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Secretaria da Cultura

Mário Celso contra os "picaretas" artísticos

Em sua tríplice condição de homem de comunicação - produtor-apresentador de "A Simpatia Está no Ar", na Rádio Independência, um dos programas de maior audiência à tarde - político e vereador, Mário Celso Cunha, 46 anos, preocupa-se com a imagem negativa que Curitiba vem ganhando quando acontecem escândalos e golpes no meio artístico-cultural.

Ontem, agora e sempre a poesia maior de Helena Kolody

O acavalamento de uma série de edições patrocinadas pela Secretaria da Cultura que estão sendo lançadas neste mês - de mais de trinta livros programados para o encerramento da administração René Dotti (alguns inclusive nem ficaram prontos a tempo de saírem até o dia 15 último), trouxe algumas felizes coincidências que permitem aos leitores de maior discernimento - e entre os raros que se dão ao trabalho de analisar nossas publicações (como o sempre atento João Manuel Simões, que por sinal pouco tem editado nos últimos meses), a fazerem possíveis aproximações.

Lauro Maia, o cearense que criou o "balanceio"

Para a maioria das pessoas, o nome de Lauro Maia talvez não se associe, imediatamente, a música. Afinal, entre tantos e tantos autores, quem seria mais este compositor de obra restrita a uma época de nossa MPB!

A lírica enxuta de Luci e o schoolar Hélio Puglielli

Um curriculum invejável. Aos 27 anos, a curitibana Luci Collin já fez tudo que era possível a uma jovem intelectualmente ansiosa - e dentro dos padrões de bom comportamento - realizar. Formada em música pela EMBAP (1985), Português-Inglês pela UFPR (1989), um curso de percussão completado no ano passado, faz atualmente pós-graduação em Língua Inglesa, já morou nos Estados Unidos, freqüentando cursos no Wright State University, em Ohio, há quatro anos e seu inglês é tão bom que lhe valeu o certificado da Universidade de Cambridge.

No campo de batalha

O Goethe Institut não para de fazer promoções culturais. Em abril, de 2 a 25, mostra em sua sede 25 fotografias em preto e branco de Berlim, Bremen, Muenster e Belo Horizonte, feitas por Carlos Lopes, 29 anos, fluminense de Teresópolis, mas radicado em Belo Horizonte. A exposição chama-se "Stille Sensationen". xxx

Aristides e França, ausências sentidas

A bruxa está no ar! Morre Gonzaguinha numa estrada do Sudoeste. Curitiba vive um caos cultural. Duas pessoas que muito deram pela nossa cultura e arte também faleceram nos últimos dias, praticamente sem que a comunidade fosse lembrada de suas contribuições à música e ao cinema. Em Curitiba, dia 19 de abril, faleceu Aristides Severo Athayde, professor da Universidade Federal do Paraná, principalmente apaixonado pelos clássicos, um dos idealizadores e fundadores do Pró Música de Curitiba, em março de 1963 - e seu presidente por muitos anos.

Uma homenagem ao antigo Gymnásio

A história do antigo Gymnásio está diretamente associada à da própria comunidade paranaense, sobretudo a curitibana, já que seus ex-alunos conseguiram - em sua grande maioria - projetar-se nas diversas carreiras profissionais que escolheram e se dedicaram. Assim como os mais renomados professores ditavam a formação intermediária no exigente colégio da época, seus estudantes souberam assimilar tal experiência para ajudar a ilustrar a história do Estado.

Eron Vianna, a luta pelo espaço para nossa música

Mais do que um compositor-intérprete, Eron Vianna, paranaense de Palmas, 53 anos completados no dia 25 de outubro (*) é um brigador pela música brasileira. Deslocando-se mensalmente entre sua chácara no interior de Paula Frontim - onde criando porcos consegue recursos para a sobrevivência que a vida musical não lhe deu - para Curitiba, São Paulo, Brasília e Recife, Eron é hoje uma das pessoas que mais luta pelos direitos autorais.

Os 40 clics de Jack e Leminski em Curitiba

O Gordo Mello - Luiz Henrique de Oliveira Mello, caçula de uma família tradicional, é daqueles curitibanos inquietos que ama a sua cidade. Jack Pires, um fotógrafo que aqui chegou há anos e tomou-se de amores pela cidade. Paulo Leminski - bem, do polaco Leminski, cuja ausência há um ano e meio tem sido chorada em canto e verso - não é preciso falar muito!
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