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Memória Histórica do Paraná

Wanderley, sem lágrimas, o homem, o profissional e uma oração testamento de Adeus!

"A Morte é a grande pergunta e a final e grande resposta de todos os credos... "(José Wanderley Dias, em sua última crônica. "Quando eu morrer", coluna "A Vista do Meu Ponto", página 5, 1º caderno, edição de ontem, 10/07/92, da "Gazeta do Povo"). Ontem, perla manhã, ao ler meus textos em O Estado do Paraná, deparando-me com habituais erros de imprensa - frases cortadas, palavras modificadas, pequenos empastelamentos, lembrei-me de Wanderley Dias. "Ao menos ele, deve estar aumentando seus álbuns de enganos de imprensa..."

O prefeito bem amado que foi condecorado com um fusquinha

Em 1967, quando foi criada a Justiça Federal, os primeiros juizes indicados para ocuparem as varas no Paraná foram o professor Manoel de Oliveira Franco Sobrinho, que havia sido deputado federal, tendo inclusive representado o Brasil em reuniões da ONU, Heraldo Vidal Coro e Milton Luis Pereira. Representava, já, uma [ascensão] significativa para o menino pobre criado no Norte do Paraná - nas cidades de Apucarana e Califórnia, e que vindo estudar em Curitiba, em 1951, aqui ganhou seu primeiro salário como locutor da Rádio Clube Paranaense.

Memórias da oposição (V)

Há pelo menos 15 anos que o mais respeitado jornalista político, o veterano Samuel Guimarães da Costa, 74 anos, 50 de imprensa, promete publicar um grande livro sobre o Paraná e seus homens, sua política.

Metry, um paranaense em andanças na Antártica

Um dos mais conceituados cientistas paranaenses, nome internacional na área de biologia, o professor Metry Bacila, 69 anos, é hoje uma das pessoas que melhor conhece a questão da Antártica. Integrante da comissão brasileira, na área científica, do projeto Antártica, o professor Bacila já esteve três vezes no Polo Sul, participando de importantes expedições científicas orientando importantes pesquisas na área da biologia.

Rubens, um militar que ajudou o nosso cinema

Homem que sempre diversificou suas atividades, voltando inclusive ao lado cultural, o coronel Rubens de Moraes ainda não se animou - apesar de solicitações e apelos recebidos - a escrever a história da Polícia Militar do estado do Paraná, que no próximo dia 10 de agosto estará comemorando 137 anos de fundação. Afinal, a bibliografia sobre a corporação militar do estado é mínima - existindo apenas um (hoje raro) livro de Carlos Bardelli e anotações esparsas.

Adeus, Stelinha!

Com a morte de Stelinha Egg, na segunda-feira, 17, o Paraná perdeu sua única cantora que obteve uma real projeção nacional. A verdade é que Stelinha, mesmo afastada da vida artística há mais de 10 anos, era a única intérprete nascida em Curitiba que conseguiu tornar-se um nome popular em termos nacionais, excursionando ao Exterior e gravando mais de uma centena de músicas em 78 rpm, 45 rpm e elepês.

Medicina e a música, paixões de um exemplo para gerações

O sonho do casal Hélio e Ofélia Brandão seria aproveitar uma parte da belíssima propriedade que adquiriram há 30 anos nas Mercês para ali construir uma escola de música, acoplada a um grande auditório - aproveitando inclusive a própria formação do terreno. Construída pelo madeireiro Ruy Itiberê da Cunha, já falecido (que foi o primeiro sogro do artista Juarez Machado), a mansão ergue-se numa pequena colina, entre dezenas de árvores e um bem cuidado jardim.

Pórcia, uma educadora do Paraná (o segredo da eterna juventude)

Se quisesse, a psicóloga Pórcia Guimarães Alves, 72 anos, poderia engordar sua conta bancária com os direitos autorais de um livro tipo "como envelhecer com humor" ou "mantendo a juventude mesmo com a idade". Afinal, poucas pessoas têm, como ela, tanta jovialidade, entusiasmo e gosto pela vida, num permanente otimismo e disposição. Acaba de retornar de uma nova e longa viagem ao Exterior - pela terceira vez esteve em Hong Kong e Bali e já faz planos para novos roteiros em 1991.

Os 80 anos de Lafayete, o herdeiro de Chic-Chic

Lafayete nasceu em Minas, justamente no município de Queluz, na cidade que lhe deu o primeiro nome. "Como sou de circo, poderia ter nascido em qualquer outra cidade, principalmente em 1931, quando os Irmãos Queirolo cruzavam o Brasil de Norte a Sul" - recordou o artista no início de um longo depoimento gravado na semana passada, para o projeto Memória Histórica do Paraná. A história de Lafayete é muito da história do circo de sua família - e este, por sua vez, da história circense brasileira.

Maranhão, o homem de nosso teatro amador

Em dezembro, o Teatro do Estudante do Paraná apresenta uma nova peça - "A Morta Viva". Após uma curta temporada no miniauditório Glauco Flores de Sá Brito, estará sendo levada a Feira de Santana, na Bahia. Seria apenas um pequeno registro, se não tivesse um detalhe: significa que o mais antigo grupo de teatro amador do Paraná continua em atividade - e com ele também o seu fundador e principal animador, Armando Maranhão, 61 anos, completados dia 18 de junho último, 42 de atividades artísticas. Em sua modéstia nordestina, tranqüilo, Maranhão é discreto:
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