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'Pense N'Eu' para lembrar os inesquecíveis Gonzagas

Mais do que um evento que por duas horas apresentará o que de melhor existe na música que o povo ama num espetáculo em espaço (amanhã, quarta-feira, Avenida Luís Xavier, a partir das 18h), "Pense N'Eu - Gonzagão/Gonzaga/Gonzaguinha", será um monumento histórico para a cultura popular brasileira.

Imagens de stars, livros de arte e amigo de Lee, Waldir faz a América

A exemplo de outro "Bicho do Paraná", o músico Airto Guimorvan Moreira, 52 anos, hoje um dos percussionistas mais respeitados do mundo, Waldir Cruz, também viajou para Nova York, há muitos anos, com apenas US$ 100 emprestados e uma passagem aérea adquirida com as maiores dificuldades. Se Airto nasceu em Itaiópolis, SC, mas viveu alguns anos em Guarapuava (antes de Ponta Grossa e Curitiba, daqui seguindo para São Paulo), Waldir é guarapuavano do dia 10 de outubro de 1954.

Tetê, a que tem pássaros na garganta, grava na Amazônia

Tetê Espíndola, matogrossense de Campo Grande, de uma família de artistas talentosos, é a cantora com pássaros na garganta, como foi definida há anos, antes mesmo que o público descobrisse seu imenso talento ela fosse apenas uma cantora cult (*).

As jam sessions para o búfalo do Passeio

Raulzinho - Raul de Souza - constantemente confundido com o veterano Raul de Barros (Rio de Janeiro, 25/11/1915), carioca de Bangu, é daqueles músicos que comporta um perfil digno de figurar no Down Beat. Em quatro décadas de atividades artísticas reuniu um folclore em torno de sua pessoa que o faz personagem de estórias deliciosas - desde os tempos em que, sargento-músico da (excelente, na época) Banda de Música da Escola de Oficiais Especialistas e Guardas, onde entrou em 1958, passava semanas no xadrez por seus constantes atrasos.

No campo de batalha

Antônio Roberto de Godoy, 57 anos, diretor do grupo cinematográfico Hawaí, tem estado quase que semanalmente em Maringá. É que supervisiona os detalhes finais do Avenida Center, duas salas (370 e 260 espectadores), que serão inauguradas no próximo dia 12 de junho, aumentando para 4 os cinemas da Cidade Canção. xxx

As perspectivas que se abrem para a economia

Dentro de algum tempo - difícil prever datas, na dinâmica com que as coisas podem modificarem-se e acontecerem - não está fora de cogitação uma etapa de transformação turística dos 8 municípios lindeiros de Itaipu como o chamariz de um novo litoral paranaense.

A rainha soja pode perder o seu trono

Com a experiência de 20 anos na área do planejamento econômico e urbanístico, os técnicos Alceu Carnieri, 42, e Alberto Paranhos, 41, ambos da turma de 1969 da Universidade Federal do Paraná, vivência em projetos internacionais como consultores do Banco Mundial em vários países (Colômbia, Honduras e, mais demoradamente, na Bolívia) preocuparam-se em fazer nas diretrizes para o desenvolvimento dos municípios lindeiros de Itaipu algumas observações que soam como verdadeiras advertências que merecem reflexões dos que têm o poder político-administrativo.

Alecir levou fandango ao I Canto das Águas

"Louvação à Chimarrita", um fandango de Alecir de Antonina - de todos os compositores-intépretes paranaenses, o que mais se preocupa com a preservação e divulgação do folclore paranaense - foi a canção representativa de nosso Estado no I Canto das Águas do Mel, realizado no último fim-de-semana na cidade de Iraí (479 km de Porto Alegre).

Guizzo, adeus!

Há 25 anos que ele não mora mais aqui. Mas pela constante vida cultural, incansável batalhador pelas causas da música, cinema e literatura e os contatos que sempre soube manter entre os amigos e colegas que aqui fez entre 1959/64 - quando estudou Direito na Universidade Federal, era sempre uma presença constante: José Octávio Guizzo.

Depois da poesia de Manoel, Joel descobre Sucksdorf

O cineasta Joel Pizzini Filho aproveitou bem os dias que passou em Curitiba na semana passada. Começou fazendo uma sessão especial de "O Inviável Anonimato do Caramujo-Flor ou A/C de Manoel de Barros", que lhe valeu três premiações no XXI Festival do Cinema Brasileiro de Brasília. A sessão foi para Sérgio Reis, diretor de marketing do Bamerindus, que confiando no talento de Pizzini, foi quem liberou os recursos que possibilitaram a produção do filme - que ainda não tinha visto.
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