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Marilyn Monroe

Vamos fazer por Carmen o disco que ela merece

Sei que amanhã quando eu morrer Os meus amigos vão dizer Que eu tinha um bom coração Outros até hão de chorar Vão querer me homenagear Fazendo de ouro um violão Mas depois que o tempo passar Sei que ninguém vai lembrar Que eu fui embora Por isso que eu penso assim Se alguém quiser fazer por mim Que faça agora ("Quando Eu Me Chamar Saudade", 1971, Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito). xxx

Vale a locação - O adeus dos irmãos Marx e a chegada de Marilyn ao cinema

O catálogo da Republic Pictures continua a ser uma das atrações para quem busca filmes importantes na locadoras. Neste final de mês, estão chegando mais dois títulos especiais. O primeiro é a comédia "Loucos de Amor" (Love Happy, EUA, 1949), 85 minutos, que David Miller realizou com roteiro de Frank Taslin (1913-1974), que se tornaria, posteriormente também um mestre da comédia sofisticada. O diretor David Miller, voltou a evidência na semana passada quando o Globo apresentou na televisão o seu filme "A Morte de um Presidente" (Executive Action, 73), sobre o complô para assassinar John F.

Mas o que foi mesmo que eles (e elas) disseram?

Uma frase inteligente, espirituosa, de efeito, faz com que uma entrevista, declaração, discurso ou mesmo um texto literário (ou não) ganhe uma dimensão especial e se reproduza de várias maneiras. Saber garimpar entre tanto que se fala e escreve neste nosso mundo, é o que jornalistas argutos vêm fazendo uma nova vertente editorial das mais bem sucedidas: os livros com o que os outros dizem (ou escrevem).

Um encontro (des)marcado pela paixão de Zélia, Fernando e poder temporário

Não se fala há duas semanas em outra coisa: o livro da Zélia. Nunca um livro foi tão comentado, discutido, xingado. Há ameaça até de uma (quase) burra unanimidade: fazer da ex-ministra da Economia mulher mais criticada deste país - justamente agora, quando ela deixou o poder. Nem quando foi anunciado o Plano Collor II - com o sequestro das poupanças - Zélia Cardoso e Mello esteve em tanta evidência.

Sucessos descartáveis e a chegada de Maíra

Guto Graça Mello, um dos primeiros diretores artísticos da Sigla, costumava definir esta etiqueta do grupo Globo, como "uma marca de marketing". Realmente, a visão dos produtores da Sigla é de acertar sempre no gosto do grande público - seja em montagens de elepês por gêneros, intérpretes, telenovelas ou dos (poucos) contratados. Por exemplo, dois discos de consumo certo, em faixas distintas.

Fogo da incopetência consumiu as vaidades

A cansativa e antiga discussão de cinema X literatura nem vem ao caso. "fogueira das Vaidades"(cine Astor, somente até amanhã) é decepcionante não pela natural comparação que aqueles que consumiram o best-seller de tom Wolf (editora Rocco) farão em relação ao filme de Brian DePalma, mas pela infelicidade na escolha do elenco que de princípio já compromete na empatia que uma história densa, corajosa e sobretudo atual poderia passar.

Uma visão corajosa de Brooklyn nos anos 50

Lançado obscuramente, apenas como complemento noturno da programação infantil do Cine Astor (o desenho animado "Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus", 14/16/18 horas), um dos mais interessantes filmes do ano sairá de cartaz amanhã visto por menos de 500 espectadores: "Noites Quentes no Brooklyn". O título - seguindo mais o menos o original, "Last Exit to Brooklyn" - afasta o público refinado, imaginando tratar-se apenas de um filme policial, com muita violência no mais assustador dos bairros novaiorquinos.

O verdadeiro Eddy Duchin que o cinema americano eternizou

Podem acreditar: Eddy Duchin existiu. Na segunda metade dos anos 50, apaixonadas donzelas e românticas adolescentes achavam que o pianista era mesmo o galã Tyrone Power (1914-1958), que teve em "Melodia Imortal" uma de suas últimas aparições no cinema (faleceria dois anos após, durante a rodagem de "Salomão e a Rainha de Sabá").

Videonotas

Cada vez mais as distribuidoras estão procurando gente competente para estruturar suas assessorias de imprensa. A jornalista Denise Jancar está agora dinamizando esta área da Look Vídeo, que para 1991 anuncia o lançamento de "O Pequeno Diabo" (Il Piccolo Diavolo), 1989, de Roberto Benigni (astro do último filme de Fellini, "Vozes da Lua"), que apesar de premiações e participações em festivais internacionais, não conseguiu distribuição comercial no Brasil. Aqui só foi apresentado dentro da Mostra Internacional de Cinema do ano passado. xxx
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