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Radamés Gnatalli

No campo de batalha

O empresário Mozart Primo divide hoje com Verinha Walflor a liderança das promoções artísticas de melhor bilheteria na cidade. Cada um na sua, profissionalmente, buscam trazer espetáculos de público certo. Agora, Mozart coordena a única apresentação que Manolo Otero fará no dia 28, quarta-feira, no Guaíra (ingressos entre Cz$ 300,00 a Cz$ 350,00). Manolo tem um público seguro, nas pegadas de Julio Iglesias e comprova que o bolero romântico sempre emociona uma imensa faixa de consumo. xxx

O romance de Chico fez Ricardo bailar

Finalmente "O Romance das Quatro Luas" vai chegar aos palcos do Guaíra. Contratado há dois anos, pela antiga diretoria da Fundação Teatro Guaíra, este novo bailado de Chico Buarque-Edu Lobo, com libreto de Ferreira Gullar, sofreu vários atrasos - alguns por culpa dos autores, outros devido a greve dos músicos no Rio de Janeiro, o que impediu a gravação do tape. Agora, garante Edu Lobo, a música está saindo das partituras para as fitas, com corte final da gravação nos Estados Unidos.

No campo de batalha

Aos 82 anos, Igor Moiseyev, fundador e diretor do balé que tem o seu nome, está em plena forma em seu entusiasmo e agilidade, no comando da imensa companhia, desde que chegou em Curitiba, Igor mostrava energia que falta a muitos jovens. xxx Rígida disciplina dos integrantes do balé. Praticamente, só saíram do Araucária Palace Hotel para irem ao teatro. Exceto três senhoras que, na hora do espetáculo de terça-feira, falando um inglês perfeito, buscavam junto à portaria do hotel, informações sobre os melhores restaurantes da cidade para jantar. xxx

As cordas de Rafael no ballet do Iguaçu

Independentemente dos méritos da apresentação do bailado "Lendas do Iguaçu" (Parque Nacional de Foz do Iguaçu, hoje, 17,30 horas), esta original produção idealizada pelo diretor da Fundação Teatro Guaíra, Constantino Viaro - é viabilizada graças ao Bamerindus - tem um ponto especial que merece destaque: a participação, como solista convidado, do violonista Rafael Rabello.

Uma fundação para Radamés

Durante um almoço com o professor Alceu Schwaab, da Associação dos Pesquisadores de MPB e que trabalha atualmente num levantamento da relação do Cassino Ahú (1939/1946) com a música brasileira, o violonista Rafael Rabello teve a alegria de ver no estudioso paranaense um dos maiores admiradores de Radamés Gnatalli. Uma idéia que já vinha amadurecendo na cabeça de Alceu poderá se concretizar: a gravação por Rafael, de um álbum especial, exclusivamente com peças de Gnatalli, em edição financiada pelo próprio Schwaab.

Proença e a arte de administrar e tocar

Entre os muitos projetos que Maria Amélia, presidente do Pró-Música tem para os próximos meses está a de convidar o pianista Miguel Proença não só para fazer um recital mas, especialmente falar sobre administração cultural. Afinal, poucos artistas tem mostrado tanto dinamismo como animador cultural como este gaúcho de Uruguaiana, 49 anos, atual secretário da Cultura do Rio de Janeiro, em equilibrar as atividades administrativas com uma intensa vida artística.

Villa Brasil, o clássico com a regência de Morozowicz

Num País em que as orquestras se contam nos dedos e a música dita clássica, quando muito, atinge gravações que com 3 ou 4 mil unidades já são consideradas best-sellers, o fato de uma Orquestra de Câmara, fundada há apenas 6 anos, atingir o seu oitavo elepê e exibir um currículo com quase 100 concertos - incluindo entre os solistas que com ela já atuaram nomes de expressão internacional como Jean Pierre Ramapla, Maurice Andre, Ingrid Haerler, Arthur Moreira Lima e Antônio de Menezes, não deixa de ser fato dos mais significantes.
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