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Norma Benguel

No Rívoli, domingo, a sua útima sessão de cinema

No domingo, dia 3 de janeiro, Curitiba perde mais um cinema. Após a última projeção de "A Rainha do Sadismo", às 22 horas, as portas do Cine Rivoli, serão fechadas e só voltarão a abrir para a retirada de suas poltronas e do equipamento de projeção – cujo destino ainda não foi definido, pelo sr. João Aracheski, executivo da Fama Filmes no Paraná.

Chanchada chega ao Ritz sem promoção

Domingo à noite, na última sessão da Mostra Banco Nacional de Cinema, o professor, pintor e, sobretudo, cinéfilo João Osório Brzezinski, 51 anos, teve a surpresa de saber, através de um amigo que havia lido no Almanaque d'O Estado do Paraná, que na segunda-feira, 21, iniciaria no mesmo cine Ritz outra mostra - "Atlântida - 50 anos de Cinema".

"Césio 137", o filme sobre a tragédia radiativa de 87

Brasília Mesmo que não saia premiado deste 23º Festival de Cinema Brasileiro, dificilmente "Césio 137", o longa programado para hoje a noite estará entre os mais discutidos filmes em competição. No ano passado, durante o 22º Festival (1º a 7 de novembro), quando Roberto Pires havia recém-encerrado as filmagens deste misto de ficção e documentário sobre a tragédia do incidente de contaminação radiativa acontecido em Goiânia, há três anos, já se falava na atualidade da obra que aborda um aspecto preocupante - e que poucas vezes tem sido tratado no cinema brasileiro.

Maysa sem lágrimas em momentos de amor

A abertura não poderia ser mais suave, embora até um tanto óbvia. No imenso auditório escuro, a projeção de um imenso close up com os olhos que sempre foram sua marca registrada. Chico Anysio, com voz clara, acentuada emoção, dizendo o poema que há trinta anos Manuel Bandeira (1886-1968) dedicou a sua musa na "Estrela da Tarde": "Os olhos de Maysa são dois não sei que

"Paradiso" cinematográfico: os bons filmes estão nas telas

Uma semana com quatro atraentes estréias - uma delas, com toda certeza, entre as melhores do ano - faz com que jogadas às Cinzas deste Carnaval melancólico e sem personalidade que se encerrou, o espectador que não se deixe imbecilizar pela videomania tenha opções de ver filmes no prazer da tela ampla. Pois, para quem ama o cinema, assistir a um filme em 35mm, numa sala especial - mesmo com todos os inconvenientes, é ainda um programa estimulante.

Faça a coisa certa vendo o excelente filme de Lee

Bastaria a estréia de "Faça a Coisa Certa" (Condor, 5 sessões) para fazer desta uma das semanas mais importantes do ano, o polêmico, irreverente, crítico, atualíssimo e inteligente filme de Spike Lee, que desde maio do ano passado - quando teve sua apresentação mundial em Cannes - é daquelas obras que fazem renascer a confiança no cinema.

Glauce Rocha, uma biografia que demorou 17 anos para ser escrita

Ao lado de Cacilda Becker e Fernanda Montenegro, ela era considerada uma das três melhores atrizes brasileiras. Morena, expressão dramática transmitia uma extraordinária emoção - e ao longo de duas décadas de carreira atuou em 55 montagens teatrais, meia centena de programas de televisão (a maioria, infelizmente, quando ainda inexistia o vídeo-teipe, perdendo-se assim registros) e em 23 filmes - alguns dos quais básicos do Cinema Novo.
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