Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS Valêncio Xavier

Valêncio Xavier

Palito, Bolinha, Schulmann e Pabala nas imagens do FestRio

Rio de Janeiro (De Aramis Millarch, especial para O Estado do Paraná) - Desta vez o Paraná está presente. Ao contrário do que aocnteceu timidamente no último Festival de Gramado - no qual o curta "Vamos Juntos Comer Defunto", de Eloi Ferreira, mesmo selecionado para a competição em 35mm, passou despercebido - e no recente Festival do Cinema Brasileiro de Brasília da qual a nossa ausência foi total - agora, na edição do RioCine Festival, inaugurado na última quinta-feira, 15, temos alguns representantes.

"Romero", denúncia de utilidade pública

Para driblar a crônica crise de falta de recursos, que normalmente inviabilizaria qualquer promoção, o sempre criativo Valêncio Xavier está realizando no Museu da Imagem e do Som um curso sobre cinema documentário que vem tendo ótima freqüência e bons resultados. O próprio Valêncio, um apaixonado pelo documental, faz as palestras e, com seus contatos preciosos, conseguiu clássicos momentos do cinema documentário, que, em vídeo, estão revelando para uma nova geração a importância do olhar cinematográfico sobre a realidade.

Moraes Neto revive valsas num espetáculo de Gersinho

Há algum tempo, Leon Barg estava em seu escritório quando teve a melhor surpresa ao receber um visitante inesperado: - "Boa tarde, meu nome é Moraes Neto!" Leon quase se assustou. Afinal, há muito desejava estabelecer um contato com o veterano cantor de rádio, mas não esperava, jamais, uma visita pessoal. Surpresa que aumentou quando ele anunciou: - "É que agora estou morando em Curitiba e não poderia deixar de procurá-lo para cumprimentá-lo pelo seu trabalho na "Revivendo".

No campo de batalha

Devido a um erro de digitação, a abertura do Cine Ópera foi "atrasada" em 6 anos, conforme registro em nossa coluna de ontem: o luxuoso cinema na Avenida João Pessoa (hoje Luiz Xavier), no térreo do edifício Eloísa - construído pelo professor David Carneiro no final dos anos 30 - foi aberto em julho de 1941 (e não em 1947, como saiu) com o filme "Tudo Isto e o Céu Também" (All This and Heaven Too), que o russo mas radicado nos EUA, a partir de 1936) Anatole Litvak (1902-1975) realizou há 50 anos, com Bette Davis (1908-1989) no auge de sua carreira. xxx

No campo de batalha

Edson França Bueno não pode se queixar da falta de mecenato oficial: recebeu Cr$ 200 mil para dirigir "New York por Will Eisner". Agora, é aguardar o resultado, pois a adaptação de personagens de quadrinhos para o palco é sempre arriscado - e até na Broadway tentativas feitas com clássicos como "Ferdinando" e "Popeye" fracassaram. No cinema, os efeitos especiais e super-recursos fizeram de "Batman" e "Dick Tracy" ganhar muito marketing promocional. xxx

No campo de batalha

Enquanto "Memória da Curitiba Urbana", em seu sentido referencial, vai duplicar de circulação a partir do próximo número, o Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Curitiba promove um concurso interno para a escolha do nome de seu house organ, que circula há quatro meses. O último número, valoriza o lado artístico de vários funcionários, divulgando cartoons do funcionário Cabral, do Centro de Processamento de Dados. Merecedores de figurarem em qualquer publicação especializada.

No campo de batalha

Antônio Roberto de Godoy, 57 anos, diretor do grupo cinematográfico Hawaí, tem estado quase que semanalmente em Maringá. É que supervisiona os detalhes finais do Avenida Center, duas salas (370 e 260 espectadores), que serão inauguradas no próximo dia 12 de junho, aumentando para 4 os cinemas da Cidade Canção. xxx

Lá, entre as estrelas, Zé Maria, um homem de teatro

São muitos os aspectos que fazem de José Maria Santos um trabalhador cultural da maior importância. De origens humildes, sem maiores pretensões intelectuais, encarnou o próprio aspecto de nossa arte subdesenvolvida e desprotegida. Pertencente a uma geração de Curitiba dos anos 50 que fazia teatro com idealismo e amor, sem qualquer possibilidade de sobreviver com as peças que eram encenadas na época, José Maria encontrou nas aulas do curso que Aristides Teixeira coordenava no Sesi um primeiro embasamento para a carreira que acabaria por abraçar integralmente.

No dia do teatro, o vídeo em homenagem ao grande Zé

No mínimo, a emoção. Quando as imagens de José Maria Santos forem projetadas no telão do Museu de Imagem e do Som, no auditório Brasílio Itiberê, no próximo dia 27, com a primeira exibição pública de "Mal", todos que conheceram e aprenderam a admirar José Maria Santos sentirão profundamente a sua ausência. Num vídeo de 9'45" - no qual aparece cerca de cinco minutos - ficou perpetuado o seu último trabalho, feito exatamente três semanas antes de ser internado no Instituto de Medicina e Cirurgia do Paraná.
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br