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Leon Barg

Os sambas-de-enredo que poucos sabem cantar em nosso Carnaval

Com humor, criatividade e amor que tem pela cidade, Hélio Leites, 40 anos, há quase dois meses já comunicava ao Sr. Nelson Santos, presidente da comissão executiva do Carnaval de Curitiba, que, pela segunda vez, a mais alternativa das agremiações momescas de Curitiba - a Ex-cola de Samba "Unidos do Botão" (com "ex" mesmo) sairia uma semana antes do Carnaval para um minimalista desfile pela Boca Maldita, apresentando seu samba-de-enredo e os sete mini-carros confeccionados por seus 21 integrantes.

A não-entrevista de João, o silencioso

Quem viu, conferiu! Apesar de todas as chamadas para a "quebra de jejum de entrevistas há 14 anos", as "declarações" de João Gilberto para o repórter social Amaury Júnior em seu "Flash" (Rede Bandeirantes, uma hora da madrugada do último domingo, 7), não passaram de 80 palavras como, meticulosamente, computou um dos assessores do colunista Zózimo Barroso do Amaral, do "Jornal do Brasil".

Chico Viola, Orlando, Carmen e muitas outras vozes eternas

De certa forma, cada uma das etiquetas que se especializaram em reedições históricas refletem um pouco das preferências e visão de marketing de seus proprietários - colecionadores e profundos conhecedores da música brasileira do passado.

Leon, Chico, Manzo e outros caçadores de sons perdidos

Até o final dos anos 70, quem pretendesse conhecer a chamada época de ouro da música popular brasileira tinha poucas opções de escutar as grandes vozes, músicos e autores do período que cobre as décadas de 20 a 50.

Leon, aquele que revive a era de ouro da música

O homem que mais ama a música brasileira tradicional, Leon Barg, 60 anos, 40 de Curitiba

"Retratos", a obra prima do mestre Gnatalli, agora em CD

Em 1964, quando o Brasil vivia momentos de crise político-militar, pós golpe de 1º de abril, um dos gênios de nossa música, o gaúcho Radamés Gnatalli (porto Alegre, 27/1/1906-RJ, 1989) oferecia, longe das quarteladas, um trabalho de mestre" a suíte "Retratos", na qual homenageando Pixinguinha (1898-1973), Anacleto de Medeiros, (1866-1907), Chiquinha Gonzaga (1847-1935) e Ernesto Nazareth (1863-1934), desenvolvia um dos mais belos trabalhos instrumentais já feitos em nosso país.

The Best of Brazil, a personalidade recondicionada para consumo externo

Durante anos um dos negócios alternativos lucrativos para quem desejava estabelecer-se numa área paralelamente cultural era a de comercializar discos antigos. Afinal, era só nos "sebos" que se poderia encontrar discos editados há 10, 15 ou 30 anos e que, retirados de catálogos, esgotados, tornavam-se "collector's itens". Disto aproveitavam-se alguns donos de "sebos", cotando em somas elevadíssimas as raridades mais procuradas.

Emilinha, a maior, agora em CD

É religioso! Todos os anos, em 31 de agosto, repete-se uma tradição: missa de ação de Graças numa Igreja do Rio de Janeiro reúne uma platéia fortemente gay que, desde os anos 40, cultua a sua "Favorita", EMILINHA. Embora dizer a idade seja o fato que mais a irrita - consta que nasceu em 1923, embora oficialmente diga que nasceu em 36 - Emília Savana da Silva Rocha - a Emilinha Borba - é um exemplo de cantora popular que tem o seu público fiel.

O velho Cocker retorna sem precisar a ajuda dos amigos

Enquanto no Brasil, os grandes nomes da música do passado são esquecidos precocemente - e só graças a idealistas como Leon Barg é que tantos valores da época de ouro podem ser ouvidos em CDs - no próprio mundo do rock, tão mutável em seu consumismo, veteranos tem sua vez.
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