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Voz e violão na perfeição de Ney Matogrosso e Rafael

A abertura de "Plural", com o violão perfeito de Marco Pereira e a voz maior de Gal Costa é tão suave que, os mais ortodoxos fãs de nossa MPB, dispensariam inclusive outros instrumentos (o que baratearia o custo por apresentação, hoje ao redor de Cr$ 4 milhões).

Chico Viola, Orlando, Carmen e muitas outras vozes eternas

De certa forma, cada uma das etiquetas que se especializaram em reedições históricas refletem um pouco das preferências e visão de marketing de seus proprietários - colecionadores e profundos conhecedores da música brasileira do passado.

Música Brasileira - As reedições chegam com qualidade

Por múltiplas razões, a reedição se tornou uma forma de gravadores tradicionais - ou mesmo produtoras independentes, na área nostálgica - para enfrentar estes tempos de recessão. Afinal, para as gravadoras que dispõem de grandes acervos não custa quase nada providenciar remontagens de gravações de artistas que passaram pelos seus estúdios. Infelizmente, a maioria dos lançamentos é feita de uma forma caça-níquel - e nisto a Continental é campeã absoluta - recolocando dezenas de vezes no mercado, com títulos e capas diferentes, as mais esdrúxulas montagens.

Pinheiro Machado, um exemplo de bom editor

Entre uma nova geração de editores brasileiros que mesmo enfrentando as limitações de um mercado muito aquém das possibilidades que teria (como exemplo, lembramos o que registramos no último domingo, sobre a existência de apenas 81 pontos de vendas de livros no Paraná), alguns publishers de visão estão impulsionando suas casas editoras de forma exemplar.

Avaré e Cascavel fazem seus festivais de MPB

Julho é o mês dos festivais de música. Enquanto em Londrina, Campos do Jordão e Blumenau acontecem os eventos na área clássica, em Avaré e Cascavel ocorrem dois dos mais tradicionais festivais de MPB. Coincidentemente, neste fim-de-semana, o que impede que muitos ratões de festivais - aqueles compositores-intérpretes que tais como o personagem de "O Vencedor" de Ignácio de Loyola, vivem dos prêmios que buscam em mostras competitivas - possam buscar os troféus e, especialmente, os cheques nos eventos que mais uma vez estarão ocorrendo a partir de hoje.

Inédito de Ary Barroso gravado pela Revivendo

Além de 22 históricos fonogramas, com registros que vão desde os Hinos à Bandeira Nacional (1906) e o "Hino Nacional Brasileiro" (1822), até "Isso é Brasil" (1947, José Maria de Abreu / Luiz Peixoto), a arqueologia ufanista promovida por Leon Barg incluiu uma faixa inédita. Trata-se de "Onde o Sol Doira as Espigas" (1944), samba de Ary Barroso (1903-1964), que só foi cantado no rádio duas vezes pelo cantor Moraes Neto em 1944. Hoje aos 73 anos, residindo em Curitiba desde 1989, Moraes Neto contou a Leon Barg sobre esta música inédita do grande Ary, que sofreu a censura na época.

No campo de batalha

Mais uma merecida honraria para engrandecer o curriculum de nosso cientista maior: o professor Newton Freire Maia, foi um dos quatro brasileiros distinguidos com o prêmio "Alfred Zurzygowski" de 1991 pela Academia Nacional de Medicina. Receberá o diploma no próximo dia 15, no Rio de Janeiro, em solenidade que terá como orador o Dr. João Cardoso de Castro. Os outros distinguidos com a mesma distinção foram os médicos Otávio Alves de Lima Filho, Nelson da Silva Porto e Eleutério Brun Negreiros. xxx

O piano maravilhoso nas teclas de Geraldo Flach

Geraldo Flach é um gaúcho generoso, amigo e, sobretudo, talentoso. Está hoje para a moderna música instrumental brasileira no Rio Grande do Sul como, no passado, Lupiscínio Rodrigues estava como compositor: um criador dos mais competentes ao fazer - e interpretar a sua música. Se o inesquecível Lupe mal batia uma caixa-de-fósforos - mas deixou obras antológicas - Flach, na maturidade de seus quase 50 anos, é um artista que domina o instrumento (piano), arranjador de primeira linha e sobretudo compositor dos mais inspirados.

As vanguardistas parcerias deste talentoso Cavalcanti

"Uma canção não é uma letra entoada. Uma canção não é uma melodia que diz. Uma canção é algo que ocorre entre verbo e som, sem privilegiar nenhum deles". (Arnaldo Antunes, poeta, letrista). Noite destas, no sempre notável "Jô: Onze e Meia", o poeta e letrista Abel Costa, falou sobre a importância dos letristas e, surpreendentemente, mostrou também uma belíssima voz, acompanhando-se ao violão. Um profissional que tem uma obra do melhor nível, com vários (e importantes) parceiros (Suely Costa, Fagner, etc.).

No campo de batalha

Carlos Marassi e Leila Magalhães, da Realiza Eventos, estréiam na área de produção de shows com um espetáculo musical de bons fluídos: a única apresentação (hoje, 21h, auditório Salvador de Ferrante) do Quinteto Onze e Meia.
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