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Nino Rotta

OS 10 MELHORES LANÇAMENTOS DE 1991

1. Nino Rotta por Solistas Brasileiros - Zé Nogueira/Guinga/Roberto Correa/Chiquinho do Acordeon/Théo de Barros/Luis Carlos Borges e outros - produção J. C. Botezelli (Pelão)/CICA; (*); 2. Songbook Noel Rosa - com Antônio Carlos Jobim, Caetano, Carlos Lyra, Cassiano, Djavan etc. - produção Almir Chediak (Lumiar Discos); (*); 3. Simples e Absurdo - Guinga/Aldir Blanc - participações especiais de Chico Buarque, Leila Pinheiro, Leny Andrade e outros - produção de Paulinho de Albuquerque (Velas); 4. Feliz - Celso Adolfo - participação especial do grupo Uakti (*);

O adeus do "chefão" musical Carmine na tilha de Francis

A morte do compositor e regente Carmine Coppola, no último dia 26 de abril, em Los Angeles, de apoplexia, aos 80 anos, faz com que a edição da trilha sonora de "O poderoso chefão - III" (Sony music, março/91) adquira ainda maior interesse. Afinal, esta foi a última sound track que o veterano maestro-compositor, pai do diretor Francis, criou e regeu.

Fellini visita Anita na bela "Entrevista"

Impossível deixar de reconhecer: se o lixo da produção cinematográfica internacional continua a rechear as locadoras, há também algumas edições de primeira categoria. Por exemplo, pouco a pouco, vamos tendo no Brasil os filmes de Fellini, só para dar um exemplo maior. Após "Amarcord", "Os Boas Vidas", "A Trapaça" e "As Noites de Cabiria", chega a vez do recentíssimo "Entrevista" chegar em lançamento da Look Vídeo.

Jerry e as trilhas dos grandes filmes

É difícil entender por que a Warner, cujo catálogo é tão amplo com várias representações, não edita no Brasil a melhor trilha sonora do ano - a de "Cinema Paradiso" -, que Ennio Morricone criou para o filme de Giuseppe Tornatore. Sucesso de público e crítica, a música que Morricone fez para esta lírica poesia visual em torno do próprio cinema seria um êxito, como foi a trilha de "Amarcord", de Nino Rotta, para a obra-prima de Fellini, que até hoje é disputada pelos colecionadores.

No campo de batalha

1) O mais esperado dos filmes para a mostra informativa acabou chegando quando já se perdiam as esperanças: o documentário "John Huston: o homem, o cineasta, o aventureiro", que Frank Martin realizou com depoimentos de atores, técnicos e amigos do grande cineasta, intercaladas da sequência de seus filmes. O filme foi visto pelo jornalista João Luiz Albuquerque, assessor de imprensa do FestRio, no Festival de Montreal, que se empenhou para que o mesmo aqui tivesse ao menos uma exibição.

O charme e o bom humor de Roman Polanski

Rio de Janeiro - Inteligência, bom humor, charme. Três adjetivações para Roman Polanski, transmitidas nesta sua quinta vinda ao Brasil, para promover a estréia de "Busca Frenética" (lançamento nacional nesta quinta-feira em Curitiba, Cine Bristol) - que já rendeu 60 milhões de dólares - o suficiente para compensar o prejuízo que teve com "Os Piratas", realizado em 1986 e que fracassou tanto nas bilheterias - lá fora e aqui - que até agora só foi lançado no Brasil no eixo Rio-São Paulo (e em vídeo, mas também com pouca procura).

No campo de batalha

Revelação de Betse de Paula, realizadora do bem humorado curta "SOS Brunet", que teve entusiásticos aplausos do público pela forma com que conta as desventuras de dois jornalistas, presos no elevador do prédio em que mora a modelo Luiza Brunet, quando iam entrevistá-la: apesar dos requintes de produção o filme custou baratíssimo. "Só tive que pagar os negativos e o laboratório, com a grana na venda do carro do meu irmão" diz a jovem realizadora, que agora parte para o segundo curta, "Outra Vera", com Fernanda Torres.

Vidas e verdades segundo as questões de Pirandello

Pertencente à primeira fase da produção cultural de Luigi Pirandello (Agrigento, 1867-Roma, 1936), "Il fu Mattia Pascal", publicada em 1904, já manifestava suas dúvidas quanto à identificabilidade da personalidade humana, tema que reapareceria em seus contos e se solidificaria em sua representativa obra teatral.

Geléia Geral

Quando convocou o cineasta de vanguarda, Derek Jarman, para fazer o videoclip promocional do elepê gravado em 1986 - "The Queen is Dead", o grupo inglês The Smiths ganhou notoriedade promocional. Embora o grupo tivesse nascido em 1982, do encontro de Johnny Marr com o vocalista Morrissey - e ao qual se acrescentaram o baixista Andy Rourke e o baterista Mike Joyce, muitos shows na Inglaterra e EUA, foi preciso um título agressivo no elepê, provocando a família real inglesa, para ganhar maior popularidade.
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