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Museu Guido Viaro

Mundo plástico

Do Carmo Fortes, uma das pintoras radicadas em Curitiba que vêm desenvolvendo atividades mais regulares nos últimos anos, parte para nova temática em sua nova individual (dia 9, galeria da Eucatex): telas inspiradas em poetas e poesias do cancioneiro brasileiro ao qual se sente muito ligada.

Lélio, o crítico.

No início dos anos 60, de toda uma geração de jovens interessados que freqüentavam as sessões do Cine Clube de Curitiba, no auditório da Biblioteca Pública do Paraná, e, posteriormente, o Pró-Arte, que o idealista José Augusto Iwersen fundou no Colégio Santa Maria, a mais polêmica revelação de crítico foi Lélio Sottomaior Júnior.

De gente, fatos & coisas

Constantino Camininos, coordenador da região Metropolitana de Curitiba, professor da Universidade Federal do Paraná, está publicando no número 3 da revista "Estudos Brasileiros", da UFP, um sólido trabalhos de 100 páginas sobre "Aspectos Sociais da Política de Desenvolvimento Urbano no Estado do Paraná". Representa uma síntese de sua participação na equipe do arquiteto Luís Forte Neto, que desenvolveu, há 3 anos, um planejamento que permitiu a formulação de uma política de Desenvolvimento Urbano para o Paraná, contratado pelo Estado - Sudesul - Serfhau.

Jair no ringue plástico

No meio das artes plásticas do Paraná o pintor Vicente Jair Mendes, diretor do Museu Guido Viaro, sempre se destacou como um dos homens mais conscientes em relação aos problemas da classe. A experiência de boxeur em sua juventude o ensinou a enfrentar os golpes da vida a da necessidade de saber se defender com agilidade e energia. Por isso mesmo, vem tentando, mais uma vez, aglutinar a desunida classe dos artistas plásticos numa associação - primeiro passo para um futuro sindicato, capaz de poder lutar pela regulamentação da profissão. xxx

Guido Viaro

Os trabalhos de Guido Viaro, um dos mais brilhantes pintores do Paraná, que estavam percorrendo alguns Estados brasileiros, já no início de 78 voltarão a Curitiba. Encerrada dia 22, em São Paulo, a mostra também teve como sede Brasília, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina, em promoção conjunta da Fundação Cultural de Curitiba e Ministério da Educação e Cultura, através da Funarte.

Observatório

ROBERTO PARREIRAS, diretor - executivo da Funarte, passou a tarde de ontem em Antonina, acompanhando as várias atividades do Festival de Inverno. Apesar de enfrentar muitas dificuldades de última hora, a Coordenadoria de Ação Cultural, dirigida pela professora Circe Lambrejo, está conseguindo levar adiante os vários cursos e eventos previstos nesta primeira edição de um festival que poderá se firmar no calendário de atividades da Secretaria da Cultura e Esportes. Aliás, o próprio Roberto Parreiras elogiou o trabalho de Circe, que acompanha já há bastante tempo.

Pequno grande filme de Mauro

Mauro Alice é um dos homens mais estimados do cinema nacional. Com a humildade que caracteriza os verdadeiros talentos, este curitibano que se formou em engenharia química há mais de 30 anos, mas que se tornaria o principal << montador >> do cinema brasileiro, nunca precisou se auto promover, de levar aos jornais e revistas << releases >> a respeito de sua << obra >> para merecer o reconhecimento.

As telas de Guido Viaro que voltarão da América

Enquanto no Paraná são raros os empresários (e empresas) que possuem espírito de mecenas, dispostos a auxiliarem instituições culturais, um dos mais famosos cientistas americanos na área de bioquímica acaba de dar um exemplo de desprendimento pessoal e valorização de uma instituição curitibana.

Observatorio

RECONHECIDO por suas posições de independencia, o que olevou, por exemplo, a ser o primeiro (e um dos poucos) parlamentares a se pronunciar publicamente contra o Estatuto do Estrangeiro, o deputado federal Norton Macedo, presidente do PDS no Paraná, defendia, sábado, durante o tradicional almoço no "Guilhobel", uma tese bastante polêmica mas atual: a necessidade imediata do governo seja no ambito federal, estadual, ou municipal, manter em cargos de confiança apenas "as pessoas que lhe são absolutamente fiéis".

Juarez-80, a calma e o gosto do doce de banana

Os 16 anos de Rio de Janeiro, a fama, a glória e mesmo a fortuna, não transformaram Juarez Machado, catarinense de Joinville, formação em Curitiba e que hoje é nome maior das artes plásticas. A mesma simplicidade dos tempos duros em que morava numa pensão da rua 24 de Maio (onde hoje há a sede da associação dos Servidores Públicos) e que no histórico Bar Jockey, na Rua Ébano Pereira, defronte a antiga << Cocaco >> , reunia-se com uma geração de jovens artistas - Franco Giglio (agora na Itália), João Osório Brzezinski, Fernando Calderati, Fernando Velosos, Érico da Silva, domínio Renato Pedroso.
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