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"Noções Unidas", o riso da realidade brasileira

Uma charge de Dante Mendonça na primeira página de O Estado do Paraná vale às vezes por um editorial. As colunas de Millor Fernandes no "Jornal do Brasil" e "Isto É" assustam mais aos políticos do que furiosos editoriais d' "O Estado de São Paulo". O humor sarcástico de Jô Soares - seja na revista "Veja" ou no seu talk show na SBT/TV Iguaçu, conquistam cada vez maiores faixas de audiência.

Jésus, humorista do final do século XX

Embora jornalista não fale de si - e sim dos outros - Jésus Rocha abriu uma exceção. Para que seu livro seja mais conhecido, autoentrevistou-se para passar um pouco do que pensa sobre o Brasil, o humor e a vida, neste momento em que "Noções Unidas", em textos maiores, menores, frases e cartuns, procura apresentar uma bem temperada salada russa de "noções do governo, sexo, família, ditadura, democracia, casamento, violência, corrupção, solidão, mesmo, amor, ódio, vida, morte, Brasil etc.

Os Baianos Independentes - Wesley, o homem que produz os sucessos da Bahia para o Brasil

Em setembro, a moça já era a musa do verão-91 em Salvador: seu primeiro elepê-solo ("Maravilha, Maravilhê", Estúdios WR/Eldorado) nem bem chegava às lojas e já estava sendo executado nas emissoras de rádio. Agora conforme o "Jornal do Brasil" registrou em reportagem em seu Caderno B. Daniela Mercury começa a obter repercussão nacional. As emissoras de Salvador, há mais de 5 meses vêm divulgando esta baiana jovem, bonita e cujo "Swing da Cor" (Luciano Gomes) diz "Te curupaco kioiô/eu sou Muzenza larauê..." - que, neste Carnaval de 92 deve explodir nacionalmente.

Os Baianos Independentes - Wesley, o homem que produz os sucessos da Bahia para o Brasil

Em setembro, a moça já era a musa do verão-91 em Salvador: seu primeiro elepê-solo ("Maravilha, Maravilhê", Estúdios WR/Eldorado) nem bem chegava às lojas e já estava sendo executado nas emissoras de rádio. Agora conforme o "Jornal do Brasil" registrou em reportagem em seu Caderno B. Daniela Mercury começa a obter repercussão nacional. As emissoras de Salvador, há mais de 5 meses vêm divulgando esta baiana jovem, bonita e cujo "Swing da Cor" (Luciano Gomes) diz "Te curupaco kioiô/eu sou Muzenza larauê..." - que, neste Carnaval de 92 deve explodir nacionalmente.

Zé, tiro no pé e aplausos no palco

Num dos mais divertidos momentos de "Um Casal do Barulho" (auditório Salvador de Ferrante, 21h), o personagem "o homem" (José Maria Santos), irritado com as discussões com sua mulher, Antônia (Regina Bastos), apanha um "38" e atira em sua direção. Há uma semana, na última quinta-feira, apesar de toda sua experiência teatral - mais de 30 anos - Zé atrapalhou-se e errou o alvo: acabou acertando em seu pé esquerdo. Naturalmente, o tiro era de pólvora seca, mas suficiente para provocar rápidas queimaduras.

A ficção com a boa imagem

O projeto ainda está em sigilo - pois pode até nem dar certo. Um veterano jornalismo, com pendores literários e, hoje na tranqüilidade de uma semi-aposentadoria, está pensando em desenvolver uma novela com toques autobiográficos, tendo por título e tema central o tradicional Bar-Restaurante Palácio.

Nem Cristo tentou mais o espectador

Polêmica não lota mais cinema. Prova disto é que apesar das milhares de centimetragens que a imprensa nacional e regional dedicou para "Última Tentação de Cristo", ameaças de protesto e explosões nos cinemas que o exibiram e as "vigílias religiosas" que as ingênuas freirinhas fizeram na galeria dos Cines Lido I/II - o filme de Martin Scorcese não foi uma atração fatal para os católicos (e não católicos). Estreou no dia 25 de novembro e ao final de uma semana, o Lido l, com seus 550 lugares, apresentava um borderô de 4.208 espectadores, que cairia para 2.650 na semana seguinte.

Baiano Caldas e boas reedições

O baiano Luiz Fricote foi a revelação da música de verão de Salvador, catipultuando em carnavais passados os chamados ritmos "deboche" e "fricote" com sucesso como "Haja Amor", "Lá Vem o Guarda", "Flor Cigana" e "Classicaxé".

Sexo já não assusta ninguém

"Salô ou os 12 Dias de Sodoma", que Pier Paolo Pasolini (1922-1975) concluiu em poucas semanas antes de morrer assassinado, finalmente chega às telas brasileiras. Após duas exibições na Mostra Internacional de Cinema, que o crítico Leon Cakoff organiza em São Paulo, foi adquirido pelo grupo Fama Filmes e teve sua estréia nacional em Curitiba. O filme mais escatalógico e chocante da história do cinema - em que pese em sua visão a crítica de seu autor - foi exibido por um mês (Cines São João / Bristol) e não provocou qualquer protesto.
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