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Sérgio Rezende

Jack Palance ao meio de quatro estréias

Semana com quatro estréias e pré-lançamento de mais um filme glamourisado por um Oscar - "Amigos... Sempre Amigos" (City Slickers), de Ron Underwood, que valeu ao homem mau Jack Palance, 75 anos, o seu primeiro troféu, na categoria de coadjuvante. Este western - que redime a injustiça sofrida pelo mesmo Palance em 1953 - tem pré-estréia no Palace Itália hoje, às 21h45[min], com reprise amanhã, no mesmo horário. No dia 17, entra em carreira normal.

Sonho de Tiomkim ganhou prêmio no I FestVitória

Vitória - Só exercendo o seu direito de voto de Minerva, como presidente do júri do I Festival Nacional de Vídeo, a cineasta Tizuka Yamasaki desempatou, às 22h30 de sábado, 23, o impasse do júri que se dividia entre "Cenas de um Sonho Selvagem", do paranaense Osval Dias de Siqueira Filho (Tiomkim), e "Morte", do mineiro Bruno Viana. Apesar de ter sido o favorito para receber o grande prêmio "Cidade de Vitória" - troféu e um cheque de Cr$ 3 milhões (o maior valor já dado num festival de vídeo no Brasil), o vídeo de Tiomkim perdeu para o trabalho do mineiro Viana.

"Sampaku" encerra hoje a competição do festival

Dentro das diferentes temáticas vistas nos 30 filmes que competem nesta 19ª edição do Festival, "Sampaku - O Olho da Ambição", está sendo aguardado com muita expectativa. Rodado originalmente em 16mm - com transposição para 35mm graças a associação do laboratório Líder como co-produtora - e um orçamento modesto (ao redor de Cr$ 140 milhões), tem a credenciá-lo o talento de José Joffily Filho, 45 anos, um dos melhores roteiristas do cinema brasileiro e que estreou com a comédia "Urubus e Papagaios".

"Antígona" e "Corpo", Marieta em dupla dose

Uma dupla demonstração do talento de Marieta Severo: enquanto no palco do auditório Maria José Andrade Vieira é a dramática "Antígona" da tragédia que o grego Sófocles escreveu no ano 442 a. C., na tela do cine Ritz, somente hoje, às 22h, poderá ser vista na interpretação de Carmen em "O Corpo", do paulista José Antônio Garcia que no XXIV Festival de Brasília do Cinema Brasileiro lhe valeu o Candango de melhor atriz (dividido porém com Claudia Gimenez).

Na miséria das imagens, a esperança de São Paulo

Rio de Janeiro - Durante alguns anos, especialmente na década de 70, os dois principais festivais competitivos do cinema brasileiro - Brasília (criado em 1968) e Gramado (a partir de 73) - representavam um campo de batalhas visuais entre o cinema paulista X carioca. Numa época em que a produção nacional chegou a ultrapassar mais de cem títulos/ano, os realizadores dos dois Estados levavam até para o esforço físico as acirradas disputas de festivais em alta voltagem, muita badalação e euforia.

Só 26 filmes nacionais foram lançados em 1989

Projetos não faltam, realizá-los é que são elas. No cinema, mais do que em qualquer outra área da indústria cultural, a inquietação é grande. Afinal, qualquer projeto de curta, média ou, especialmente, longa-metragem, exige orçamento na casa dos muitos mil dólares - e nesta época de crise, inflação galopante e expectativas dos novos tempos (duros) econômicos, investir em cinema é algo que fica cada vez mais distante.

No campo de batalha

1) - Dois dos mais belos rostos internacionais presentes no festival não estão nas telas, mas sim no júri de longa-metragens. A espanhola Assumpta Serna, que Pedro Almodovar lançou em "O matador", (e que há três anos esteve no Rio, quando aquele filme disputou pela Espanha) e que recentemente participou das filmagens, na Bahia, da produção americana "Wild orchide". Já a francesa Helena Bonham Carter, cabelos pretos, pele branquíssima, apesar dos conselhos para não se expor ao sol fortíssimo, na manhã de quarta-feira, já parecia queimadinha.

De como ver Brasília na ótica de seis cineastas

Em 1987, poucos dias após a Unesco ter concedido a Brasília o status de Patrimônio Mundial da Humanidade, realizava-se o XX Festival do cinema Brasileiro. O então governador do Distrito Federal, José Aparecido de Oliveira - hoje ministro da Cultura - reuniu os cineastas, jornalistas e artistas, convidados do evento, no Palácio Buriti e anunciou um projeto: a realização de um filme, em episódios, que mostrasse ao mundo o que é Brasília.
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