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Museu da Imagem e do Som

Almirante, o primeiro homem que pesquisou nossa música popular

Apesar de nunca ter vindo a Curitiba, o cantor - e depois produtor dos mais famosos programas do rádio brasileiro - Almirante (Henrique Foreis Domingues, Rio de Janeiro, 19/02/1908 - 22/12/1980), teve numa firma paranaense - a Matte Leão, através de um dos seus produtos, o "Matte Ildedonso", um dos patrocinadores daquele que é considerado o primeiro programa de palco auditório da radiofonia brasileira - o "Caixa de Perguntas", iniciado em agosto de 1938 na Rádio Nacional, que havia sido inaugurada dois anos antes, em 12 de setembro de 1936.

Moraes Neto revive valsas num espetáculo de Gersinho

Há algum tempo, Leon Barg estava em seu escritório quando teve a melhor surpresa ao receber um visitante inesperado: - "Boa tarde, meu nome é Moraes Neto!" Leon quase se assustou. Afinal, há muito desejava estabelecer um contato com o veterano cantor de rádio, mas não esperava, jamais, uma visita pessoal. Surpresa que aumentou quando ele anunciou: - "É que agora estou morando em Curitiba e não poderia deixar de procurá-lo para cumprimentá-lo pelo seu trabalho na "Revivendo".

No campo de batalha

Com o tema "Curitiba em Julho", o Museu da Imagem e do Som abre nesta sexta-feira uma mostra de 60 fotos dos alunos que fizeram curso com Geraldo Magella, além de uma secção de trabalhos de fotógrafos convidados, entre os quais Tiomkin (Osval Siqueira Filho), Guto Andrade, Antônio D'Alves e Pitela. Na abertura da exposição, uma performance de Edilson Viaro, com o título "Uma Canção para os Náufragos". xxx

No campo de batalha

Edson França Bueno não pode se queixar da falta de mecenato oficial: recebeu Cr$ 200 mil para dirigir "New York por Will Eisner". Agora, é aguardar o resultado, pois a adaptação de personagens de quadrinhos para o palco é sempre arriscado - e até na Broadway tentativas feitas com clássicos como "Ferdinando" e "Popeye" fracassaram. No cinema, os efeitos especiais e super-recursos fizeram de "Batman" e "Dick Tracy" ganhar muito marketing promocional. xxx

Um pouco do Paraná nos cadernos do MIS

Há 17 anos, quando a Fundação Cultural de Curitiba foi criada na primeira administração de Jaime Lerner, uma das primeiras iniciativas foi a edição de uma série de fascículos através da Casa Romário Martins, primeira das unidades voltadas a preservação da história de nossa cidade.

As lembranças do velho Paquito

Em 19 de maio de 1989, duas pesquisadoras do Museu da Imagem e do Som-Paraná - Ana Cristina Pereira e Cláudia Becker, com assessoria de Zito Cavalcanti, entrevistaram o exibidor Francisco Morilha, para o acervo da instituição. Desta entrevista, alguns trechos mais interessantes, transcritos e adaptados. MIS - Sr. Paquito, onde o sr. Nasceu? Paquito - Eu nasci em Málaga, na Espanha, em dezembro de 1902. Em 1910 minha família - eu e minha irmã Encarnacion e meus pais - viemos para o Brasil. Meus outros irmãos nasceram aqui. MIS - E no cinema, quando começou?

Fernandinho, repentista do Sul e Bráulio, o pianista

Por modéstia ou esquecimento, o percussionista Fernandinho do Bumbo (Fernando Fernandes Mariotto Alves de Oliveira, Antonina, 1945) não falou à repórter Adélia Lopes, na entrevista para o "Almanaque" dominical de um aspecto significativo em sua carreira - e que, por uma questão de justiça, nós que fomos testemunhas da história, aqui corrigimos. Foi a partir de uma irreverente rumba cha-cha, "Vila Hauer", que Fernandinho cantava nas noites do antigo "Caverna da Bruxa", que surgiu a idéia original de fazer um espetáculo sobre Curitiba - que desaguaria em "Cidade Sem Portas".

Ginoca & Gabriela, uma dupla dos bons tempos

O veterano humorista Ginoca (Darci Cardoso de Ramos) nunca esteve tão sorridente. Aos 61 anos, completados em 22 de setembro, este paranaense de São Mateus do Sul que praticamente viveu toda sua vida dentro do mundo da lona & serragem, filho de uma família circense, tem três motivos de alegria.

Um memorial para Bento Munhoz

Na biblioteca de seu apartamento, no edifício André de Barros, a Sra. Flora Munhoz da Rocha guarda, entre milhares de livros, revistas e jornais encadernados, nada menos que 70 álbuns de recortes que contém, em quase mil páginas, um pouco da história política do Paraná.
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