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Com a falta de dinheiro, os nossos curtas estão parados

No ano passado o Paraná esteve totalmente ausente no circuito dos festivais de cinema. Se em 1988, Fernando Severo conseguiu com seu curta, 16 mm, algumas premiações em Gramado, Brasília e Salvador - principalmente porque "O Mundo Perdido de Kozák" focava, com bom gosto e cuidados de realização, um tema muito simpático (o resgate de um pioneiro da cinematografia, com preocupações ecológicas já nos anos 40/50), no ano passado nenhum realizador paranaense conseguiu ingressar sequer na parte seletiva dos festivais.

Lélio e Bettega falam dos filmes que amaram

Simultaneamente, a bibliografia de cinema é enriquecida com duas oportunas contribuições de críticos paranaenses: "Filmes Vistos e Anotados", de Francisco Bettega Netto (Cadernos do MIS/nº 12, edição do Museu da Imagem e do Som do Paraná, 60 páginas; ainda sem data de lançamento) e "CineAstral - I" de Lélio Sottomaior Júnior (32 páginas, edição do autor, circulação dirigida).

Um Chico Mendes julgado na competição dos curtas-metragens

Fortaleza - Como eficiente assessor da Embrafilme, o jornalista Sebastião França, faz questão de contar a boa notícia: por determinação do ministro José Aparecido de Oliveira, da Cultura - após ouvir o apelo do secretário René Dotti (de quem França foi assessor especial por seis meses) a Fundação do Cinema Brasileiro vai agilizar a sua participação para que os quatro curtas-metragens, co-produzidos pelo governo do Paraná, sejam, enfim, finalizados. Não é sem tempo.

Blue Note colore sonoramente as nossas noites jazzísticas

Fundado há 3 anos (junho de 1987) o Blue Note Jazz Clube andou meio capengando nos últimos tempos, mas agora, com um novo presidente, o colecionador Caetano Cerqueira Rodrigues, 54 anos, dono do maior acervo em CD em jazz no Paraná (e entre as maiores do País) - e para cuja concretização aplicou alguns milhares de dólares de sua grande fortuna - novos tempos deverão marcar a entidade.

Na vitrina de imagens, o que há de novo em vídeos

Na ampla vitrine do que há de mais representativo na comunicação audiovisual - incluindo cinema, vídeo e programas de televisão - qualquer festival internacional, seja o FestRio, seja o de Cannes ou Berlim, traz uma contradição: reúne de 10 a 15 dias centenas de produtos das mais diferentes origens, técnicas e propostas, as quais é impossível acompanhar se quer em 20% do que é exibido.

Muita criatividade nos vídeos vindos da França

Não foi fácil aos júris de televisão e vídeo selecionar os trabalhos merecedores dos Tucanos de Ouro e Prata, nas diferentes categorias inscritas ao IV FestRio-Fortaleza. Mostrando uma admirável utilização de recursos eletronicos-visuais cada vez mais sofisticados - ou se voltando a visões jornalísticas de temas importantíssimos - os vídeomakers e produtores/diretores de programas de televisão permitiram que, durante 8 dias, no delírio visual de múltiplas imagens projetadas no auditório e no salão Joazeiro do Othom Imperial, na capital cearense, a visão de produções marcantes.

Os urros de Leon sobre a garimpagem do bom som

Quando idealizou reeditar muitas das preciosidades em 78 rpm que acumulou ao longo de mais de 40 de seus 59 anos de vida, o pernambucano Leon Barg já imaginava que sua iniciativa viria, para usar uma frase clichê, preencher um espaço em nossa memória cultural.

Sulina editará obra completa de Valêncio

Valêncio Xavier voltou eufórico de Porto Alegre. Além de uma ativa participação no II Fórum de Museus da Imagem e do Som e Entidades Assemelhadas, na qual propôs inclusive a criação de uma associação nacional (e de cuja presidência abriu mão), aproveitou para acertar com a editora Sulina a edição de suas obras completas.

No campo de batalha

Não poderia ter sido mais proveitosa a passagem de Ziraldo por Curitiba no último fim-de-semana: além do prazer de assistir a estréia de "Flics" pelo Ballet Guaíra, fez duas concorridas palestras dentro do projeto Encontro Marcado, coordenado por Araken Távora, e no Solar dos Leões participou de uma "Tarde de Criação" com as crianças. xxx

João Batista prepara "Vlado" e lança seu primeiro romance

Há três anos, no XX Festival do Cinema Brasileiro de Brasília, quando João Batista de Andrade participava com "O País dos Tenentes" - que entre outras premiações valeu o Candango de melhor ator a Paulo Autran - se falou muito não apenas naquele filme de visão histórica do tenentismo, mas, especialmente, do projeto que já fascinava ao cineasta mineiro-paulista: "Vlado".
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