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Livraria José Olympio Editora

Na Rosa dos Tempos, o texto é das mulheres

Os números são otimistas. Apesar de toda a crise, o mercado editorial continua a crescer, como mostram as estatísticas das editoras. Um movimento de quase um bilhão de dólares com a publicação de 10.000 títulos e cerca de 250 milhões de exemplares. Apesar do preço do livro continuar subindo, as listas de best-sellers ampliam-se.

O cinema para ler

Após anos de indigência editorial nas áreas das artes, começamos a entrar em dias melhores. Ano a ano, cresce a produção editorial de obras que se voltam ao cinema, música, teatro e artes plásticas - incluindo edições de arte. Mesmo com os tempos bicudos que enfrentamos, e, no caso de edições-brinde de obras de arte tenha havido uma natural recessão com o fim da Lei Sarney (que estimulava investimentos culturais), aliada aos rigores do Plano Collor, ainda se publicou bastante em 1990.

Os grandes textos que chegam à tela

Nos anos 50, uma das coleções de maior sucesso da saudosa editora Vecchi (quem se lembra desta casa publicadora?) era "Os Maiores Êxitos da Tela", que publicava os romances levados ao cinema - entre trabalhos originais ou adaptações. Com capas coloridas, papel-jornal, a preços econômicos, vendia como pão quente.

A lembrança dos anos de fogo no livro póstumo de Sra. Malka

Embora não exista uma atividade regular na área da resenha de livros - (em termos de crítica mais profunda, nem pensar) - alguns intelectuais e jornalistas que acompanham o movimento editorial no Paraná, como o professor Hélio de Freitas Puglielli, colaborador de O Estado do Paraná, poderão, no final do ano, para a 25ª edição do suplemento dos melhores na área artística-cultural, fazer apreciações em conjunto do que se vem publicando - em iniciativas oficiais ou privadas.

O fórum para se conhecer o país

Para quem prefere o real ao invés da ficção, a José Olympio Editora está fazendo um lançamento do maior fôlego: uma coleção reunindo os debates do Fórum nacional "Idéias para a modernização do Brasil".

"Carpe Dies", a poesia de Sérgio e os amigos

Paralelamente à produção do disco "Optimus in Habbeas Coppus", o engenheiro (e poeta) Sérgio Bittencourt também viabilizou uma coletânea de poetas paranaenses contemporâneos: "Carpe Dies" - inspirado em "A Sociedade dos Poetas Mortos" - está em fase final de produção, "dependendo apenas de um sopro de colaboração da Secretaria da Cultura para ganhar a impressão" diz Serginho, que anteriormente já havia financiado a edição de "Sete Quedas da Paixão" de Eduardo Hoffman, companheiro de corpo & versos.

Uma mostra de cartões com planejamento de marketing

Embora ainda não esteja definida qual será a próxima cidade que receberá a mostra "Celebridade & Mitos - o Mundo do Teatro em Antigos Cartões Postais" - encerrada na manhã de domingo, 15, na Casa Romário Martins - uma coisa é certa: Yolanda Roberto Marketing & Projetos Culturais Ltda., responsável pelo projeto, soube, como poucas vezes se viu, capitalizar o potencial de uma exposição realizada em espaço público.

Mulheres I: Rachel vem autografar a sua obra

Um nome maior da literatura brasileira estará na cidade dentro de um mês: Rachel de Queiroz virá no dia 18 para autografar os cinco volumes de sua obra completa, reeditada pela Editora José Olympio. A promoção é dos livreiros Tonicato Miranda e José De Biase, que com inteligência, bom relacionamento e visão cultural estão fazendo da Ipê Amarelo (Rua Comendador Araújo, 143) não só uma livraria mas um exemplar centro cultural.

No campo de batalha

Em administrações passadas, Costinha e Dercy Gonçalves nem obtinham datas no Guaíra. Hoje, uma visão mais liberal entende a importância destes artistas populares. Dercy ali esteve há algumas semanas e nesta quinta-feira é Costinha quem fará uma única apresentação de seu show "Brasil em Busca do Teatro". xxx Até outdoors foram usados pela livraria Ipê Amarelo para anunciar a presença da escritora Raquel de Queiroz hoje, a partir de 18h30, autografando a sua obra completa - cinco volumes lançados pela José Olympio. Uma promoção simpática, que merece grande cobertura. xxx

A antropologia e sociologia para atender melhor a magia do cinema

A bibliografia de cinema em português aprofunda-se. Agora são dois ensaios com abordagens sociológicas e antropológicas da mitologia das imagens que chegam as livrarias: "As Estrelas - Mito e Sedução do Cinema", de Edgar Morin (José Olympio Editora, 162 páginas) e "Antropologia do Cinema", de Massimo Cnegacci (Editora Brasiliense, 175 páginas, segunda edição revista e aumentada).
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