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Leonard Bernstein

Toscano, o maestro da nova Camerata Suzuki

A mais nova Camerata da cidade - e uma das poucas em seu gênero em todo o mundo - começa a aparecer. Dia 22, quarta-feira, no auditório da Reitoria, a Camerata Suzuki, fará o seu quinto concerto em quase dois anos de existência.

Música do cinema continuou sem mestres como Mancini e Legrand

1. West Side Story - Leonard Bernstein conducted - Kiri Te Kenewa - José Carreras - Tatiana Troyanos - Kurt Ollman e Marilyn Jorne (Deutsch Grammophon/Polygram). (*); 2. Tune In Tomorrow... - Wynton Marsalis - (Cinecom/Sony Music); 3. O Poderoso Chefão III/The Godfather III - Carmine Coppola (Columbia/Sony Music); 4. Febre na Selva (Tungle Fever) - Steve Wonder (Motown/BMG); 5. Campo de Sonhos - Priscilla Ermel (Estúdio Eldorado) (**); 6. Robin Hood - Prince of Thieves - Michael Kamen (Morgan Creek/Polygram); 7. Ghost - Do Outro Lado da Vida - Maurice Jarre - Paramount/BMG;

"West Side Story", a obra-prima dos musicais, agora em edição CD

- "A história dos Estados Unidos mudou agora" (juiz Felix Frankfurtter, da Suprema Corte, na noite de 20 de agosto de 1957). Ao fazer esta declaração tão forte, o magistrado Frankfurtter não referia-se a nenhuma questão jurídica. Era apenas a forma com que transmitia sua emoção e entusiasmo - semelhante a de algumas centenas de outras pessoas que, há 34 anos, assistiam a primeira apresentação daquele que, para a história do show business americano, é considerado o mais perfeito musical de todos os tempos: "West Side Story".

Era do CD amplia o mercado clássico

O crescimento impressionante do mercado do compact disc - a tal ponto que se reduzem as previsões de que o vinil ainda teria público até o final do milênio - beneficiou, basicamente, o público que consome música clássica e jazz. Exigente pela sua própria cultura, buscando sempre as melhores gravações, esta faixa (privilegiada) de colecionadores, que tradicionalmente já vinha se abastecendo de produtos importados, passa a ter graças a gravadoras como a Polygram, lançamentos cada vez melhores e atualizados, que estão saindo no Brasil quase que simultaneamente ao Exterior.

Banquete para os ouvidos com as audições eruditas

O setor clássico é, naturalmente, a menina dos olhos de ouro no planejamento das edições em CDs. Facilmente explicável: se constitui na faixa de consumo de melhor poder aquisitivo e também a mais exigente. Portanto, Maurício Quadrio, da Sony Classical, ex-CBS, que desde o ano passado há havia abandonado as edições em vinil, optou por CD/cromo para a produção que sairá este ano com o novo selo.

As perdas de 1990

Janeiro Ernest Widmer, nascido na Suíça, em 1927. Maestro-compositor, veio para o Brasil em 1956 a convite de K. F. Koelrreuter, naturalizando-se brasileiro. Viveu muitos anos na Bahia, onde implantou uma avançada escola de estudos e pesquisas. Faleceu dia 04/01. George Auld, saxofonista-tenor, nascido em 18/05/1919. Gravou seus melhores discos com Benny Goodman. Em 1977 apareceu numa ponta no filme "New York, New York" como o músico que ensina Robert De Niro a tocar saxofone. Dia 08/01.

Léo é agora executivo da Deutsch em Hamburgo

Quando Maurício Quadrio deixou a Polygram para assumir a divisão de projetos especiais da EMI/Odeon (de onde se transferiria para a CBS, na qual se encontra até hoje), a direção da multinacional holandesa decidiu investir num jovem que começava na fonografia: Leonardo Monteiro de Barros. Filho de um dos mais brilhantes jornalistas brasileiros - Arthur da Távora (hoje deputado federal e que já concorreu ao governo do Rio de Janeiro), excelente base cultural e, sobretudo, apaixonado pela boa música, Léo soube justificar o cargo que assumiu.

"Magdalena", quando nosso Villa tentou ir à Broadway

Se "Magdalena" é uma peça inédita em gravações no Brasil - e esta se trata, que saibamos, do único registro mundial - os outros nove cassetes-CDs da série "Digital Masters", com os quais a CBS inicia um novo ciclo operacional no Brasil - eliminando o disco tradicional - trazem obras conhecidas de outros registros, mas apropriadamente destinadas a uma faixa de consumidores intermediária.

Novamente, a Sinfônica de NY, com o maestro Leonard (em lp)

Com a morte do lendário Herbert von Karajan, aos 81 anos, no dia 16 de julho último, sem dúvida que o maestro mais famoso em todo o mundo passou a ser o americano Leonard Bernstein, 71 anos, compositor e regente, que através de suas aproximações com musicais da Broadway ("West Side Story", 1957; "Candide", 1956; "On The Town", 1949), chegou a faixas bem mais amplas de público. Educado em Harvard e no Curtis Institut of Music, na Filadélfia, professor na Universidade Brandeis (1951-56), seria, entretanto como titular da Filarmônica de Nova York (1958-69) que teria seu período mais áureo.

Em sua autobiografia, Autran chegou aos tempos de ginásio

Embora ocupado com a produção de "A Vida de Galileu Galilei" - que o manteve em Curitiba nos últimos quatro meses - e, sempre gentil e solícito, tenha também comparecido a uma série de reuniões sociais oferecidas por amigos e admiradores da cidade, Paulo Autran tentou, nas horas que lhe sobraram, na tranqüilidade do Hotel Mabu, levar adiante um projeto que há tempos lhe vem desafiando: escrever suas memórias.
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