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José Richa

No campo de batalha

Dia 21 circula uma nova revista social-cultural: Momento. Editada pela jornalista Juril de Plácido e Silva Carnascialli, em parceria com duas outras profissionais - Elinedi Capelini e Silvia Alves, pretende preencher um espaço na imprensa paranaense. Juril, filha do advogado e jornalista Oscar Joseph de Placido e Silva (1892-1963) preferiu um novo título - ao qual chegou após muita pesquisa - do que resgatar o nome Guaíra, que marcou a revista fundada por seu pai, de quem foi secretária toda a vida, e que circulou entre fevereiro de 1949 e 1956.

Para entender mais esta "buona gente"

Duas professoras da Universidade Federal do Paraná, Altiva Pilatti Balhana e Beatriz Pellizetti (já aposentada e residindo no Rio de Janeiro), estão entre as autoras de "A Presença Italiana no Brasil" (Escolla Superior de Teologia/Fondazionne Giovanni Agnelli, Porto Alegre, 536 páginas) que se incorpora a uma básica bibliografia sobre estudos da colonização e influências do povo italiano em nosso país.

Roberval, café e o mestrado em educação

Dentro de algumas semanas a Organização Internacional do Café, com sede em Londres e que tem o paranaense Alexandre Beltrão como poderoso secretário-executivo há mais de 15 anos, estará lançando um trabalho inédito no campo educacional. Trata-se de um projeto destinado a aproximar crianças de vários países através da leitura de livros sobre o quotidiano da família de cada um, naturalmente entre países produtores (e consumidores) de café - e tendo em torno deste produto sua motivação. xxx

No campo de batalha

A professora Elisa Gonçalves Martins que vinha dirigindo o Serviço de Defesa do Consumidor, em Brasília, está agora na secretaria-geral adjunta do Ministério da Cultura. Continua também na presidência do Conselho dos Direitos da Mulher do Dsitrito Federal. Elisa é professora da Universidade Federal do Paraná e na adimistração José Richa foi uma das vítimas atingidas pela incompetência e ódio na Secretaria da Cultura naquele triste episódio.

Erros e acertos de Marés, coerente ideologicamente

Desde que assumiu a presidência da Fundação Cultural de Curitiba, na manhã de 11de abril de 1983, em substituição ao publicitário Sérgio Mercer, o advogado Carlos Frederico Marés de Souza, então com 35 anos, traçou uma linha ideológica-cultural para marcar sua administração.

No campo de batalha

Na coluna de quinta-feira, um erro de localização: a praça N. S. Salete, cujo paisagismo foi originalmente planejado por Roberto Burle Marx, com a colaboração de Gert Hotscbach, diretor do Museu Botânico Municipal, localiza-se defronte o Centro Cívico. A (pequena) praça diante do Passeio Público tem o nome de Kalil Gebram. Duas programações atraentes em setembro no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto: "Mitos", concerto do pianista César Camargo Mariano (mesmo nome de seu último elepê pela CBS), nos dias 9 e 10; Gal Costa, nos dias 23 e 24;

Viaro, um elevador de competência no Guaíra

Se o advogado Constantino Viaro sofresse do mal da vaidade - tão comum para alguns donos do poder nesta mui leal N.S. da Luz dos Pinhais - por certo que teria convocado um fotógrafo para estar em seu gabinete no entardecer de sexta-feira, 22. É que naquele momento, com a presença apenas do diretor administrativo Joel de Oliveira, a Fundação Teatro Guaíra sacramentou a instalação de um elevador para o auditório Bento Munhoz da Rocha Neto. Um cheque no valor de Cz$ 10 milhões foi entregue ao Sr.

Até os originais do livro foram perdidos

Uma prova de como o setor de pesquisa e editoração musical está a espera de que haja uma melhor coordenação de esforços é um fato gravíssimo, ocorrido há cerca de dois anos na Secretaria da Cultura - e que só não foi denunciado, até agora, devido a generosidade (e paciência) de sua vítima, a professora Marisa Ferraro Sampaio.

As explicações do secretário Dotti

O secretário Renê Dotti, da Cultura, apressou-se em nos esclarecer que o livro da pianista, professora e pesquisadora Marisa Ferraro Sampaio sobre o compositor Augusto Stresser - e que há quase 4 anos foi estraviada naquela pasta - talvez venha a ser publicado. Embora sem referir-se ao destino das fotos e documentos, material sem duplicata e que, ao contrário do texto, não foi devolvido à autora.

O álbum da ilha e a memória dos Koch

Começa a viabilizar-se, financeiramente, o maior projeto editorial da Secretaria de Cultura para este ano: a edição do álbum Ilha do Mel, com 65 belíssimas fotos em cores de Helmuth Wagner. O Bradesco, em mais uma demonstração de mecenato, concordou em doar seis milhões e meio de cruzados - aproximadamente 80% do custo deste luxuoso livro-de-arte, que há muito vem sendo planejado.
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