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Milton Nascimento

"Txai", o canto dos povos da floresta com Nascimento

Vencendo uma timidez que o caracterizava por tantos anos - "é um exercício de aproximação", explica - Milton Nascimento (Rio de Janeiro, 26/10/1942) passou os últimos dias falando com os jornalistas. Ao vivo e por telefone. Dentro de um perfeito esquema de promoção montado por Werther Brunner, diretor nacional de promoção da CBS, Milton pode falar com jornalista e radialistas a propósito de seu novo - o 25º de uma carreira hoje internacional - que desde a semana passada está nas lojas: Txai.

Airto e Flora virão com Gillespie para Free Jazz

No domingo, Airto Moreira telefonou de Los Angeles, para a casa de sua mãe, dona Zelinda, 75 anos, contando que estava retornando de uma nova tournée, desta vez de três semanas na Inglaterra e mais uma em Cuba. Segunda-feira, 21, Beatriz Alessi, correspondente da "Folha de São Paulo" em Londres, relatava sobre a temporada de três semanas que Airto e Flora Purim haviam feito no Ronnie Scott's - a mais famosa casa de jazz da Capital inglesa - com lotação esgotada todas as noites.

Amélia e Clara, revelações veteranas para a nossa MPB

É sempre um risco apontar um(a) intérprete como revelação do ano quando, na verdade, este artista, em inúmeros casos, vem há anos batalhando pelo seu espaço. É o caso de Amélia Rabello, que estará em nossa edição dos melhores de 1989 como revelação do ano, mas que, na verdade, é uma estreante-veterana. Chegou agora ao seu primeiro elepê como solista (Velas/Polygram), mas com a esperiência, a bagagem e o rigor técnico de uma veterana. E não por acaso!

Dia 5, Indiana Jones chega agora em vídeo

Quem exibiu, faturou. Quem não exibiu, pode tirar o cavalinho da chuva: "Indiana Jones e a Última Cruzada" tem seu lançamento mundial em vídeo no dia 5 de fevereiro e dentro do marketing mundial que a CIC Vídeo programou para obter nesta nova faixa ao menos 70% dos lucros do que o filme já rendeu, no mesmo dia as primeiras cópias estarão chegando nas principais locadoras do Brasil.

Na gorda safra visual, chegou a Sociedade dos Poetas Mortos

Começa a safra das vacas gordas para os exibidores! Após algumas semanas de indigência de filmes - e em conseqüência também de público - abre-se a temporada do Oscar, trazendo filmes que com o maior marketing faz com que o acomodado espectador, cada vez mais viciado pela TV e vídeo - e também assustado com os preços dos ingressos, a falta de segurança para estacionar veículos no centro e outras razões que levam ao esvaziamento das salas de exibição - prefira cada vez mais ver os filmes na telinha do que no esplendor da tela ampla.

A bela música que Túlio fez e Nascimento cantou

Mais do que defeitos, deve-se procurar ver as virtudes em "Jorge, Um Brasileiro", primeira produção nacional com lançamento em 1989 - ano que se afigura dramático para o nosso cinema (há apenas 11 longas em condições de entrarem no mercado, o que se refletirá na pobreza artística dos festivais), e que, coincidentemente, chegou em Curitiba ao mesmo tempo em que está em exibição (Ritz, 5 sessões), outro filme brasileiro voltado para nossas raízes, o atualíssimo "Fronteira das Almas", de Hermano Penna.

Trilhas trazem até o som do que ainda não se viu

O ano promete em matéria de trilhas sonoras, impulsionadas neste mês de março e festa do Oscar - o que faz com que ao menos as sound tracks dos nominados ganhem edições nacionais. É bem verdade que a melhor trilha da temporada saiu mesmo no final de 1988 - "Bird", o magnífico trabalho de remixagem que Lennie Niehaus fez com solos de Charlie Parker (1920/1955), com novos acompanhamentos, numa trilha à altura do belíssimo filme de Clint Eastwood - mas que infelizmente ficou apenas uma semana em exibição no Bristol (a trilha foi lançada pela CBS, em disco convencional e também CD).

Sessentão Oscar, com todo o seu marketing

Nesta semana de Oscar - com 4 dos 35 filmes que obtiveram alguma nominação para a mais famosa de todas as premiações da indústria cinematográfica em exibição na cidade - é natural que o interesse do público, alimentado pela grande imprensa se volte a esta promoção da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood que, há 60 anos, se dedica a galardoar os que seus membros entendem como os melhores de cada ano.

"Bird" voa e chegam comédias e o terror

Lamentavelmente "Bird", de Clint Eastwood, a profunda biografia do saxofonista Charlie Parker (1920-1955), não resistiu a mais do que 7 dias em exibição no Bristol. Teve a mesma sorte (?) que "O Amor Não Tem Sexo", do inglês Stephen Frears, cinebiografia do dramaturgo Joe Orton (1937-1967), que também ficou apenas uma semana em cartaz. Pelo visto, o público não está sabendo prestigiar filmes importantes, de idéias e que mereceriam permanecer de duas a três semanas em exibição. E ainda os que apontam Curitiba como exemplo de cidade de público culto e civilizado...

Mais do que um sex symbol, a busca pela carreira-solo

Sexta-feira, 4, Paulo Ricardo terminou o dia extenuado vocalmente. Durante mais de 7 horas, do escritório de Verther Brunner, chefe da divulgação da CBS, no Rio de Janeiro, falou com mais de 40 jornalistas em dezenas de cidades.
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