Login do usuário

Aramis
Conteúdo sindicalizado RSS Rua Barão do Rio Branco

Rua Barão do Rio Branco

No Rívoli, domingo, a sua útima sessão de cinema

No domingo, dia 3 de janeiro, Curitiba perde mais um cinema. Após a última projeção de "A Rainha do Sadismo", às 22 horas, as portas do Cine Rivoli, serão fechadas e só voltarão a abrir para a retirada de suas poltronas e do equipamento de projeção – cujo destino ainda não foi definido, pelo sr. João Aracheski, executivo da Fama Filmes no Paraná.

As dicas para candidatos segundo Marisa

Como era previsível, o período pré-eleitoral estimula edições de manuais, ensaios e mesmo teses relacionadas à comunicação, opinião pública, técnicas de marketing eleitoral etc. a bibliografia, em português com títulos traduzidos mas, especialmente obras de autores brasileiros - evidencialmente melhores conhecedores de nossa realidade - amplia-se através de produções de editores ou mesmo trabalhos independentes.

Wanderley, sem lágrimas, o homem, o profissional e uma oração testamento de Adeus!

"A Morte é a grande pergunta e a final e grande resposta de todos os credos... "(José Wanderley Dias, em sua última crônica. "Quando eu morrer", coluna "A Vista do Meu Ponto", página 5, 1º caderno, edição de ontem, 10/07/92, da "Gazeta do Povo"). Ontem, perla manhã, ao ler meus textos em O Estado do Paraná, deparando-me com habituais erros de imprensa - frases cortadas, palavras modificadas, pequenos empastelamentos, lembrei-me de Wanderley Dias. "Ao menos ele, deve estar aumentando seus álbuns de enganos de imprensa..."

A "Memória Viva" deste nosso Brasil através de Magalhães

Com atraso de cinco anos, os curitibanos interessados em cultura e realidade nacional poderão conhecer um dos mais importantes documentos visuais já produzidos no Brasil: "Memória Viva", longa-metragem de Octávio Bezerra, 36 anos, que terá uma única exibição (quinta-feira, 12, 20h30, auditório Brasílio Itiberê, Rua Ébano Pereira, 240).

As talentosas crianças dos tempos do Clube Mirim-M-5

Houve uma época em que as crianças não eram obrigadas a se submeter a tirania de uma televisão que impõe olho abaixo a cultura Xuxa & similares. Sim, houve uma época em que as próprias crianças - libertas de um colonialismo consumista e culturalmente alienado com o marketing dos nossos dias impõe de uma forma selvagem - tinham oportunidade de mostrar criatividade e talento expontâneo.

Lerner intervém para ordenar os horários dos cinemas da FUCUCU

O compromisso é agora oficial. Já na noite de quarta-feira, 19 - e formalizando-o na manhã de ontem, com determinação à sua assessoria, o prefeito Jaime Lerner quer ver resolvida, de uma vez por todas, uma irresponsabilidade que lhe tem trazido muitos aborrecimentos: a falta de critérios na programação e horários do circuito de exibição mantido pelo município através da Fundação Cultural.

Agora a recuperação é na velha estação.

Um dos projetos que o prefeito Jaime Lerner acaricia para 1981 e que executará se sobrarem recursos é o de reciclagem dos casarões decretados como "unidades de preservação" da Rua Barão do Rio Branco, especialmente nas imediações da Praça Eufrázio Corrêa - uma das mais belas e acolhedoras da cidade, mas também das mais esquecidas em sucessivas administrações.

Leon, Chico, Manzo e outros caçadores de sons perdidos

Até o final dos anos 70, quem pretendesse conhecer a chamada época de ouro da música popular brasileira tinha poucas opções de escutar as grandes vozes, músicos e autores do período que cobre as décadas de 20 a 50.

As sedes da Prefeitura, uma história a espera de edição

Se alguém pretender saber algo sobre os prédios que sediaram a Prefeitura de Curitiba desde que o município existe, é inútil se dirigir a própria. Embora existindo uma Fundação Cultural / Secretaria Municipal de Cultura, com uma diretoria de Patrimônio Histórico - dirigida, aliás, com competência, por uma das mais estimadas jornalistas da cidade, Maí Nascimento Mendonça - até hoje nunca houve preocupação de se catalogar todas as referências sobre a história física da Prefeitura.

O sexagenário Palácio vai mudar. Mas só de endereço!

A pauta será irresistível: depois de 61 anos na Rua Barão do Rio Branco, o mais tradicional restaurante de Curitiba - o Palácio - se muda para sua definitiva sede própria. Apenas alguns metros adiante do imóvel que ocupa desde o início dos anos 60 - e para o qual, por sua vez, transferiu-se quando o endereço original - um casarão que existia na mesma quadra, onde foi construído o cine Vitória (hoje Centro de Convenções) levou a sua demolição.
© 1996-2016. tabloide digital - 35 anos de jornalismo sob a ótica de Aramis Millarch - Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Altermedia.com.br