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A biografia que revela Woody de corpo inteiro

Uma das mais completas biografias já feitas sobre um cineasta contemporâneo foi a que Eric Lax publicou no ano passado nos Estados Unidos sobre Woody Allen e que, menos de 7 meses após ter saído naquele País teve sua tradução brasileira lançada pela Companhia das Letras ("Woody Allen - Uma Biografia", 387 páginas, tradução de Giovanni Mafra Silva).

Cenas de sexo em Nova York e na Califórnia

Coincidentemente duas recentíssimas produções americanas trazem um olhar cínico, debochado mas atual sobre relações conjugais e sexuais entre pessoas das classes mais abastadas da paradisíaca Califórnia. "Cenas em um shopping" (exibido no Bristol na semana passada: breve edição em vídeo) e "Luta de classes em Beverly Hills" (cine Groff, somente hoje) tem muitas similitudes, além de realizadores identificados em suas visões de um tranqüilo american way of life distante do ordinary people em suas realidades econômicas.

A universalidade de Allen e sua "Aldeia"

Na proporção em que sua obra vem adquirindo uma importância cada vez maior, deixando há muito apenas a imagem de cronista visual do american way of life, o cinema de Woody Allen passa a atingir um nível que, ao espectador deste final de século, tem que ser visto e entendido numa extensão bem mais ampla do que o simples entretenimento.

Um banquete para os cinéfilos com cinco estréias

Uma das reclamações mais comuns dos curitibanos que acompanham os lançamentos no circuito comercial é antiga: - "Durante semanas não há estréias. Quando chegam filmes importantes, há simultaneidade. Poucos permanecem mais de uma semana em cartaz. E não há tempo para assistir a todos". Forma-se o círculo vicioso: falta tempo (e também dinheiro, com ingressos a Cr$ 120,00) para se assistir, numa mesma semana em cartaz, cinco filmes que merecem verificação. Como, por exemplo, acontece agora.

Um banquete nova-iorquino para paladares especiais

"Pague um, leve três" sintetizou, com a maior objetividade, Denise Araújo, a curitibana que se tornou há pouco a primeira "Doutora em Woody Allen" (ver texto nesta mesma página), comentando "Contos de Nova Iorque" (Cine Bristol, hoje, 4 últimas exibições). São três estórias curtas unidas num filme com uma mesma cidade-tema: A Big Apple, na qual nasceram - ou vivem - os seus autores - apaixonados, Martin Scorcese, Francis Coppola e Woody Allen.

Triste "Splendor" com salas vazias na tela e no Bristol

Não poderia ser mais paradoxal! Um filme que tem no esvaziamento dos cinemas a sua história deixa o cartaz do Bristol , com uma das menores bilheterias do ano: apenas 424 espectadores em 25 sessões - já que 3 acabaram sendo canceladas por total ausência de espectadores. O mais irônico: outro filme, com a mesma temática, teve mais de 60 mil espectadores em dez semanas de exibição. Por que?

Os contos novaiorquinos de Woody, Scorcese e Coppola

Durante 3 anos, foi imbatível com "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985), "Hannah e Suas Irmãs" (1986) e "A Era do Rádio" (1987), Woody Allen esteve em primeiro lugar nas listas dos melhores filmes do ano.

Woody Allen, o teorema das emoções

"Não é possível aprisionar os sentimentos profundos". (Marion, personagem de "A Outra"). O teorema parece se completar: há oito anos tínhamos a hipótese com os dados enunciados nos personagens femininos de "Interiores".
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