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Noel Rosa

Do barquinho ao avião, uma história por especialistas

A Bossa Nova, pelo seu significado cultural, pela permanência que trouxe à MPB - rompendo tabus e dando bases a toda uma geração que nela soube beber as melhores influências - até hoje mereceu mínima bibliografia. Ramalho Neto, na época diretor artístico da RCA (hoje BMG/Ariola), foi o primeiro a tentar uma biografia do movimento chamado "Historinha do Desafinado" - obra há muito esgotada. Alguns outros pesquisadores e ensaístas voltaram-se bissextamente ao tema, mas sem um estudo de maior fôlego.

Poeta do ar e da terra naqueles anos dourados

Não seria em poucas linhas de uma coluna que se poderia sintetizar a vida e a obra de uma pessoa da dimensão de Paulo Soledade - merecedor há muito de ser tema para uma das próximas edições do projeto Lúcio Rangel (monografias da MPB) que Hermínio Bello de Carvalho promove há 16 anos pela Funarte.

Em busca dos tesouros perdidos de nossa MPB

Ao viajar na segunda-feira, 8, para o Rio de Janeiro, o colecionador Leon Barg tinha razões de sobra para exibir o seu dentifrício sorriso. É que no último fim de semana recebeu uma carta de uma das filhas de Ary Barroso (1903-1964), agradecendo pelo seu interesse em incluir nas reedições da série Revivendo, muitas composições de seu pai - especialmente aquelas que nunca antes haviam saído em elepês - e que dentro de sua imensa obra permanecem esquecidas.

Leon, um garimpeiro das músicas perdidas

Se a revista Gráfica de Miran fez com que Curitiba se tornasse uma cidade referencial junto aos que se interessam em conhecer uma das mais importantes publicações internacionais na área da criação visual, todos aqueles que amam a música brasileira da época de ouro também passaram a ter um endereço paranaense. É que há mais de um ano que um idealista apaixonado pela nossa MPB, dono de um dos mais preciosos acervos em 78 rpm e lps do país, Leon Barg, vem fazendo da Revivendo uma etiqueta para colecionadores - que cresce a cada mês.

No campo de batalha

A vaporosa vereadora Rosa Maria Chiamulera aproveitou a passagem aérea que ganhou para viajar ao Acre - e ali participar das manifestações de solidariedade ao líder Chico Mendes - para, no retorno, fazer uma afetuosa escala em Maceió. É que Rosa é hoje uma das maiores amigas do governador Fernando Collor de Mello que vai retribuir a cordialidade com que a vereadora o recebeu em Curitiba nas suas duas últimas visitas que fez ao Paraná. xxx

Soledade, o compositor que merece ser lembrado

Na festa de som & luz que a partir das 20h30 de domingo, dia primeiro, no Largo da Ordem, marcará a posse do prefeito Jaime Lerner, a trilha sonora concebida por Adherbal Fortes de Sá Júnior, um dos criadores do evento, incluirá uma marcha rancho de um bicho do Paraná até hoje pouco lembrado: "Estão chegando as flores" do parnanguara Paulo Soledade (Paulo Gurgel Valente do Amaral Soledade), cujos 70 anos a serem completados no próximo dia 29 de junho, justificariam toda uma série de comemorações - mas para o que, até o momento, ninguém lembrou-se.

O meio século da Cinédia ganhou livro referencial

Há muito tempo que Alice Gonzaga Assaf sonhava em publicar um referencial quem foi quem (e fez o quê) nos 50 anos da Cinédia, estúdio cinematográfico fundado e dirigido por seu pai, o pioneiro Ademar Gonzaga. Herdeira não só do patrimônio que Ademar deixou, Alice tem sido a grande lutadora pela memória do estúdio que marcou uma das fases mais importantes da cinematografia brasileira, que tem sua data oficial de fundação em 20 de março de 1930 quando foi iniciada a rodagem de "Lábios Sem Beijos".

No Campo de Batalha

Perdeu quem não foi: a apresentação do grupo Coisas Nossas, no SESC da Esquina, na última quinta-feira, foi uma belíssima homenagem ao cinqüentenário de nascimento de Noel Rosa (1910-1937), efeméride que praticamente só foi lembrado pelo SESC. Através do projeto "Brasileirinho", coordenado por Eri Galvão, o grupo liderado pelos irmãos Henrique e Beto Cazés, que se dedica exclusivamente a divulgar a obra do Poeta da Vila vem fazendo apresentações em todas as capitais, desde julho último. xxx

No campo de batalha

Um grupo de pessoas está usando uma discutível forma para criticar o fato de a Secretaria da Indústria e Comércio, através da Paranatur, não ter agilizado as obras de transformação do antigo cine Vitória no centro de convenções: envio de cartas anônimas - ou com pseudônimos literários (Emílio de Menezes Trevisan, por exemplo), "sugerindo" que aquele local será assumido pela Secretaria da Cultura e transformado num centro cultural. xxx
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