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Teatro Guaíra

Airto e Flora Purim, o show-energia de amanhã

Airto e Flora chegam hoje, a tarde, no aeroporto Afonso Pena e irão direto para o Araucária Palace Hotel, onde o sempre competente Goulart já reservou a suite presidencial e instruiu os funcionários para preservarem o casal de qualquer interrupção que atrapalhe o seu descanso. Afinal, desde o dia 30 estão numa exaustiva tournée iniciada no Canecão (Rio de Janeiro) e que prosseguiu por Brasília (Teatro Nacional, dia 4), Belo Horizonte (Palácio das Artes, dia 5), Salvador (Teatro Castro Alves, dia 6), e, ontem incluiu Fortaleza, com apresentação no Hipopotamus na Capital cearense.

Emoções nos cantos e sons de Airto e Flora

A própria Flora não conteve a emoção. No sábado, 9, na metade do show no Teatro Guaíra, quando ia cantar "Good Morning Heartache" (Ervin Drake/Irene Higginbotham - Dan Fisher), clássico que Billie Holiday (1915-1959) imortalizou, sua filha, Diana, 16 anos, pela primeira vez, subiu num palco e ao seu lado, cantou a segunda parte. Uma voz segura, maravilhosamente afinada, trazendo uma emoção profunda não só na platéia mas entre os próprios músicos que a acompanhavam.

Denise, o talento da mímica vai à América

Irati, quem diria, acabou em Greenwich Village. Pois é. No próximo dia 28 de janeiro, Denise Stocklos, 34 anos, faz a estréia mundial de seu novo espetáculo - "Ir-a-Ti", no La Mamma, E.T.C., em Greenwich Village, Nova Iorque - no mesmo espaço onde há exatamente um ano fazia o lançamento de "Mary Stuart".

Paulinho da Viola, a resistência da MPB

Há quatro anos que Paulinho da Viola não lança disco novo. E há quase dois que não vem à Curitiba. Sua última apresentação foi no SESC da Esquina, modestamente, quase desapercebido. Portanto, sua única apresentação, hoje à noite (21 horas, auditório Bento Munhoz da Rocha Neto) tem uma especial significação: nos traz, a (rara, portanto) chance de aplaudir um dos mais importantes nomes da MPB. Qual é o melhor Paulinho? O compositor? O instrumentista? - além do violão, também o cavaquinho e mesmo o bandolim? Ou o cantor, voz afinadíssima, suave, redonda, como poucos?

A boa programação no Rio e São Paulo

A programação do Free Jazz Festival não poderia ser mais eclética e abrangente. Instrumentistas de vários estilos e fases para atrair o público jovem. Assim, no Rio de Janeiro, a programação será a seguinte: Dia 2 - Michael Petrucciani, pianista, que fez seu primeiro disco aos 16 anos e que compensa seu pequeno tamanho (não chega a medir um metro e pesa 20 quilos) com uma extraordinária musicalidade e aos 25 anos já tem um estilo personalíssimo.

No campo de batalha

Marlene Flores Travassos, pesquisadora e animadora de eventos, está na cidade fazendo importantes contatos. Atualmente, é assessora de relações públicas do empresário José Luís Moreira de Souza, presidente da Capri, grupo com ramificações em vários setores. Entre outros projetos, José Luís é co-produtor de um filme, de pretensões internacionais, para lançamento em 1988. xxx

No campo de batalha

O público, especialmente o jovem, está descobrindo a beleza de "O Selvagem da Motocicleta" (infeliz título que a Art Filmes deu para "Rumble Fish"), o excelente filme de Francis Ford Coppola, rodado há 4 anos e agora em exibição no Lido II (possivelmente deverá ganhar mais uma semana). Um filme sobre jovens, baseado em romance de S.E. Hinton (de quem o mesmo Ford rodou também em 83, "The Outsiders / Vidas Sem Rumo", já exibido em Curitiba), que merece toda atenção. Seguramente, um dos 10 melhores do ano. xxx

New-Age, a música-alma para o final do milênio

Se não fosse o interesse dos Beatles, especialmente de George Harrison, pelo misticismo e a busca de gurus orientais, dificilmente a música reflexiva, lenta e difícil para os ouvidos ocidentais de um citarista chamado Ravi Shankar teria chegado a uma faixa tão grande de consumidores. Mas graças ao aval beatleneano, nos anos 60, não só Shankar mas inúmeros outros compositores e especialmente, instrumentistas chegaram ao Ocidente, foram consumidos e mesmo diluídos na massificação industrial sonora.

Laje de autógrafos vai para o Guaíra

Felizmente o ex-secretário da Indústria e Comércio, Fernando Miranda, antes de deixar o cargo, transmitiu ao pessoal de sua pasta a observação de que por ocasião das obras de transformação no Cine Vitória no Centro de Convenções, não se destruam as lajes de cimento nas quais ficaram gravadas as palmas das mãos de muitas personalidades artísticas que passaram por Curitiba entre 1963/68.
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