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Valêncio Xavier

Bia, superstar

Satisfeitos com a repercussão da exposição (Acaiaca, até dia 3 de novembro, Bia Wouk e Carlos Eduardo Zimmermann decolam neste fim de semana para Campinas. Bia foi a única artista do Paraná premiada no importante salão de desenho que ali será inaugurado no sábado, onde Zimmermann participa como convidado especial.

O homem que desenhava as balas Zequinha

A extrema humildade e modéstia de um veterano litógrafo, fêz com que permanecesse, até agora, no anonimato, a sua importante contribuição na criação das Balas Zequinha - fascinante forma de comunicação popular eminentemente curitibana e que só este ano mereceu uma primeira pesquisa, empreendida pelo homem de TV Valencio Xavier ("Desembrulhando as Balas Zequinha", boletim informativo nº 1 da Fundação Cultural, agosto/74).

Os Homens & Os Fatos

O engenheiro João Carlos Lopes, 36 anos, da turma de 1961 da Universidade Federal e que vem utilizando suas horas vagas para escrever elogiados trabalhos no campo da ficção ("Sapecada", contos, 1972) e pesquisa histórica, era o mais jovem presente à sessão de sábado à tarde, na Casa Romário Martins, quando ali foram projetados filmes sobre o Paraná rodados entre 1912/40, por pioneiros como Anibal Requião e J. B. Groff.

Artigo em 22.04.1974

Helmut Lied, diretor do Goethe Institut oferece a partir de amanhã uma chance dos curitibanos conhecerem cinco filmes de jovens cineastas da Alemanha Ocidental.

Artigo em 31.03.1974

Em breve os alunos do setor de Psiquiatria da Universidade de Pensilvania, EUA, assistirão um filme em cores, 16 mm, sobre as pesquisas no campo da Reflexologia/Parapsicologia, desenvolvidas em Curitiba, por um grupo de trabalho coordenado pelo médico Eduardo Mário Camargo, diretor do Manicômio Judiciário e professor da Faculdade Evangélica de Medicina. A seu pedido, Valencio Xavier e Elimar Smalinowski, rodaram vários minutos de filme em cor, reproduzindo experiências fascinantes no campo do bloqueio da dor, inclusive com pessoas andando sobre brasas sem qualquer conseqüência.

Cinema

É curioso observar as reações que "Os Implacáveis" (Cine Vitória, 2ª semana) provocam: para os mais informados, cinematograficamente, é um filme em si valorizado pela direção de Sam Peckinpah, hoje um dos cineastas mais respeitados e tido como um "político da violência", isto é, empregando a violência como crítica a sociedade. Para o grande público, é um filme de aventuras, um policial com sangue e corridas de automóveis, receita que desde "Bullit" (por sinal, pela quarta vez, em reprise na cidade) é garantia de boas rendas.
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