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Paulo Vitola

Artigo em 04.06.1992

Mudanças na área cultural: Nadyege Almeida solicitou demissão da direção do Museu de Arte Contemporânea. Para sua vaga, há três candidatos: Carlos Eduardo Zimmermann, pintor que desfruta hoje de fama nacional (mas que nunca exerceu atividade oficial): Marcos Mello, videasta, professor e dono da galeria Casa da Imagem, e Geraldo Leão, artista plástico da nova geração. Também deixou a direção do Museu de Arte do Paraná, a professora Clarete Maganhotto. xxx João Osório Brzezinski, sempre cotado para a área, continua decidido: não aceita cargos de direção. xxx

Sérgio e Vítola, a ajuda às crianças

Nas manchetes nacionais no último fim de semana pelo tiroteio verbal com o presidente Fernando Collor, o empresário Sérgio Prosdócimo havia encarregado, dias antes, a vereadora Rosa Maria Chiamulera para coordenar uma série de projeções do documentário "A Guerra dos Meninos" de Sandra Werneck para sensibilizar os empresários paranaenses e conseguir mais recursos para projetos na área da assistência às crianças.

No Carrefour, faltou torcida para "Bastidores" dos Gersons

Na semana passada, o engenheiro e animador cultural Sérgio Bittencourt, dono do bar Habbeas Coppus, gastou Cr$ 150 mil em dois anúncios, conclamando amigos e admiradores dos compositores Sérgio Bertinez, 43 anos, e Gerson Fisbein, 34, a se integrarem numa caravana que, em São Paulo, formaria uma torcida organizada pela participação do Paraná no maior festival de música popular realizada nos últimos anos do Brasil - o MPB Carrefour.

Adeus, Stelinha!

Com a morte de Stelinha Egg, na segunda-feira, 17, o Paraná perdeu sua única cantora que obteve uma real projeção nacional. A verdade é que Stelinha, mesmo afastada da vida artística há mais de 10 anos, era a única intérprete nascida em Curitiba que conseguiu tornar-se um nome popular em termos nacionais, excursionando ao Exterior e gravando mais de uma centena de músicas em 78 rpm, 45 rpm e elepês.

Laís traz Sivuca e Glória para shows

Laís Mann é daquelas mulheres em permanente estado de criação. Atriz em sua juventude - há 26 anos, quando Flávio Tambelline (19-27-1976) veio a Curitiba aqui rodar um dos episódios de "Um uísque antes... um cigarro depois", foi escolhida pra um dos principais personagens, Laís se revelaria, nos anos 70, como uma das nossas mais brilhantes tv-women, dividindo com Jamur Junior e Jota Jota, o programa "Show de Jornal" com o qual a TV-Iguaçu fez a mais corajosa oposição ao atrapalhado governo Haroldo Leon Perez.

No campo de batalha

Há muitos Paulinhos de talento na MPB. Vítola e da Viola são dois deles. Paulo Vítola, publicitário, poeta e compositor, foi quem fez as músicas de "Cidade Sem Portas" e não o grande Paulinho da Viola (Paulo César Batista Faria), também nosso grande amigo. Fica corrigido o engano dos nomes dos autores do musical sobre Curitiba. A propósito: a pedido de um grupo teatral da cidade, Paulinho Vítola e Adherbal Fortes de Sá Júnior estão dando uma reciclada, duas décadas depois, nas músicas e textos, para uma possível remontagem.

A Gráfica cada vez mais internacional

Não é sem razão que a cada número amplia-se o prestígio internacional de "Gráfica", a revista que mais do que o interesse aos homens de criação publicitária, amplia seu circuito de leitores e vem crescendo em sua circulação. A associação da Casa das Idéias, de Curitiba, inicialmente com o paulista Luís Carlos Burti - em cujo parque gráfico a publicação é produzida - e, posteriormente, a um grupo italiano, trouxe condições da revista ter uma regularidade e partir para vôos maiores.

Como encenar uma ópera com recursos próprios

Quanto custa a montagem de um espetáculo como "Tosca"? Muitos milhões, por certo. Um orçamento amplo, pois em qualquer teatro do mundo a montagem de óperas é sempre elevada. E sempre que se faz uma produção como esta vem a questão de se há justificativa para um investimento elevado num espetáculo que, a rigor, tem temporadas curtas (até domingo, em diferentes horários).

Gio, um concerto do melhor violão

Há exatamente um ano, Cupertino Amaral, 53 anos, uma das pessoas mais estimadas dos bons tempos de boêmia musical curitibana, procurou as entidades (ditas) culturais da cidade em busca de um auditório em que seu filho, Gio, pudesse fazer um recital de violão. Advogado com 30 anos de atuação na cidade, bem relacionado, ex-chefe de gabinete de Carlos Alberto Moro quando este ocupou a Secretaria da Educação e Cultura, Cupertino esperava encontrar boa vontade para o seu pedido.
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