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Secretaria da Cultura

Os 40 clics de Jack e Leminski em Curitiba

O Gordo Mello - Luiz Henrique de Oliveira Mello, caçula de uma família tradicional, é daqueles curitibanos inquietos que ama a sua cidade. Jack Pires, um fotógrafo que aqui chegou há anos e tomou-se de amores pela cidade. Paulo Leminski - bem, do polaco Leminski, cuja ausência há um ano e meio tem sido chorada em canto e verso - não é preciso falar muito!

Maringá faz seu festival de vídeo

Primeira tentativa de fixar uma mostra de vídeo competitiva no Paraná - o que já acontece com atraso em relação a outros Estados - o Fest Vídeo - Festival Nacional de Vídeo, iniciado na segunda-feira, 26, em Maringá, e que ganha maior destaque neste fim de semana, veio provar a timidez dos videomakers dos Estado: apenas quatro trabalhos de realizadores paranaenses foram selecionados para disputarem as premiações - no valor total de Cr$ 500 mil - nas categorias de ficção e documentário.

A batalha cultural

Embora jure que não quer nem ouvir falar em formação de seu secretariado, o governador eleito Roberto Requião não pode evitar especulações. Para a Secretaria da Cultura, há dois nomes em alta: a professora Maria Cristina Vieira, presidente da Fundação Avelino Vieira, diretora do grupo Bamerindus, e primeira vice-presidente da Associação Comercial, e a arquiteta Jussara Valentim, que foi diretora administrativa da Fundação Cultural na gestão de Requião.

Como será o day after da cultura no Paraná?

Seja por não acreditarem no potencial do eleitorado que se preocupa - e participa - da questão cultural, seja por necessidade de concentrarem as tônicas de suas campanhas em temas mais diretamente ligados à população - economia, custo de vida, mercado de trabalho, combate à corrupção etc. - o fato é que até agora, faltando apenas sete dias para as eleições, nenhum dos candidatos ao Governo se deteve em discutir como vai tratar a cultura no Estado.

"Carpe Dies", a poesia de Sérgio e os amigos

Paralelamente à produção do disco "Optimus in Habbeas Coppus", o engenheiro (e poeta) Sérgio Bittencourt também viabilizou uma coletânea de poetas paranaenses contemporâneos: "Carpe Dies" - inspirado em "A Sociedade dos Poetas Mortos" - está em fase final de produção, "dependendo apenas de um sopro de colaboração da Secretaria da Cultura para ganhar a impressão" diz Serginho, que anteriormente já havia financiado a edição de "Sete Quedas da Paixão" de Eduardo Hoffman, companheiro de corpo & versos.

O romantismo de Laura, poeta negra da cidade

Se não fosse a memória de Helena Kolody talvez nunca mais fosse lembrado o nome de Laura Santos. A nossa maior poeta (que muitos insistem em chamar poetisa) em respeitadas entrevistas, sempre tem lembrado os méritos de Laura Santos, a única poeta que nasceu no Paraná e que morta há apenas nove anos, ficou totalmente esquecida dos "estudiosos" de nossa literatura, mesmo tendo três livros publicados em vida, todos em 1953. "Sangue Tropical" (que chegou a ser premiado pela Academia José de Alencar), "Poema da Noite" e "Desejo".

No campo de batalha

Houve época em que os prefeitos adoravam instalar fontes luminosas em suas cidades. Agora criar fundações culturais virou modismo e instituições aparecem em comunidades pequenas, ainda sem infra-estruturas para tanto. Uma das mais recentes fundações municipais de cultura é a de Araruna, que tem uma senhora - dona Gleise Mari Horn Buzuco - na presidência. xxx

Livros para o acervo de nossa biblioteca

A campanha de doações de livros para a Biblioteca Pública do Paraná, estimulada com o vídeo institucional gravado pelo ator José Wilker trouxe ótimo retorno: até agora mais de 20 mil livros foram encaminhados e há muitas promessas de grandes contribuições. O mais importantes: as doações não se limitam a "limpeza de armários" como normalmente acontecia. Ao contrário, bons títulos, muitas vezes edições novas, além de até algumas raridades - ou ao menos obras difíceis de serem encontradas - compõem as doações que diariamente são feitas. xxx

Um filme sem happy-end: fazer curtas no Paraná

A novela dos quatro curtas-metragens de cineastas locais, iniciada há dois anos quando a Secretaria da Cultura fez um convênio com a finada Embrafilme, ainda não terminou: nenhum dos filmes pode ainda ser devidamente concluído e o clima de desânimo desceu sobre os realizadores. Fernanda Mori, por exemplo, após gastar todas suas economias para tentar finalizar "A Loira Fantasma", acabou, prudentemente, aceitando o convite do empresário Henrique Almeida e se integrando a sua equipe no Amapá, por onde o irmão do empreiteiro Cecílio é candidato ao Senado.
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