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Teatro Guaíra

Poty, o ilustrador, o evento para 1988

Um astral de coincidências felizes faz com que Poty, O Ilustrador se constitua em mais do que uma exposição entre tantas que poluem o cada vez mais caótico e desorganizado calendário das artes visuais no Paraná. Ao contrário, esta exposição bancada pelo poderio da IBM Brasil ganha uma dimensão nacional, como um evento digno de ser levado a todo o País - e que os curitibanos terão o privilégio de assistir em primeiro lugar. xxx

Frio no palco do Guaíra quase suspendeu musical

Às 10h30 de quinta-feira, 2, o elenco de "Ain't Misbehavin", reunido num dos camarins do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, transmitiu, oficialmente a Srta. Cláudia, assistente de Gaby Leib Produções Artísticas, um posicionamento profissional: não havia condições do espetáculo ser apresentado. Razão: o frio excessivo e a total falta de equipamentos de aquecimento.

Até os originais do livro foram perdidos

Uma prova de como o setor de pesquisa e editoração musical está a espera de que haja uma melhor coordenação de esforços é um fato gravíssimo, ocorrido há cerca de dois anos na Secretaria da Cultura - e que só não foi denunciado, até agora, devido a generosidade (e paciência) de sua vítima, a professora Marisa Ferraro Sampaio.

Sincronismo cromático

Para quem assistiu a apresentação de Beriozka há cinco anos passados, no mesmo auditório, sem dúvida que esta nova temporada do mais famoso conjunto coreográfico estatal de Moscou traz uma linha que se poderia classificar de mais soft. Há uma suavidade nas coreografias e na música ao vivo, com uma afinada orquestra - e mesmo conservando alguns aspectos circenses (como o urso no último número), o espetáculo nesta temporada iniciada no Brasil por Curitiba, na última quarta-feira.

E o Poty fala no vídeo que documenta o seu novo mural

Compadre Poty está feliz. Ele que já fez dezenas de murais ao longo destes 40 anos de arte pelo Brasil afora está orgulhoso de, 34 anos depois, ter podido completar o que havia sido planejado quando o Palácio Iguaçu estava sendo construído no ano do centenário da Emancipação Política: um mural de 17,20 por 6,50 metros, no qual, mais uma vez, coloca toda sua arte e visão de seu Estado - do qual é o artista maior.

Laertes e o filme "O Diabo de Vila Velha"

O trágico acidente que custou a vida de Laertes Moreira, o simpático "jornalista do cachimbo", no último fim-de-semana, não deve ficar no registro apenas nas páginas policiais ou nas curtas notas de um obituário que surpreendeu seus (muitos) amigos. Bonachão, simpático, identificado sempre com o cachimbo, Laertes era na verdade mais um (atuante) corretor de espaços publicitários do que um jornalista, embora, na prática, cobrisse sempre muitos fatos, especialmente ligados a prefeitos do Interior, seus clientes.

Winter, o jazz que aproxima os homens

Foi há 26 anos. O grande auditório do Teatro Guaíra estava ainda em obras mas já abrigava espetáculos grandiosos - desde que a Sinfônica Brasileira, sob a regência de Eleazar de Carvalho ali havia feito um concerto histórico. Naquele início dos anos 60, o Departamento de Estado destinava generosas verbas para que a Usis - United States Information Service mantivesse ativos escritórios regionais em várias capitais brasileiras. Em Curitiba, graças a este programa, a Usis promovia um programa cultural quase tão intenso como o que hoje o Goethe Institut aqui executa.

No Campo de Batalha

A Nordica está lançando "Rumo ao Ano 2.000", que não poderia ser mais atual. O ex-ministro Mário Simonsen em seu texto afirma que o controle da natalidade deve ser feito não através de esterilização forçada mas de uma "simples análise de custo-benefício de ter filhos". É um assunto polêmico que divide opiniões. O assunto foi tratado em três subcomissões temáticas na Constituinte. xxx

Hermínio, bendita agitação musical!

Hermínio Bello de Carvalho fica uma fera quando o chamam de pesquisador. Insiste em dizer que não é pesquisador. No máximo aceita a adjetivação de animador cultural. Ou melhor, agitador cultural. E que agitador!

Uma fundação para Radamés

Durante um almoço com o professor Alceu Schwaab, da Associação dos Pesquisadores de MPB e que trabalha atualmente num levantamento da relação do Cassino Ahú (1939/1946) com a música brasileira, o violonista Rafael Rabello teve a alegria de ver no estudioso paranaense um dos maiores admiradores de Radamés Gnatalli. Uma idéia que já vinha amadurecendo na cabeça de Alceu poderá se concretizar: a gravação por Rafael, de um álbum especial, exclusivamente com peças de Gnatalli, em edição financiada pelo próprio Schwaab.
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