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Valêncio Xavier

No campo de batalha

A frustração dos videomakers curitibanos que há algumas semanas ficaram eufóricos com um projeto que parecia ser generoso por parte do Banestado: financiar quatro produções de média-metragem abordando aspectos de nossa história. Fernando Severo, Valêncio Xavier, Berenice Mendes e Fernanda Morani apresentaram roteiros e chegaram a iniciar a pré-produção mas as coisas deram para trás. O Banestado indenizou os realizadores pelas despesas feitas e tudo voltou a estaca zero. xxx

Um pouco do Paraná nos cadernos do MIS

Há 17 anos, quando a Fundação Cultural de Curitiba foi criada na primeira administração de Jaime Lerner, uma das primeiras iniciativas foi a edição de uma série de fascículos através da Casa Romário Martins, primeira das unidades voltadas a preservação da história de nossa cidade.

Goethe mostrará o bom cinema feito para TV

Assumindo a direção do Goethe Institut de Curitiba há poucos meses, a professora Birgit Muhlhaus vem realizando um ótimo trabalho. Simpática, competente e experiente - vem de 7 anos de atividades em Buenos Aires, onde deixou grandes amigos e um positivo saldo de trabalho - Birgit começa agora a agilizar o calendário de atividades da instituição, por sinal com uma dinamização cada vez maior em sua área didática (todas as vagas oferecidas para o ensino de alemão neste semestre foram preenchidas em poucos dias).

Helena Kolody, 81 (ou 18?) anos de iluminação poética

Helena Kolody, profissão poeta.Ninguém melhor do que esta ucraniana-brasileira de eterna juventude que os 81 anos parecem apenas um número ao contrário (18), para justificar esta identificação. Helena é brilho, luz, magia - que a faz, há muito, não só a grande poeta do Paraná, mas uma das maiores do Brasil. Se o Rio Grande do Sul tem Mário Quintana, nós temos - para muito orgulho! - Helena Kolody, hoje, merecidamente, tendo sua obra reconhecida nacionalmente.

No campo de batalha

Uma atriz-bailarina começa a se destacar na cidade: é a mignon Mittie Taketani, que está no elenco de "Alice no País das Maravilhas", adaptação e direção de Paulo Maia, que vem sendo apresentada nos fins de semana, 16 horas, no Teatro do Sesi. Baseado livremente no texto de Lewis Caroll, o espetáculo traz Gioavani Soar como Alice, ao lado de um grupo de moças bonitas e talentosas: Cristiane de Macedo, Erika Mignon, Chris Gomes e Eliane Campelli. Os marmanjos no palco são Álvaro Bittencourt, Cleon Jacques, Edson Rocha e Maurício Vogue. xxx

No campo de batalha

Antônio Roberto de Godoy, 57 anos, diretor do grupo cinematográfico Hawaí, tem estado quase que semanalmente em Maringá. É que supervisiona os detalhes finais do Avenida Center, duas salas (370 e 260 espectadores), que serão inauguradas no próximo dia 12 de junho, aumentando para 4 os cinemas da Cidade Canção. xxx

Lélio e Bettega falam dos filmes que amaram

Simultaneamente, a bibliografia de cinema é enriquecida com duas oportunas contribuições de críticos paranaenses: "Filmes Vistos e Anotados", de Francisco Bettega Netto (Cadernos do MIS/nº 12, edição do Museu da Imagem e do Som do Paraná, 60 páginas; ainda sem data de lançamento) e "CineAstral - I" de Lélio Sottomaior Júnior (32 páginas, edição do autor, circulação dirigida).

Homenagem à estrela Dalva e a descoberta de Marilu

Será, no mínimo, uma reunião de pessoas que amam a nossa melhor musica popular. Amanhã, ao entardecer, na sala Antonio Mililo da Secretaria da Cultura, o lançamento oficial de "Estrela.. Saudade", álbum duplo com Dalva de Oliveira (Vicentina de Paula Oliveira, Rio Claro, SP-5/5/1917-RJ, 31/8/1972) interpretando 30 belíssimas marcha-rancho, marcará a 50ª produção do selo Revivendo, que há dois anos vem proporcionando o reaparecimento de jóias de nosso cancioneiro.

Os "cult-movies" que os americanos curtem

Vai demorar, mas ainda chegaremos lá: a edição em vídeo de filmes que mesmo nos Estados Unidos ficaram na categoria de cult - isto é, fracassos em seus lançamentos comerciais, revalorizados depois. Ou então obras-propostas que mesmo no lançamento já chegaram com o estigma do fracasso financeiro.

Com a falta de dinheiro, os nossos curtas estão parados

No ano passado o Paraná esteve totalmente ausente no circuito dos festivais de cinema. Se em 1988, Fernando Severo conseguiu com seu curta, 16 mm, algumas premiações em Gramado, Brasília e Salvador - principalmente porque "O Mundo Perdido de Kozák" focava, com bom gosto e cuidados de realização, um tema muito simpático (o resgate de um pioneiro da cinematografia, com preocupações ecológicas já nos anos 40/50), no ano passado nenhum realizador paranaense conseguiu ingressar sequer na parte seletiva dos festivais.
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