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Entrevistados e Entrevistadores: Wagner Tiso
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Simone e o alto preço do sucesso

Quando uma cantora atinge o status de superstar aumentam as cobranças. De um lado, o público sempre a exigir novidades e uma qualidade que supere (ou ao menos empate) com o trabalho anterior; de outra margem do rio, os implacáveis números comerciais: o resultado de vendas que não pode decepcionar.

A música instrumental em "boom" de qualidade

Comparativamente a música vocal, os instrumentistas brasileiros tiveram uma boa presença em 1991. Apesar de quantitativamente ainda reduzidos, mostram cada vez mais o vigor, talento e evolução de nossos instrumentistas - muitos deles fazendo carreira no Exterior. Coincidentemente, coube a pequenas etiquetas independentes - a hoje quase extinta Chorus, a Visom e, especialmente a Kuarup e a jovem Caju Music fazerem edições de maior qualidade.

Um Wagner proibido de tocar no Steinway do Teatro Guaíra

Foi só graças ao bom senso da professora e pianista Cloris de Sousa Ferreira, coordenadora artística da Fundação Teatro Guaíra, que o Paraná deixou de ser uma notícia nacional que colocaria em ridículo todo o esforço que se faz para promoção cultural do estado. Na noite de 27 de fevereiro, um dos melhores pianistas brasileiros, Wagner Tiso, parceiro ("Coração de Estudante", o hino das diretas) e arranjador de Milton Nascimento desde os tempos de Três Pontas, MG, por pouco não desistiu de fazer sua apresentação no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto.

DESTAQUES

Compositor: Antônio Carlos Jobim (*) Revelação de compositor: Péricles Cavalcanti Cantor: Emílio Santiago (Lp "Brasileiríssimas - volume 4", Sigla/Som Livre) Revelação de cantor: Edson Cordeiro (**) e Orlando Morais Cantora: Elizeth Cardoso (***) Revelação de cantora: Vangi Leonel (lp "Vangi", Sony Music) Arranjador: Chiquinho de Moraes Revelação de arranjador: Guga Stroetter (lp "Canções") Capa: Elifas Andreato ("Vai meu Samba, vai" e "Carrancas") Produtores: Hermínio Bello de Carvalho e João Carlos Botezelli

A música instrumental em "boom" de qualidade

Comparativamente a música vocal, os instrumentistas brasileiros tiveram uma boa presença em 1991. Apesar de quantitativamente ainda reduzidos, mostram cada vez mais o vigor, talento e evolução de nossos instrumentistas - muitos deles fazendo carreira no Exterior. Coincidentemente, coube a pequenas etiquetas independentes - a hoje quase extinta Chorus, a Visom e, especialmente a Kuarup e a jovem Caju Music fazerem edições de maior qualidade.

Os 10 melhores lançamentos instrumentais brasileiros-1991

1. "Bonfá's Magic" - Luiz Bonfá (Caju); 2. "Retratos/Radamés Gnatalli" - Chiquinho do Acordeon/Rafael Rabello/Orquestra de Cordas Brasileiras (Kuarup); 3. Rafael Rabello & Dino 7 Cordas (Caju); 4. "Tocar" - Geraldo Flach (RGE); 5. "Profissão, Músico" - Wagner Tiso (Polygram); 7. Paulo Moura e Ociladocê Interpretam Dorival Caymmi (Choros); 8. "Visões" - Leo Gandelman (Polygram); 8. Egberto Gismonti (EMI-Odeon); 9. Altamiro Carrilho - 50 anos de choro (Visom) e 10.

Os 10 melhores lançamentos instrumentais brasileiros-1991

1. "Bonfá's Magic" - Luiz Bonfá (Caju); 2. "Retratos/Radamés Gnatalli" - Chiquinho do Acordeon/Rafael Rabello/Orquestra de Cordas Brasileiras (Kuarup); 3. Rafael Rabello & Dino 7 Cordas (Caju); 4. "Tocar" - Geraldo Flach (RGE); 5. "Profissão, Músico" - Wagner Tiso (Polygram); 7. Paulo Moura e Ociladocê Interpretam Dorival Caymmi (Choros); 8. "Visões" - Leo Gandelman (Polygram); 8. Egberto Gismonti (EMI-Odeon); 9. Altamiro Carrilho - 50 anos de choro (Visom) e 10.

Mais uma bela antologia com obras de Milton Nascimento

A abertura do mercado de CD está fazendo todas as gravadoras - e mesmo etiquetas menores - remexerem seus arquivos para produzir reedições das mais variadas. Quando dispõe de grandes nomes em seu acervo - mesmo que hoje estejam em outras fábricas - a tarefa fica facilitada. Em outros casos, acordos operacionais - pois os tycoons fonográficos sempre se entendem, possibilitam montagens especiais. É o caso agora de "Canção da América", álbum duplo com "O Melhor de Milton Nascimento", que a Polygram montou, com direção de Mayrton Bahia e um trabalho de compilação de Luiz Pereira (Lelé).

Nana passou Guimorvan no jazz poll da "Down Beat"

Para variar, desta vez não deu Airto Moreira na cabeça! Habituado há quase 15 anos a liderar os jazz poll da Down Beat - a bíblia do "jazz, blues & beyond" (como está em sua capa), o nosso instrumentista de maior sucesso internacional na 39ª escolha anual dos críticos internacionais convidados pela revista fundada há 58 anos para opinar sobre os melhores da temporada passada, ficou agora em terceira posição pelos 85 experts de vários países.
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