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Nivaldo Lopes

"Cortesia" demagógica com filmes alheios

Se não fosse a dignidade e coerência dos realizadores Fernando Severo e Fernanda Morini, a "coordenadoria" (sic) de cinema da Fucucu teria criado um constrangedor atrito entre o prefeito Jaime Lerner e a secretária Gilda Poli.

Direito de resposta

Reportando-me ao que foi veiculado, terça-feira, na coluna, sob o título CORTESIA DEMAGÓGICA COM FILMES ALHEIOS, apreciaria imensamente, a bem da verdade, esclarecer o que segue:

Curtas metragens de Fernando & Fernanda

Hoje os jornais nacionais deverão divulgar a relação dos filmes que disputarão a partir do dia 5 de agosto o 19o. Festival de Gramado do Cinema Brasileiro. Entre os curtas com maiores possibilidades de entrar na competição está "Os Desertos Dias", de Fernando Severo. No sábado, 13, antes da segunda sessão da noite no Cine Plaza (que está exibindo um medíocre filme policial, "Ajuste Final") alguns (poucos) espectadores, convidados pelo autor, conheceram a mais nova produção cinematográfica feita no Paraná em sua primeira exibição pública.

Aristides e França, ausências sentidas

A bruxa está no ar! Morre Gonzaguinha numa estrada do Sudoeste. Curitiba vive um caos cultural. Duas pessoas que muito deram pela nossa cultura e arte também faleceram nos últimos dias, praticamente sem que a comunidade fosse lembrada de suas contribuições à música e ao cinema. Em Curitiba, dia 19 de abril, faleceu Aristides Severo Athayde, professor da Universidade Federal do Paraná, principalmente apaixonado pelos clássicos, um dos idealizadores e fundadores do Pró Música de Curitiba, em março de 1963 - e seu presidente por muitos anos.

Cursos que formaram os novos cineastas

Paralelamente ao trabalho de pesquisa, preservação e guarda do que fosse possível da memória filmada do Paraná - o que por si só justificaria a sua presença nos quadros culturais do Paraná - Valêncio Xavier, com sua visão de pioneiro da televisão curitibana ( a partir de 1960, foi um dos mais ativos roteiristas e diretores da TV-Paraná, passando depois para o Canal 12-TV Paranaense) se preocupou em abrir espaços para uma nova geração interessada em fazer cinema.

Palito, Bolinha, Schulmann e Pabala nas imagens do FestRio

Rio de Janeiro (De Aramis Millarch, especial para O Estado do Paraná) - Desta vez o Paraná está presente. Ao contrário do que aocnteceu timidamente no último Festival de Gramado - no qual o curta "Vamos Juntos Comer Defunto", de Eloi Ferreira, mesmo selecionado para a competição em 35mm, passou despercebido - e no recente Festival do Cinema Brasileiro de Brasília da qual a nossa ausência foi total - agora, na edição do RioCine Festival, inaugurado na última quinta-feira, 15, temos alguns representantes.

No campo de batalha

Na exibição de "Lápis de Cor e Salteado", de Nivaldo Lopes, no penúltimo dia do RioCine Festival, gente que conheceu muito bem o compositor Palmilor Rodrigues Ferreira (1943-1979) apareceu para se emocionar com as imagens do filme de Palito: sua ex-mulher Melba e o jornalista Jorge Segundo, autor da reportagem sobre a morte do pai-de-santo Joãozinho Goumeia, que publicada na revista "Manchete", inspirou a Lápis compor "Funeral para um Rei Negro", um de seus sambas mais conhecidos. Emanoel Cavalcanti, ator alagoano, estava na platéia e aplaudiu. xxx

Vídeo de Pabla vai abrir Rio Cine-Fest

O sonho acabou: videomakers e curtametragistas que anunciaram que seus filmes e vídeos seriam apresentados no Rio Cine Festival tiveram que amargar frustrações: "De Bona - Cara Palavra", dos irmãos Schumann, e "Lápis - de cor e salteado", de Nivaldo Lopes (Palito), foram cortados pela comissão de pré-seleção dos trabalhos que a partir do dia 15 estarão sendo apresentados no festival organizado por Valkiria Barbosa, que este ano acontecerá no Hotel Glória.
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