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Moreira da Silva

Na Batata. Moreira fala do mundo musical dos cariocas

A música como flash da sociedade? Eis um tema que ainda está a espera de interpretações e estudos de profundidade em termos de estudos socio-antropológicos-musicais e nesta época em que tantos jovens professores que se voltam a temas populares para suas dissertações de mestrado (e doutorado) aqui fica a dica.

Jamil, romântico brasileiro sonhador da noite curitibana

Na faixa que dá título ao seu terceiro elepê, Jamil Hussein de certa maneira sintetiza aquilo que sempre foi o sonho de milhões de brasileiros: dinheiro, mulheres bonitas e, de certa forma, uma espécie de poder. Mas assim como em "Acertei no Milhar" (Wilson Batista/Geraldo Pereira - 1945) - que o octogenário Moreira da Silva imortalizou, no final tudo não passa de um sonho. Jamil é também um sonhador. Um curitibano - por acaso nascido em São Paulo (4 de setembro de 1952) mas que há pelo menos dez anos tenta buscar se espaço em nosso mundo artístico.

O som que Vargas inspirou para ajudar os brizolistas

A partir da próxima semana o Movimento Nacional Leonel Brizola intensificará as vendas do primeiro produto cultural destinado a engordar o cofre da campanha do PDT: um disco intitulado "O Grande Presidente", idealizado e produzido por Aluízio Falcão, com o selo da "Idéia Livre" e que descontados o custo industrial, terá toda sua renda destinada a fazer fundos na campanha para levar Brizola ao Palácio do Planalto.

O cantor da Amélia, da mulata, do melhor samba

Um evento especial para marcar os 20 anos de morte - e os 80 de nascimento - de Ataulfo Alves: na próxima semana, a Sigla/Som Livre lança o elepê "Ataulfo Alves - Leva Meu Samba", segundo volume da nova fase do selo Som Livre Documento, que obteve consagração em sua criação, em outubro/88, com "Cartola - Bate Outra Vez..." - considerado um dos melhores discos do ano que passou.

No campo de batalha

* Mais uma premiação para Denise Stocklos: dia 4, em São Paulo, recebeu o Troféu Lei Sarney, que veio acompanhado de um polpudo cheque de mais de um milhão de cruzados. Ganhou na categoria de teatro, por seu belíssimo trabalho, em mímica, de "Maria Stuart".

Os tesouros sonoros do arquivo de Leon

Leon Barg viaja hoje para Recife - sua cidade Natal, que deixou há quase 40 anos - mais de 30 dos quais em Curitiba. Dono da maior coleção de discos de 78 rpm da música popular brasileira, Leon criou a etiqueta "Revivendo", exclusivamente para reeditar o que há de melhor em nossa música - e neste mês acrescentará aos doze títulos já na praça, mais quatro discos, todos gravações raríssimas. xxx

Os trinta anos de uma gravadora. Brasileira

Trinta anos de resistência. Eis uma epígrafe que poderia ser aplicada aos aniversários de suas empresas que identificam a produção fonográfica no Brasil - e que transcorre neste mês. Numa área de indústria cultural no qual os grandes multinacionais sempre dominaram, os 30 anos que a Companhia Industrial de Discos está comemorando agora - e de fundação da Chantecler, que transcorre nesta terça-feira, 16, sem qualquer lembrança, encontra-se um pouco da história da própria músic brasileira, como produto cultural e de consumo.

Hermínio, uma autobiografia!

Ele é poeta, letrista, produtor fonográfico, diretor de shows, bom amigo e excelente copo. Tem o dom de fazer coisas bonitas em tudo que se propõe, seja uma música, um show, um livro. Seus amigos espalham-se pelo mundo e é um dos batalhadores pela cultura de raízes, valorizando tudo que é brasileiro da gema. Já houve até quem o quisesse como Ministro da Cultura ou presidente da FUNARTE - sem falar na Secretaria da Cultura do Rio de Janeiro. Mas ele prefere ser apenas um agitador cultural lutando pela MPB, fazendo projetos belíssimos - como o Bello de seu nome.
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