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Marilia Pera

Tadeu, o piano e a voz num espetáculo moderno

A natural atração que a superstar Marília Pêra provoca com seu elogiado show "Elas por Ela" (Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, ainda hoje, 21h), fez com que poucos espectadores se ligassem no espetáculo "Mania de Amar", apresentado ontem e que deve ser visto ainda hoje no Teatro Paiol.

Morozowicz, o brasileiro de ponta para exportação

Apenas três letras do final do sobrenome, mas quanta confusão! Inúmeras vezes a família Morozowski, de origem ucraína (embora com algum cruzamento polonês), tem sido confundida com os artísticos Morozowicz, cujo ramo curitibano tem raízes mais recentes - a partir da chegada do velho Thadeo (1900-1082) em Curitiba, há 65 anos passados e aqui instalando a primeira academia de danças.

"Parabéns, Noel" na Rádio Estadual

Com o avant-premiére de ontem, a Rádio Estadual estará apresentando todos os dias, às 12 horas, a série "Parabéns, Noel!", até a véspera do Natal. A programação é a seguinte:

Agora é a Golden Metais que promove o "Oscar" das artes

O sucesso do Prêmio Sharp de Música, idealizado e dirigido por José Maurício Machline, levou outras empresas a criarem promoções semelhantes. Assim, a Golden Metais lançou há alguns meses uma premiação para os melhores do teatro, cinema e televisão. Devido a problemas internos, os resultados dos indicados de 1989 só acontecerá no dia 17 de setembro, no Golden Room do Copacabana Palace.

Faça a coisa certa vendo o excelente filme de Lee

Bastaria a estréia de "Faça a Coisa Certa" (Condor, 5 sessões) para fazer desta uma das semanas mais importantes do ano, o polêmico, irreverente, crítico, atualíssimo e inteligente filme de Spike Lee, que desde maio do ano passado - quando teve sua apresentação mundial em Cannes - é daquelas obras que fazem renascer a confiança no cinema.

Depois de coçar Sarney, Zé volta com Dario Fó

José Maria Santos é, em termos paranaenses, aquilo que o veteraníssimo Paulo Autran sempre diz, desde que a fala entrou em "Liberdade, Liberdade" (1964). - Sou e serei sempre um homem de teatro! Pois o nosso bom Zé Maria, 55 anos, 35 de teatro, lapiando apaixonado, também há muito tempo vive de sua arte no palco. Só lamenta que não haja condições para montagens mais audaciosas, melhores recursos de produção e uma política cultural da qual, corajosamente, sempre soube ser um leal oposicionista. Sem querer ser nostálgico, José Maria fala, de cadeira, da decadência de nosso teatro.

Haja dinheiro para assistir a tantas atrações no Guaíra

Senhores e senhoras que acompanham a programação artística do Guaíra preparai vossos orçamentos! A partir de terça-feira, haverá necessidade de uma verba extra para bancar os ingressos de quatro atrações que chegam a Curitiba, com ingressos que variam de NCz$ 20,00 a NCz$ 70,00, sem contar que restam pouquíssimos bilhetes (entre NCz$ 240,00 e NCz$ 150,00) para a temporada do Bolshoi, em novembro.

No campo de batalha

José Possi Neto, um dos mais criativos diretores brasileiros, realizou um belo espetáculo musical - entremeando apresentação dos premiados - conduzida por Chico Anísio com a colaboração de Marília Pera, Emílio Santiago, o bailarino Paolette, Zizi Possi, entre outros. Sete bailarinos e a excelente Heartbreakers - a melhor jazz band do Brasil (e que acaba de gravar um lp no Eldorado) garantiram ao espetáculo uma qualidade na soma do elenco all star escolhido para interpretar os clássicos de Caymmi, o homenageado deste ano. xxx

Serão conhecidos hoje os vencedores do Prêmio Sharp

José Maurício Machline idealizou o Prêmio Sharp da Música Brasileira como uma promoção que reunisse credibilidade, projeção e pudesse ser comparada ao Grammy - que há 31 anos é o troféu mais valorizado dentro das muitas premiações musicais existentes nos Estados Unidos. Em dois anos, o Prêmio Sharp de Música já atingiu um estágio que concretiza o que José Maurício desejou: uma premiação aceita, respeitada e, naturalmente, desejada por todos os artistas brasileiros.

A noite de Cazuza na dignidade da coragem

Quando Cazuza entrou pela terceira vez no palco do Golden Room, na noite de terça-feira, 25, para receber o troféu que "Brasil" mereceu como música do ano, tirou o turbante - marca registrada de seu visual - e comentou: - Este turbante eu comprei em Nova York. É um turbante palestino que eles usam em conversações de paz. Na guerra, o turbante é vermelho. Hoje eu estou numa noite de paz.
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