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Museu da Imagem e do Som

No campo de batalha

Organização é isto: em apenas 10 dias, Fernando Severo fez todas as filmagens - externas e internas - de "Longas Sombras no Fim da Tarde", com locations em Morretes, Ilha do Mel e Antonina. Segunda-feira, 1º, fez os últimos takes com o ator José Rubens Siqueira, em seqüências rodadas na sede do Sindicato dos Artistas e Profissionais em Espetáculos no Paraná. xxx

Começamos a entrar na época dos videomakers

Classificar como um "movimento" talvez seja precipitado, já que até agora os trabalhos têm sido desenvolvidos graças a esforços individuais ou de pequenos grupos. Mas sem duvida as novas perspectivas trazidas pela época do vídeo no que diz respeito à criação de projetos audiovisuais está estimulando a dezenas de pessoas a se lançarem na aventura fascinante de fazerem suas primeiras "obras".

Moviola e ajuda para quem faz cinema/vídeo

Acreditando que uma nova geração de videomakers pode aparecer nacionalmente nos próximos meses, com trabalhos representativos - no que também confiamos, haja visto a abertura jornalística que estamos dando aos realizadores nesta bitola - Valêncio Xavier, diretor do Museu da Imagem e do Som, não se limita apenas a promoção de cursos práticos para que os futuros realizadores tenham um aprendizado de como fazer seus vídeos.

Afinal, o "Ci(S)ne" de Lélio em edição maior

Quando elogiou Jerry Lewis como um dos grandes inventores da comédia americana, em textos publicados no "Estado" ou "Diário do Paraná", no início dos anos 60, o então garoto Lélio Sotto Maior Júnior, provocou a ira de cinéfilos tradicionais que viam no comediante apenas o "birutade" - dupla então desfeita com o cantor Dean Martin.

Maria Bueno em longa-metragem

Um encontro entre o fotógrafo e cineasta Sérgio Sanderman, de Cascavel, com Valêncio Xavier, diretor do Museu da Imagem e do Som, há duas semanas, poderá resultar, na rodagem de um longa-metragem. Entusiasmado ao conhecer o (excelente) equipamento que Sanderman reuniu ao longo dos últimos anos e um estoque de negativos Kodak, Valêncio Xavier, um homem sempre de boas idéias, pensou em lhe propor a produção de um filme em quatro episódios - que seriam rodados com temas, personagens e atores das regiões Norte, Oeste, Curitiba e Litoral.

Bianchi, nosso grande cineasta

Afinal, o Paraná tem um cineasta internacional. Nascido em Ponta Grossa, de formação curitibana, honesto, sem narcisismos e esquemas de autopromoção - ao contrário, relativamente esquecido localmente - Sérgio Bianchi, 38 anos, é hoje um dos grandes nomes do cinema brasileiro em projeção internacional.

No campo de batalha

Dentro da avalanche de espetáculos teatrais com humor fácil, pitadas de sexo e esquemas de vaudeville que têm sido apresentados na cidade (nesta semana ainda, "O Vison Voador", em cartaz no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto), o produtor Fernando Ferreira trará para temporada no auditório da Reitoria (22/23 de abril) a comédia "Três é Melhor" (Ménage à Trois), de Chico Anysio e Gugu Olimecha, direção de José Wilker, com Thereza Mascarenhas, Mario Faini, Nestor de Montemar e Edson Fieschi.

A geração dente-de-leite vai ao vídeo

O cinema está em crise, não há recursos para novas produções mas a criatividade e o desejo de realizar obras em imagens continua a estimular dezenas de jovens. Alguns, com recursos pessoais e muitos sacrifícios, partem para a luta - hoje, com o videoteipe, mais econômico, portátil e imediato. E nesta Curitiba de pouquíssimos cineastas, começa a aparecer uma geração dente-de-leite de videomakers. xxx

Depois do jornal e da agenda, filme sobre conto de Valêncio

Do encontro com uma jornalista e professora de comunicação, a bela e entusiasmada Rosa Lima, Carlos teve não só a companheira de ideais políticos e cinematográficos mas a executiva para um projeto difícil e que há três anos vem se mantendo em pé: a edição do Cine Imaginário, tablóide mensal, voltado basicamente ao cinema brasileiro - mas cobrindo também as cinematografias emergentes do Terceiro Mundo.

Álamo, uma etiqueta para nossos músicos

Álamo - Eis um nome da etiqueta musical que poderá identificar, a curto prazo, algo que sempre se esperou entre nós: uma atuante marca fonográfica, prestigiando basicamente os compositores, intérpretes e instrumentistas paranaenses. A iniciativa é de um catarinense, Romário José Borelli, 41 anos, desde 1986 radicado em Curitiba, dramaturgo, pesquisador, compositor, que após quase um ano de pesados investimentos implantou às margens do lago do Barigui (Rua Lúcia Razeira, 1035) um moderno estúdio de gravação).
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