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Museu da Imagem e do Som

Luzes perfeitas para o vídeo sem palavras

Quando Valêncio Xavier concebeu "Mal" como um vídeo de trabalho o fez pensando dentro do curso que Dante Lecioli estava dando sobre uma técnica fundamental mas com poucos especialistas: a iluminação. Assim, como os recursos eram pequenos - apesar do apoio da Secretaria da Comunicação Social, na cessão de equipamento (o Sir-Laboratório de Som & Imagem também colaborou) não havia condições de desenvolver uma história sofisticada, que exigisse tomadas em locação e mesmo diálogos dos intérpretes.

Goethe mostrará o bom cinema feito para TV

Assumindo a direção do Goethe Institut de Curitiba há poucos meses, a professora Birgit Muhlhaus vem realizando um ótimo trabalho. Simpática, competente e experiente - vem de 7 anos de atividades em Buenos Aires, onde deixou grandes amigos e um positivo saldo de trabalho - Birgit começa agora a agilizar o calendário de atividades da instituição, por sinal com uma dinamização cada vez maior em sua área didática (todas as vagas oferecidas para o ensino de alemão neste semestre foram preenchidas em poucos dias).

Um pouco do Paraná nos cadernos do MIS

Há 17 anos, quando a Fundação Cultural de Curitiba foi criada na primeira administração de Jaime Lerner, uma das primeiras iniciativas foi a edição de uma série de fascículos através da Casa Romário Martins, primeira das unidades voltadas a preservação da história de nossa cidade.

As lembranças do velho Paquito

Em 19 de maio de 1989, duas pesquisadoras do Museu da Imagem e do Som-Paraná - Ana Cristina Pereira e Cláudia Becker, com assessoria de Zito Cavalcanti, entrevistaram o exibidor Francisco Morilha, para o acervo da instituição. Desta entrevista, alguns trechos mais interessantes, transcritos e adaptados. MIS - Sr. Paquito, onde o sr. Nasceu? Paquito - Eu nasci em Málaga, na Espanha, em dezembro de 1902. Em 1910 minha família - eu e minha irmã Encarnacion e meus pais - viemos para o Brasil. Meus outros irmãos nasceram aqui. MIS - E no cinema, quando começou?

Fernandinho, repentista do Sul e Bráulio, o pianista

Por modéstia ou esquecimento, o percussionista Fernandinho do Bumbo (Fernando Fernandes Mariotto Alves de Oliveira, Antonina, 1945) não falou à repórter Adélia Lopes, na entrevista para o "Almanaque" dominical de um aspecto significativo em sua carreira - e que, por uma questão de justiça, nós que fomos testemunhas da história, aqui corrigimos. Foi a partir de uma irreverente rumba cha-cha, "Vila Hauer", que Fernandinho cantava nas noites do antigo "Caverna da Bruxa", que surgiu a idéia original de fazer um espetáculo sobre Curitiba - que desaguaria em "Cidade Sem Portas".

Ginoca & Gabriela, uma dupla dos bons tempos

O veterano humorista Ginoca (Darci Cardoso de Ramos) nunca esteve tão sorridente. Aos 61 anos, completados em 22 de setembro, este paranaense de São Mateus do Sul que praticamente viveu toda sua vida dentro do mundo da lona & serragem, filho de uma família circense, tem três motivos de alegria.

Os "cult-movies" que os americanos curtem

Vai demorar, mas ainda chegaremos lá: a edição em vídeo de filmes que mesmo nos Estados Unidos ficaram na categoria de cult - isto é, fracassos em seus lançamentos comerciais, revalorizados depois. Ou então obras-propostas que mesmo no lançamento já chegaram com o estigma do fracasso financeiro.

Bradesco vai financiar nova sede da Cinemateca

Como gerente de agência Marechal do Bradesco, Antoninho Bornia ajudou muito o grupo de Amador Aguiar a conquistar a liderança nacional. Nos anos 60, quando o Bradesco ainda não era o campeão do ranking bancário, Bornia, com seu jeito afetuoso e amigo de fazer clientes, destacou-se na gerência local do Bradesco, catipultuando [catapultando] uma carreira que o faz hoje um dos principais executivos da organização.

De Bonna ganha o álbum que sua arte merecia

Se a vida editorial no Paraná continua ainda fraca, longe da pujança de um Rio Grande do Sul, por exemplo - algumas luzes se acenderam no túnel cultural. Por exemplo, a editora Scientia et Labor, da Universidade Federal do Paraná, transformou-se de sonho em realidade - conforme registramos em outro texto desta mesma coluna. E na área de livros de arte, temos algumas publicações dignificantes, sem contar que desde que a Casa de Idéias encontre apoio, o talento do Mirandinha ajudará a fazer com que publicações do mais alto nível ganhem forma neste ano.

Lélio e Bettega falam dos filmes que amaram

Simultaneamente, a bibliografia de cinema é enriquecida com duas oportunas contribuições de críticos paranaenses: "Filmes Vistos e Anotados", de Francisco Bettega Netto (Cadernos do MIS/nº 12, edição do Museu da Imagem e do Som do Paraná, 60 páginas; ainda sem data de lançamento) e "CineAstral - I" de Lélio Sottomaior Júnior (32 páginas, edição do autor, circulação dirigida).
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