carreira. xxx

Novos teatros para Curitiba

Curitiba comporta mais teatros? Existe demanda de público - e, especialmente, espetáculos, para movimentar mais áreas destinadas a espetáculos ao vivo? Questões que podem ser colocadas quando se tem notícias de que em 1991 - no máximo 1992 - três a cinco teatros se acrescentarão às salas já existentes. Especialmente porque há muitos auditórios ociosos ou pessimamente programados - e, o mais grave, onerando - como acontece na maioria das vezes - o orçamento oficial.

Lá, entre as estrelas, Zé Maria, um homem de teatro

São muitos os aspectos que fazem de José Maria Santos um trabalhador cultural da maior importância. De origens humildes, sem maiores pretensões intelectuais, encarnou o próprio aspecto de nossa arte subdesenvolvida e desprotegida. Pertencente a uma geração de Curitiba dos anos 50 que fazia teatro com idealismo e amor, sem qualquer possibilidade de sobreviver com as peças que eram encenadas na época, José Maria encontrou nas aulas do curso que Aristides Teixeira coordenava no Sesi um primeiro embasamento para a carreira que acabaria por abraçar integralmente.

O recesso literário de dona Flora, a cronista

Autora de dez livros de crônicas - nas quais sempre falou de fatos, pessoas e coisas, numa linguagem simples, afetiva e de grande comunicação - dona Flora Munhoz da Rocha parou de escrever regularmente nos últimos meses. Apesar de dizer que sempre teve facilidade na elaboração de seus textos - "para mim, as palavras sempre saíram com rapidez e escrever nunca foi difícil" - dona Flora tem espaçado suas colaborações na imprensa. Rigorosa na seleção dos textos que ganham permanência em forma de livros, ela não quer estimular antologias com trabalhos que, anteriormente, foram descartados.
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