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Ney Braga

O livro do Castello

Um volumoso livro que a partir desta semanas estará na cabeceira de todos os políticos e homens públicos - "Os Militares no Poder" do jornalista Carlos Castello Branco (Editora Nova Fronteira, 685 páginas), de certa maneira vem comprovar, mais uma vez a inexpressividade dos nossos políticos e homens públicos, em termos nacionais. Pois Castello Branco, 57 anos, de jornalismo, desde 1963 assinando no "Jornal do Brasil" a mais influente coluna política do País, neste seu quarto livro sobre o Brasil contemporâneo, fazendo um relato objetivo e jornalístico, cita poucos paranaenses.

Os Nossos Senadores (III)

Só em 1958, treze anos depois sua criação, o Partido Trabalhista Brasileiro conseguiu fazer o seu primeiro Senador no Paraná: Abilon de Souza Naves (1902-1960), com boa experiência administrativa (ex-presidente do IPASE e da Caixa Econômica Federal) e longa militância no Partido, com 291.200 votos era eleito para a vaga aberta com a [saída] de Othon Maeder (1895-1974), na renovação de um terço do Senado. O candidato do PSD, desembargador José Munhoz de Mello, obteve 184.379 votos, enquanto o candidato udenista, Francisco de Paula Soares, não conseguiu fazer mais do que 62.461 votos.

Sambas apenas. Um bom disco.

Em 1967 o publicitário Marcus Pereira, paulista de Anhembi, 44 anos, dono de uma das mais prósperas agências de São Paulo, teve uma original idéia: entusiasmado com o sucesso da boate Jogral, que havia inaugurado em sociedade com o compositor Luiz Carlos Paraná e que em pouco tempo havia se transformado no principal ponto da vida musical em São Paulo, em termos de samba, decidiu inovar em termos de brindes de fim de ano.
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Zig-zag

Confirmado pelo "Diário Oficial" de quinta-feira a notícia que antecipamos há quase 3 meses: o médico Oscar Alves, ex-presidente da JDC, candidato em 1962 a deputado estadual pelo PDC, é o novo Reitor da Fundação Universidade Estadual de Londrina, com mandato de 4 anos. Oscar é genro do ministro Ney Braga. xxx Finalmente Ruben Valduga decidiu nomear o seu chefe de gabinete: Francisco Pereira Goulart assumiu o cargo na terça-feira. xxx

Os ex-governadores

Com a indicação de José Rolemberg para o governo do Sergipe quebrou-se a orientação de que os ex-governadores não podem retornar, adotada pelos governos revolucionários, ele já havia governado seu Estado de 1947/51. No governo Medici já houve uma exceção com a escolha de Laudo Natel, que anteriormente havia governado São Paulo. Mas essa orientação valeu para evitar que Jarbas Passarinho e Alacid Nunes voltassem a governar o Pará.

Mudança no Governo

No dia 18, três após a posse de Geisel na Presidência, haverá mudança no secretariado do governo Emílio Gomes. Otávio Cesário Pereira Júnior, deixa a secretaria do Interior e Justiça para ocupar a vaga deixada pelo ministro Ney Braga no Senado Federal. Zacharias Seleme atual do trabalho, deverá ir para o Interior e justiça. Para o Trabalho vai Rubem Verduga (da Arena Jovem de Londrina), que é cunhado do médico Oscar Alves, o genro de Ney Braga. Dona Luisa Gomm, ex-chefe do cerimonial, assumiu ontem a diretora da Fides (órgão da STAS).

Gente

Em 1950, três cinemas tradicionais ofereciam as poucas opções de entretertimento aos curitibanos; o Palácio, de Henrique Oliva, no térreo do Edifício Moreira Garcez - estão mais imponentes "arranhas céu" com seus 8 andares da cidade - o Avenida, nas mãos do paulista Paulo Sá Pinto, após ter sido explorado por alguns anos pela família Azeredo e o Opera do professor David Carneiro. Também os lançamentos -90 % via Hollywood, em seu apogeu - dividiam-se exclusivamente: Fox no Avenida, MGM no Opera e Warner-Paramount no Palácio.

Palco/Som/Imagem

Chico Anísio diz que o projetor de slide é um aparehinho que foi inventado para não funcionar quando a gente mais precisa dele. Nonato Buzar. Parceiro e amigo de Anísio, poderia adaptar a piada para explicar o problema do som que prejudicou bastante a estréia de seu concerto ("O Primeiro Retrato") , sexta-feiraa noite, no auditório da Reitoria * A Orquestra sinfônica, apresentou os arranjos que Gedeão Martins fez de três temas de Nonato "O Homem Que Deve Morrer", "Missa Norte em ação de graças ao talento de Antônio Carlos Jobim" e "Irmãos Coragem".
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