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Poty Lazarotto

Artigo em 09.04.1992

Na noite de sexta-feira, 27, antes do concerto da Sinfônica do Paraná, no hall do 2º balcão do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, uma homenagem mais do que merecida: inaugurado o retrato do arquiteto Rubens Meister, autor do projeto do Teatro Guaíra. Só agora, afinal, se fez uma justiça maior ao grande profissional. Homem modesto, longe das badalações, Meister, entretanto, ficou emocionado pela lembrança. xxx

Curitiba presente na Bienal de Quadrinhos

Em 1938, o jornal "Diário da Tarde", de Curitiba, publicava tiras de um personagem chamado Haroldo, o Homem Relâmpago. O autor era o então desconhecido Poty Lazarotto, que por muitos anos desenhou quadrinhos. Um painel com alguns desses desenhos faz parte da exposição de artistas curitibanos, que integra a Mostra da 1ª Bienal Internacional de Quadrinhos, promovida pela Fundação Cultural de Curitiba. A exposição está no Museu Guido Viaro até o próximo domingo, dia 10, juntando ainda trabalhos de mais de duas dezenas de cartunistas e desenhistas de HQs na cidade.

A Curitiba de Nireu e seus amigos na corrida do tempo

Do bar do Botafogo ao Bar Vilariño, gerações embriagam-se de poesia, ternura e nostalgia. De Ernest Hemingway à anônimos cronistas e poetas amadores cada um procura saudar e cantar os bares de suas juventudes. Ao redor de mesas em que tudo era permitido, especialmente sonhar, amar e viver intensamente.

A ecologia ganhou belo visual graças a Brahma

A Companhia Cervejaria Brahma, nas comemorações de seus 50 anos de funcionamento em Curitiba, teve uma atitude meio rara no difícil ano que se encerrou: financiou uma edição do livro de fotografias "Curitiba-Capital Ecológica", organizado por três amadores radicados em nossa cidade. Aquilo que, em anos anteriores, começava a se tornar tradicional entre as grandes empresas - patrocínio a livros-de-arte e edições fonográficas - caiu a níveis mínimos entre 1990/91, após o debacle financeiro pós-Fernando Collor na presidência da República.

Nireu "serve" amanhã um saboroso Espeto Corrido

O jornalista e advogado Nireu Teixeira estará, amanhã, autografando o livro Espeto Corrido, uma edição que compreende suas crônicas publicadas de 1984 a 1987 em jornais de Curitiba. O livro tem ilustrações, capa e contracapa assinadas por Poty Lazarotto, e seu lançamento acontece às 11 horas, na Livraria Ghignone, na Rua das Flores.

Artes e amores de Violeta, a rebelde

Se o programa editorial deslanchado na administração dotteana na Secretaria da Cultura tiver prosseguimento sob a competente orientação de Regina Benitez, um livro que deveria ser reeditado é o tratado paranista que aborda a geologia e tribos indígenas paranaenses, escrita há mais de 50 anos pelo geólogo Paulino Franco de Carvalho. Pelo menos, o secretário da Administração, advogado Luiz Gastão de Alencar Franco de Carvalho e sua irmã, a pintora Violeta Franco, ficariam felizes.

Os anos dourados dos Associados no Paraná

O prédio de 6.700 metros quadrados construído há mais de 20 anos no bairro do Pilarzinho para sede das empresas Associadas foi uma espécie de canto-do-cisne da era de prosperidade do império de Assis Chateaubriand (1891-1968) no Paraná.

No campo de batalha

Um adendo ao nosso comentário de ontem: o deputado Rafael Greca de Macedo teria trabalhado apenas cinco meses (e não anos) no Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Curitiba. A vereadora Zélia Passos, que durante um longo período foi uma das mais competentes técnicas daquela instituição, foi quem denunciou a irregularidade do vereador pedetista em pretender uma "reclassificação" quando desde que foi nomeado (sem concurso) para o IPPUC, em 1983, praticamente pouco ali apareceu.

Perfil - Paciornik, Pio, as borboletas e índios

Dois dos mais conhecidos e queridos médicos de Curitiba - Moisés Paciornik e Pio Taborda Veiga - são amigos de infância, contemporâneos de cadeiras escolares e curiosamente ajudaram a nascer e crescer pelo menos 50 mil dos habitantes desta cidade. Paciornik, 75 anos, ginecologista comemorados na sexta-feira, 4, oitavo livro ("Quem Mata Índios?") e Taborda Veiga, 78, pediatra, também tem outra particularidade: são os dois últimos curitibanos conhecidos que não trocam suas gravatas-borboletas pelas tradicionais.
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