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Biggs, o ladrão que deu certo, faz agora segurança no Paraná

Às vezes o crime compensa. Para o inglês Ronald Biggs, por exemplo! Ronald Biggs, 66 anos, mais uma vez, foi requisitado para ser o garoto-propaganda da desonestidade.

Celso, o pioneiro do CD independente

Enquanto Vera Guimarães - a exemplo de tantos outros talentos musicais - buscam melhores oportunidades de trabalho no Exterior - outros mesmo sem deixarem, definitivamente, o nosso País também entendem a necessidade de tentar abrir espaços lá fora. É o caso de Celso Adolfo.

Luzes perfeitas para o vídeo sem palavras

Quando Valêncio Xavier concebeu "Mal" como um vídeo de trabalho o fez pensando dentro do curso que Dante Lecioli estava dando sobre uma técnica fundamental mas com poucos especialistas: a iluminação. Assim, como os recursos eram pequenos - apesar do apoio da Secretaria da Comunicação Social, na cessão de equipamento (o Sir-Laboratório de Som & Imagem também colaborou) não havia condições de desenvolver uma história sofisticada, que exigisse tomadas em locação e mesmo diálogos dos intérpretes.

No campo de batalha

Veteranos homens da cinematografia reuniram-se na manhã de quarta-feira no Bristol para a sessão especial de "Cinema Paradiso" em homenagem ao mais velho dos operadores de cinema do Paraná (e possivelmente do Brasil): Paquito Morilha, 87 anos, 75 de cinema - embora aposentado desde meados dos anos 60. Morilha começou com 11 anos, no cine Bijou, tendo que subir num banco para poder operar a velha máquina de exibição - tal como faz o personagem "Totó" no belíssimo filme de Giuseppe Tornatore, agora em exibição no Cinema I.

Uma lei para dar um dia à poesia?

Embora não tenha pretensões literárias, o vereador e radialista Mário Celso (PMDB) é uma das pessoas preocupadas com os assuntos culturais. Até agora tem sido uma das (poucas) vozes que, na Câmara, procura cobrar melhor ação da administração Jaime Lerner, inclusive dando eco a críticas que, a exemplo das administrações anteriores, a Secretaria Municipal da Cultura - procura fazer ouvidos de mercador.

No campo de batalha

Um bom exercício político: para onde irão os ocupantes dos cargos do primeiro escalão que desde ontem, último dia útil da administração Roberto Requião, deixaram os seus cargos? Há os que saíram da iniciativa privada e, naturalmente, voltarão para suas funções mais lucrativas nesta área. Há os profissionais liberais, além dos que também serviam em órgãos do Estado. Estes, como o governo é do PMDB, esperam ser bem aproveitados.

A praça Lindolfo Gaya

A homenagem que deveria ter sido feita pela prefeitura acabou acontecendo graças a iniciativa do Sir-Laboratório de Som & Imagem: uma praça interna das amplas instalações do maior estúdio de som do Sul ganhou o nome de Lindolfo Gaya, em homenagem ao maestro, arranjador e pianista, falecido em Curitiba em 14 de setembro do ano passado, aos 66 anos.

Na batalha dos jingles, até Garanhão dançou

No início, era apenas nos horários radiofônicos reservados ao TRE. Agora, a poluição sonora á geral. Em todo o Estado, mais de 10 mil veículos - de todos os modelos e estados de conservação - percorrem ruas, praças, avenidas e até rodovias para divulgarem as mensagens dos candidatos às eleições do próximo dia 15. Se antigamente, na falta de uma melhor tecnologia na aparelhagem de som, havia necessidade de locução ao vivo em cada veículo, agora uma simples e econômica fita minicassete possibilita a audição clara da mensagem e, o que é importante, dos jingles políticos.

Quem se lembra dos velhos constituintes de 34 e 47?

Quem se lembra de Aldo Laval, Cosntituinte em 1947 e um dos nove únicos sobreviventes daquela Legislatura? Pois, aos 82 anos, Laval continua firme e vigoroso e, dia destes, foi a redação da revista "Panorama", para contar aos jornalistas Luís Fernando Sá, 22 anos, um pouco da Assembléia Legislativa que funcionava, há 40 anos passados, onde hoje está a Câmara Municipal.

No campo de batalha

Mesmo sendo candidato ao Senado e, numa segunda etapa, presidenciável nome, José Richa começa a sentir que a ausência do poder executivo faz diminuir a legião dos puxa-sacos. Na manhã de quarta-feira, desembarcou prosaicamente de um voô comercial da Vasp, no aeroporto Afonso Pena. Cumprimentado apenas, discretamente, três pessoas que ali se encontravam, ele próprio, foi à secção de entrega de malas. Não havia ninguém para fazer este trabalho. xxx
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