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Teatro Guaíra

Surge embrião de novo centro de cultura

Se alguém perguntar para um grupo quem conhece o ICBA, é provábel que ninguém se manifeste. Se, ainda, perguntar quem já ouviu falar no Instituto Cultural Brasil-Germânico poucos vão responder. Agora, se a pergunta for sobre o Goethe, com certeza a reação será bem mais intensa. A instituição foi criada pelo governo da Alemanha Ocidental para difundir a cultura germânica pelo mundo. Hoje existem 149 unidades espalhadas por 65 países. E, em Curitiba, o Goethe-Institut tem desenvolvido ótimos trabalhos, sozinho ou associado a instituições brasileiras.

Chega se Saudade! Ao menos em Londrina, Bossa Nova tem lugar

Para evitar que se repita a frustração do Projeto Pixinguinha - 1989 - que desviou sua rota para o eixo Foz do Iguaçu-Cascavel, já que não houve condições de conciliar o (ocupadíssimo) calendário dos auditórios do Teatro Guaíra, com a programação musical que este ano terá 8 espetáculos do melhor nível (e que os curitibanos não assistirão), Cláudio Ribeiro, recém empossado diretor da divisão de Música Popular da Secretaria da Cultura, está fazendo das tripas coração para que não se perca, em termos locais, outra grande promoção: "Bossa Nova: 30 Anos / Chega de Saudade". xxx

Piazzolla, sua Maria e seu tango no Guaíra

"A música que escrevo agora é totalmente diferente da que fiz antes. O tango estará sempre presente. Afinal, é a música de Buenos Aires, não é? Mas ela tem que ser diferente, repito, pois a própria cidade hoje não é mais a Buenos Aires de ontem". (Piazzolla, em recente entrevista)

A chegada das loiras fantasmas

Nesta quarta-feira, 10, quem passar pelas imediações da Catedral, vai se surpreender com uma movimentação extra. Não se trata de casamento de gente colunável ou problemas outros que possam atrapalhar o tráfego, mas sim, as primeiras filmagens de "A Loira Fantasma", o curta-metragem que, após quase sete meses de gestação, começa a ganhar forma em imagens.

Pixinguinha, nunca mais! (Curitiba ficou de fora)

Triste, mas verdadeiro: o Projeto Pixinguinha não virá a Curitiba. Após quatro dias de conversações e espera de uma definição, o coordenador geral do projeto, Paulo César Rezende, viajou na sexta-feira passada para Cascavel, ali estudando a possibilidade de se formar um eixo Foz-Cascavel, viabilizando a passagem de seis elencos musicais por aquelas cidades do Sudoeste.

Hermínio e o Paraná

Há 24 anos, quando "Rosa de Ouro" foi escolhido como a melhor manifestação em favor da música popular brasileira na única edição que aqui aconteceu da promoção "Pinheiro de Prata", realizada pela Funarte, Hermínio não pode vir receber o troféu. Mas valeu como um reconhecimento local ao seu belíssimo espetáculo (perpetuado em disco, Odeon) no qual ao lado da revalorização do grande Aracy Cortes revelava Clementina de Jesus e cinco criolos de imenso talento - entre eles Paulinho da Viola e Elton Medeiros.

No campo de batalha

Na edição de terça-feira, na qual registramos segmentos do depoimento do general Airton Pereira Tourinho no Projeto Memória Histórica do Paraná, ficou excluído, por falta de espaço, seu relato em relação à queda de Haroldo Leon Peres do governo do Paraná em 1971. Entretanto, saiu a foto do ex-governador - o que ficou perdido na página. Nossas desculpas... xxx

Geléia Geral

Leon Barg com sua "Revivendo" continua a produzir as melhores reedições da música popular brasileira, generosamente dividindo com apreciadores da era de ouro da canção alguns tesouros de sua fabulosa coleção.

O bom teatro com Maria e o negro que vem de Praga

Sandro Polônio tinha razão de estar irritado no último fim de semana. Enquanto a comédia besteirol "As Sereias da Zona Sul", de Vicente Pereira e Miguel Falabella, conseguia bom público no Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, eram poucos os espectadores para "Temos que Desfazer a Casa", de Sebastian Junyent, que Maria Della Costa e Maria Castelli apresentavam no Auditório Salvador de Ferrante. Sandro e Maria Della Costa já perderam a conta do número de vezes que estiveram em Curitiba.

No campo de batalha

A temporada de "Eu, Feuerbach", de Tankred Dorst (auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, hoje, 21 horas: dias 21 a 26, 29 a 31), marca uma nova faceta do talentoso Adriano Távora: a de tradutor. Surpreendendo a todos, o primogênito de Maurício Távora, mostra que aprendeu bem o alemão no Goethe Institut e fez uma boa tradução do complicado texto de Dorst. xxx
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