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Milton Nascimento

"Oriente", afinal o LP solo de Hugo Fatturoso

Beverly Hills, Los Angeles, janeiro de 1978. Na belíssima mansão de Airto e Flora, passo um inesquecível sábado californiano. A Flora havia me apanhado ainda cedo no hotel em que estava hospedado, em Westwood, próximo a U.C.A, e eu tinha reservado o dia para rever os bons amigos brasileiros. Só que, assim que entrei no Thunderbird-78 de Flora, desculpou-se: - "Apareceu uma nova excursão e o Airto está ensaiando com o grupo e preparando também a finalização de um elepê".

Eugénia Melo e Castro traz inéditas músicas lusitanas

Nos anos 70, o elétrico Marcos Pereira (1930-1980) ao lançar o primeiro disco no Brasil da cantora portuguesa Paula Ribas procurou mostrar uma intérprete jovem, rejuvenescendo um gênero dolente e que tradicionalmente tem em Amália Rodrigues sua maior identificação.

Plebe Rude e Clara Sandroni em shows

Clara Sandroni, o braço musical de Austregésilo de Athayde, pela primeira vez canta em Curitiba. Com o show "Noite Clara" , ela pisa no palco do Teatro Paiol amanhã e domingo. Já a noite de hoje está reservada para o Aeroanta, marcando a volta do grupo Plebe Rude aos palcos.

Aguenta Coração

Mais de cinco mil pessoas lotarão o Teatro Guaíra nas noites de hoje e amanhã para ver de perto o "rei" Roberto Carlos. O produtor Mozart Primo havia reservado apenas a noite de hoje para o show "Coração". No entanto, os ingressos (de 20 a 10 mil cruzeiros) foram vendidos rapidamente e, na quarta-feira, Roberto Carlos, para atender o imenso fã-clube, autorizou sessão extra, que acontecerá amanhã.

De Cornélio aos rurbanos, a tradição pela música da terra

Qualquer pesquisa de maior profundidade sobre a música rural - hoje rurbana, desaguando no brega suburbano - que se transformou num dos gêneros de maior rentabilidade no mercado fonográfico tem que passar pela Continental. Assim como a Copacabana, a família Bungthin deve ao seu elenco sertanejo a sobrevivência empresarial nos anos difíceis - especialmente no imenso elenco que foi formado por outra etiqueta histórica, a Chantecler - inicialmente uma divisão da firma Cassio Muniz, depois integrada ao grupo Indústrias Elétricas S/A.

Um feliz Natal ouvindo Nat Cole, Rogers e brasileiros

Houve um tempo em que a música sazonal ditava as regras no mercado fonográfico. Compositores como Braguinha compunham de acordo com as estações e as efemérides: as canções juninas, os sambas carnavalescos e, naturalmente, as músicas de Natal. Hoje, com a mudança do mercado, poucas vezes se dá importância às datas para lançamentos especiais - a começar pelo Carnaval, cuja música se restringe aos sambas-de-enredo das escolas do Rio de Janeiro e São Paulo (eventualmente, algum outro Estado tenta apresentar discos com músicas de seu Carnaval mas o fracasso é grande).

Ouça Selma, uma nova e bela voz brasileira

Mesmo que em menor número do que o boom do canto feminino de anos anteriores, mas na busca de encontrar novas cantoras capazes de se destacarem, várias etiquetas continuam lançando mulheres afinadas, sensíveis e de talento. A grande revelação de 1990 está sendo Itamara Kooraz, cujos primeiros shows no Rio de Janeiro (como o que faz no "Mistura Up", com o violonista e compositor Guinga, de 8 a 11 de agosto), ganhou os maiores elogios e o convite para fazer seu elepê pela Velas que, saindo este ano, a coloca como candidata de grande revelação.

O rei nat em sua majestade vocal

No finalzinho de 1989, como um verdadeiro presente de Natal, a EMI-Odeon lançou "Songs We'll Never Forget", caixa com 5 elepês reunindo 60 das melhores gravações de Nat King Cole durante os muitos anos que esteve contratado da EMI-Odeon. Síntese de um projeto global que no EUA se constituía em 20 elepês - também lançados em CD - "Songs We'll Never Forget" ficou como um dos melhores relançamentos do ano que passou, embora, infelizmente, sem ter a divulgação merecida.

A travessia pelo talento de Bituca em cinco fases

Por várias razões - mas que podem ser resumidas na questão econômica, que desistimula investimentos maiores em áreas de riscos - a maioria das gravadoras vem fazendo relançamentos às mãos-cheias. Desde as multinacionais com seus acervos históricos até pequenas etiquetas, com público específico - como a Revivendo, do bravo Leon Barg, em Curitiba, já com mais de 60 títulos na praça e preparando-se para os três primeiros Cds (Carmem Miranda, Orlando Silva e Francisco Alves).

Lembrando Vinícius e nostalgia em cassete

Ao lado de projetos uniformes, reunindo limelights da obra de grandes autores e intérpretes - como fez com as faixas de Nat King Cole ("Songs We'll Never Forget"), Altemar Dutra ("O Trovador das Américas"), e, agora Milton Nascimento e João Gilberto, a Emi-Odeon, através de sua divisão de projetos especiais, com orientação do competente Francisco Rodrigues, também promove reedições simples - mas igualmente bem cuidadas.
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