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José Maria Santos

Pavilhão, a linguagem esquecida que volta.

José Maria Santos, 47 anos de idade, 25 de vida teatral, um dos poucos homens a viver exclusivamente de seu trabalho nos palcos, decidiu assumir totalmente sua condição de comediante. Ator de fácil comunicação, que há 9 anos consegue lotar espaços com o monologo "Lá", de Sérgio Jockymann, Zé Maria decidiu ficar apenas na comedia, em termos de interpretação. Vai entrar 1981 com apresentações de "Lá" em varias cidades do Sul, repetindo, de certa forma, o que grandes atores do passado conseguiram por décadas: manter monólogos em repertório, sempre com aceitação popular.

Cinema

GRAÇAS ao Italianos, vale a pena sair de casa e ir ao cinema nesta semana. No Astor, finalmente em exibição, "La Luna", de Bernardo Bertolucci. No Lido, um filme que esteve proibido por 8 anos, mas que agora chega, conservando a mesma força e vigor: "Sacco e Vanzetti". Temos ainda uma sofisticada produção americana, abordando um tema atrevido - e que mostra o liberalismo do cinema americano: "Gigolô Americano". Há ainda filmes de aventuras, para a garotada - "A Ilha dos Ursos" e "Passageiros em Perigo", e muito erotismo a quem curte.

A volta de Zé Maria

Ausência há quase um ano dos palcos da cidade, percorrendo o Interior do Paraná e Santa Catarina ou dedicando-se ao grupo da Escola Técnica Federal do Paraná - onde atualmente prepara um espetáculo com textos de poetas brasileiros - José Maria Santos estréia sábado, no auditório Salvador de Ferrante, a comédia "Alguém Falou de Amor". Uma comédia de Mário Brasini pra carrancudo nenhum botar defeito, como explica o bom Zé Maria, o espetáculo já foi levado em várias cidades, sempre com uma aceitação.

O mundo segundo Cacilda

Ao final da estreia de "O Globo da Morte", sexta-feira, no Teatro do Paiol, a opinião dos poucos espectadores que tiveram a sensibilidade de prestigiar a estréia deste vigoroso e sincero espetáculo (hoje, 21 horas, última apresentação) se dividiam: José Maria Santos, 43 anos, 25 de teatro, o mais profissional de nossos homens de teatro, admirável por suas firmes e corajosas, classificação o espetáculo de Cacilda Lanuza antes de tudo como um depoimento, ora bem humorado, crítico, outras vezes emocionante e, sobretudo, consciente, Já Marcelo Marchioro, diretor do Museu da Imagem e do Som e, at

No campo de batalha

Embora ainda não tenha sido publicado no "Diário Oficial da União" a portaria do ministro Eliseu Resende, dos Transportes, designando o engenheiro Osires Stenghel Guimarães para o cargo de coordenador dos Corredores de Exportação no Estado do Paraná, o ex-secretário dos Transportes - cargo que desempenhou por 7 anos - já está integrando nestas novas funções, que ate agora vinham sendo exercidas pelo ex-prefeito de Foz do Iguaçu, oficial aposentado da arma de Engenharia.

Canto Aberto chega com boas intenções

Nos primeiros 7 minutos a sensação é de se estar vendo um áudio-visual: num canto do palco do miniauditório Glauco Flores de Sá Brito a projeção de slides com cenas de violência e miséria urbana, entremeadas de guerra, enquanto, no lado oposto, Vilson Carminati entoa uma repetitiva canção.

Era uma vez Karam & Urubu (II)

Se entre as muitas funções/finalidades do teatro, que o faz a mais antiga, viva e completa das artes, está o sentido de que o dramaturgo é, antes de tudo, um repórter de seu tempo e, sobretudo, dos homens, sentimentos & pensamento, é difícil, movediço mesmo, tentar estabelecer comparações sobre o que é mais importante e o que é melhor ser feito/visto/discutido em cada momento.

De gente, fatos & coisas

Surge mais uma compositora no Paraná: a advogada Vera Vargas, irmã do deputado Túlio Vargas, decidiu tentar um novo campo da criação artística e mesmo sem executar nenhum instrumento, está fazendo músicas populares. A primeira safra já levou ao Rio, entregando ao produtor Adelzon Alves, paranaense há 15 anos radicado naquela Capital, produtor do programa de maior audiência na madrugada carioca (Rádio Globo) e que tem estimulado muitos talentos. Adelzon gostou das músicas de Vera e prometeu que vai tentar colocar ao menos uma delas num dos próximos discos que produzirá na Odeon.

O operário em construção

"De fato, como podia Um operário em construção compreender por que um tijolo Valia mais do que um pão? Tijolos ele empilhava Com pá, cimento e esquadria Quanto pão, ele o comia ... Mas fôsse comer tijolo!" ("Operário em Construção", Vinícius de Moraes, 1953). xxx

Tiro Cruzado

No próximo dia 20, sexta-feira, o presidente Ernesto Geisel estará mais uma vez em Foz do Iguaçu: vem assistir as solenidades de desvio do Rio Paraná, etapa da maior importância no 2º estágio das obras civis da Central Hidrelétrica de Itaipu. Assim, naturalmente, os preparativos para a visita do presidente estão sendo grandes, inclusive porque a solenidade terá também a presença do presidente do Paraguai, general Alfredo Stroessner. Protocolarmente, mais uma vez, os presidentes se encontrarão na Ponte da Amizade, que está recebendo nova pintura. xxx
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