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Stelinha Egg

"Stelinha" vista por poucos espectadores

Um dos melhores filmes brasileiros dos últimos anos terá hoje e amanhã suas últimas exibições no cine Ritz: "Stelinha".

Adeus, Stelinha!

Com a morte de Stelinha Egg, na segunda-feira, 17, o Paraná perdeu sua única cantora que obteve uma real projeção nacional. A verdade é que Stelinha, mesmo afastada da vida artística há mais de 10 anos, era a única intérprete nascida em Curitiba que conseguiu tornar-se um nome popular em termos nacionais, excursionando ao Exterior e gravando mais de uma centena de músicas em 78 rpm, 45 rpm e elepês.

O Paraná na voz de Stelinha foi longe

Algumas horas de gravações - quatro delas com imagens - e lembranças de muitos amigos, além de pesquisas que envolveriam demoradas consultas em coleções de jornais e revistas da Divisão de documentação da Biblioteca Pública - para rastrear seu início de carreira (e os posteriores registros cada vez que voltava a Curitiba, já com a carreira consolidada) poderão subsidiar num estudo de maior profundidade sobre Stelinha Egg - seu pioneirsimo como mulher, filha de família protestante de rígidos princípios, a enfrentar preconceitos e se tornar a primeira cantora profissional do Paraná.

Mário Celso, o sabor de 72 horas no poder

Ao transmitir ontem o cargo de prefeito interino para o deputado Algaci Túlio, o vereador Mário Celso completou apenas 72 horas na chefia do Executivo. Aparentemente, uma substituição quase simbólica, pois assim como o vice prefeito Tulio, assumindom por suas semanas, durante a viagem de Jaime Lerner à Escandinávia, já tem limitada a sua ação, nem se cogita que em apenas três dias úteis, alguém possa personalizar qualquer ato na máquina administrativa.

Uma rua para o maestro Gaya

Depois de dois esplêndidos nomes da melhor MPB no último fim de semana - Johnny Alf no Teatro Paiol e Miúcha no distante Auditório Antônio Carlos Kraide (Centro Cultural do Portão), além de duas apresentações da Orquestra de Câmara de Blumenau, abrindo a temporada oficial do Auditório Maria José Andrade Vieira - novas atrações para dividir o próximo fim de semana. No Paiol, a compositora-intérprete Joyce, que só hoje, aos 40 anos - e 22 de vida artística - começa a ter um reconhecimento internacional, com temporadas e discos lançados no Japão, Itália, França e Estados Unidos.

Lauro Maia, o cearense que criou o "balanceio"

Para a maioria das pessoas, o nome de Lauro Maia talvez não se associe, imediatamente, a música. Afinal, entre tantos e tantos autores, quem seria mais este compositor de obra restrita a uma época de nossa MPB!

Paulo Tapajós, uma missa iluminada de canção/amor

Convinha, nesta primeira coluna de 1991, falar de coisas alegres, de pássaros, de música, de cores e de amizade. Jamais um obituário. Assim, o obituário para um amigo que morreu no penúltimo dia do ano que acabou não pode ser triste. Tem que ser sem lágrimas, lembrando sua imensa dimensão, a sua grandeza de artista, homem, pai, companheiro e sobretudo, ser humano: PAULO TAPAJÓS (GOMES).

A Velha Guarda que levou à São Paulo

Em 1954, quando dividia sua semana entre trabalhos no Rio de Janeiro e na Rádio Record, em São Paulo, Almirante idealizou o I Festival da Velha Guarda, que com patrocínio de Paulo Machado de Carvalho, dono da Rádio e TV Record, foi um sucesso. Nomes já veteranos como de Pixinguinha, Benedito Lacerda, Donga, Caminha, Patrício Teixeira, Bidê da Flauta, acompanhado de jornalistas famosos (Antônio Maria, Lúcio Rangel, etc.) e mesmo jovens instrumentistas (entre eles um garoto chamado Baden Powell), fizeram três apresentações, a última das quais no Parque do Ibirapuera.
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